— Eu tô vivo — disse, com a voz rouca, um meio sorriso cansado. — Seu merdinha.
Antes que o outro respondesse, segurou-lhe o rosto e o beijou.
Dessa vez, não como uma despedida, mas como um recomeço.
Uma promessa.
Mas não se demorou.
Os supers ainda finalizavam o trabalho com o
abraçou de verdade — firme, caloroso, humano.
Um gesto que dizia “eu estou aqui, eu te entendo.”
Depois, aproximou-se de Lana, deixando um beijo em sua testa.
Não havia palavras que pudessem confortá-la — mas ele tentaria, eventualmente.
E então, Jason.