Carl Jung, fundador da psicologia analítica e pai da psicologia profunda, disse que católicos não precisam de terapia, mas de confissão e comunhão.
O psicólogo defendia que católicos não necessitavam de psicoterapia, pois a confissão sacramental e os sacramentos da Igreja Católica cumpriam essa função.
Em sua obra A Prática da Psicoterapia, Jung disse claramente:
“No tratamento de católicos, eu sempre os remeto ao confessionário da Igreja e aos seus meios de graça.”
Ele observou que, em mais de 40 anos de atendimento, teve apenas cerca de 6 católicos praticantes como pacientes. Segundo Jung, isso acontecia porque a confissão permitia a liberação da culpa e dos conflitos internos de forma eficaz, dispensando, na maioria dos casos, a necessidade de análise.
Jung também destacava o valor psicológico da Missa e da Eucaristia, descrevendo-a como uma das experiências mais completas para a transformação da alma.
Quando atendia católicos com problemas emocionais, Jung considerava seu dever reconduzi-los à prática da confissão e à vida sacramental da Igreja, em vez de mantê-los em tratamento prolongado.