Prezados QUADRÚPEDES aqui do meu Twitter:
Em 2022, Moraes era o presidente do TSE.
Nessas eleições, Moraes tirava perfis do ar, DE OFÍCIO, por DECISÕES SIGILOSAS.
Nessas eleições, Moraes pedia para um setor do TSE monitorar seus ALVOS para que ele tivesse motivos para suspender seus perfis.
» Esses ALVOS(repito: ALVOS) eram aliados do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
Tudo isso foi comprovado.
Tudo isso foi mostrado pela imprensa e por um ex-assessor do próprio Moraes.
Você, meu amiguinho EQUINO, bateu palma para isso.
Agora, você vem falar que Mendonça está censurando?
Agora, você vem falar que Mendonça está interferindo nas eleições?
Agora, você vem falar que Mendonça está ajudando um dos candidatos?
Cadê aquele papo de "é só recorrer"?
Cadê aquele papo de "é pela democracia"?
Cadê aquele papo de "fake news é crime"?
Você, na melhor das hipóteses, é um JUMENTO mal-intencionado.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
PT é tipo: "Tem que investigar todo mundo"
*Jaques Wagner, do PT da Bahia manda derrubar site que organizava as mensagens no celular do Vorcaro
*Ministro advogado pessoal do Lula nega abrir CPI
*Governo Lula põe visitas ao Vorcaro em sigilo de 100 anos
*Lula se reúne com Xandão e Gilmar Mendes pra decidir formas de enfraquecer o André Mendonça, que é relator da investigação
*PGR do Lula que tá envolvido até o pescoço no caso, pede nulidade de tudo quanto é prova
*Ministro do supremo comunista e petista de carreira faz de tudo pra postergar qualquer votação que dê início a uma investigação contra o Moraes
Mas sim, o PT quer investigar todo mundo, com certeza
A VERDADE VEIO À TONA!
Na CPMI do INSS, conseguimos aprovar um requerimento para buscar informações sobre os voos do jatinho ligado a Daniel Vorcaro. Queríamos saber quem utilizava a aeronave e entender o que estava por trás dessa história.
A CPMI foi porém encerrada antes que essas informações chegassem até nós - e Alexandre de Moraes também votou pelo fim dos trabalhos da comissão, beneficiando a si mesmo.
Agora, novas informações e imagens sobre o uso dessa aeronave estão aparecendo. Nossa intuição e nosso faro investigativo estavam certos!
É por isso que uma investigação não pode ser enterrada quando começa a chegar perto de quem tem poder.
O Brasil precisa de transparência e de instituições que não tenham medo de investigar.
No Senado, eu e Sanderson seguiremos trabalhando para que quem comete crimes, sejam eles de toga ou não, sejam punidos!
No dia 4 de outubro, os candidatos da coragem e transparência são Marcel van Hattem 300 e Sanderson 222.
Justiça Eleitoral multa Manuela d’Ávila em R$ 5 mil por posts sobre empresário que doou R$ 100 mil a campanha de Marcel van Hattem
https://t.co/ng7JftiI0g
Eu sou a favor da diminuição da maioridade penal. Ela não.
Sou a favor da castração química para ped*fil@s e estupr@d*res. Ela não.
Sou a favor do fim da saidinha de presos. Ela não.
A cartilha da esquerda ensina que bandido é "vítima da sociedade". Na época de eleição, claro, eles escondem suas ideias. Por isso ela não responde. Eu não tenho nada a esconder. Lugar de bandido é na cadeia!
Agora é Marcel 300 e Sanderson 222!