Opinião de professor woke: vocês não sabem a menor ideia da diferença REAL entre uma escola
- pública marginalizada
- pública "normal"
- particular de bairro
- particular de rede milionária
- particular focada em vestibular
- elitizada por dinheiro
- elitizada por influência
@RTunkku@BanButterfly of course it does. Just this year a man killed both his kids here in Brazil because the woman "cheated on him" (she didn't). A TON of men on the internet talked shit about her for "being a cheater", and appeared on the funeral of her sons to attack her. The assassin was defended.
@nihongabi Uma má alimentação durante a infância pode causar danos cognitivos irreversíveis. Mas claro, a gente tem que achar bonito ver crianças comendo salgadinho e refrigerante o tempo todo (e muitas vezes, isso já era o café da manhã)
Americans are like:
- Someone with a grand grand father that was born in Mexico in 1800 = Latino
- A guy who was born in Oslo, but he's son of brazilian woman = Not Latino
What's your problem, pal?
Elize Mastunaga mata o marido traidor e abusivo: piranha vadia merecia morrer na cadeia
Homem mata OS DOIS FILHOS porque a mulher o traiu: coitado, ele estava sofrendo muito, a culpa foi dela!!
Não foi apenas uma escolha infeliz de palavras da CHOQUEI. Foi um enquadramento que dialoga diretamente com um problema estrutural da nossa sociedade.
No Brasil, quando um homem comete violência contra a própria família, o debate público frequentemente corre para investigar a vida da mulher: “ela traiu?”, “ela pediu separação?”, “ela provocou?”.
Esse movimento não é espontâneo, ele revela uma cultura que, historicamente, relativiza a responsabilidade masculina e vigia a autonomia feminina.
Quando a CHOQUEI, com o alcance massivo que possui, sugere que uma mãe teria parcela de culpa pelos filhos assassinados pelo próprio pai, não está apenas relatando um fato.
Está reforçando um padrão social perigoso, o de que mulheres que rompem relações ou simplesmente seguem suas vidas devem carregar o peso da violência cometida contra elas.
Isso ocorre em um país com índices alarmantes de feminicídio e violência doméstica.
A revitimização pública, especialmente nas redes sociais, amplia o trauma. A mulher não apenas sofre a perda, ela passa a ser julgada na arena digital, enquanto o autor do crime muitas vezes é descrito como alguém “abalado”, “descontrolado” ou “traído”.
A CHOQUEI não é uma página pequena; é um veículo com milhões de seguidores. E comunicação com esse alcance molda percepções, distribui empatia e influencia como a sociedade atribui culpa.
Quando a narrativa desloca o foco do agressor para a vítima, contribui para normalizar a violência e perpetuar desigualdades.
O debate não é sobre perseguição virtual. É sobre responsabilidade social.
Tragédias familiares não podem ser transformadas em combustível para engajamento. Quando a informação é publicada sem o devido cuidado ético, o dano não é apenas reputacional, é cultural.
CHOQUEI É UM LIXO!
@Dudu_Ibira@barbaramueda@Pragmatismo_ Durante o relacionamento, ELE traiu ELA múltiplas vezes. Então, houve o divórcio ainda em 2025. Quando ela começou a se relacionar com outra pessoa, foi acusada de cometer adultério e teve seus dois filhos MORTOS. E ainda foi xingada no velório, por todos os cabaços do Brasil