O Monark @Brunoaiubshow já sofreu todas as consequências possíveis por uma opinião @YouTubeBrasil. É muito injusto o que vocês estão fazendo com ele. https://t.co/VkIiiQp4Z6
O influenciador Monark (Bruno Aiub) é um perseguido político do lobby sionista, declarou o pré-candidato do PCO à presidência da República, Rui Costa Pimenta.
Após anos exilado nos EUA, o jovem decidiu criar um programa chamado “Bruno Aiub Show”. E o que aconteceu? O Ministério Público decidiu reabrir o processo contra ele por defesa do “nazismo”.
O processo já havia sido engavetado, mas o Ministério Público reabriu para deixar claro que Bruno AIub não tem mais direito a falar na Internet.
O processo é absurdo. “Monark apenas disse que os nazistas poderiam ter o seu próprio partido — coisa que, de maneira nenhuma, indicaria para alguém que ele seria defensor do nazismo em si”, explicou Rui Pimenta.
E, mesmo que ele falasse a favor do nazismo, isso não é crime, não daria prisão para ninguém. O que existe no Brasil é a proibição de usar símbolos nazistas. Se alguém falar bem de Hitler, não é crime.
Para Rui Pimenta, há grandes interesses que levam à perseguição ao rapaz:
“É, evidentemente, um caso de perseguição contra ele. Não sei se todo mundo se lembra, mas quando Monark falou essa frase, quem entrou com denúncia contra ele, em primeiro lugar, foi a CONIB; tanto que o programa do Monark acolheu um representante da CONIB que foi lá explicar o que foi o Holocausto e o nazismo. Uma coisa absurda. Aqui também temos um dedo do lobby sionista.”
A situação no Brasil é de uma decomposição política total. O Brasil se transformou em um país onde o principal direito democrático, que é o de pensar e de exprimir seus pensamentos, foi cancelado. Até a imprensa burguesa fala isso.
E como chegamos até aqui? O pré-candidato do PCO tem a resposta:
“Isso é resultado da ação da esquerda e do grande capital. Em grande medida, é uma vitória do identitarismo. Foi o identitarismo que introduziu o crime de opinião através da lei do nazismo. A política da esquerda revolucionária não é botar gente na cadeia, porque nós não temos a chave da cadeia. Nós não controlamos juízes, não controlamos ninguém. Por isso, a liberdade de expressão deve ser irrestrita.”