Pode estudar por três décadas, trabalhar em 20 emissoras, vender curso para mais de mil alunos e ter uns 50 anos de carreira.
Se você não tiver seriedade, ética e comprometimento, você vira piada.
@Melfisx@SucumbaGames em algum momento eu disse que não tem? a questão é que parece que é a única pauta. Obvio que precisamos de uma reforma tributaria, mas isso não quer dizer que o projeto não é bom. Diferente de você não vou te ofender, gostaria até de ouvir outras ideias, debater é enriquecedor.
Sabe pq Jorge Jesus não treinou a seleção Brasileira?
Pq ele não iria se submeter ao Neymar como fez Ancelotti.
Agora sabemos o pq o velho não foi a seleção.
Neymar :Tu ,Finish.
O Brasil não é o pais do futebol o Brasil é o país sacanagem.
Tem brasileiro que é muito otário mesmo né, a gente é reconhecido por buscar os nossos direitos e tem gente indo ativamente nesses posts ficar do lado da Sony ou diminuir a situação, parece fetiche em levar trolha de empresa estrangeira, credo
Stop Killing Games pode inspirar uma Lei no Brasil
O PL 3612/2026 é inspirado na campanha internacional, ele foi apresentado pela deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) em conjunto do pré-candidato e presidente da ACJOGOS-RJ, Márcio Filho, busca proteger os consumidores de jogos que podem se tornar inutilizáveis após o encerramento de servidores.
Entre as medidas propostas estão:
• Considerar abusiva a venda de jogos dependentes de servidores sem aviso prévio ou sem oferecer solução após o encerramento.
• Exigir alternativas como modo offline, servidores comunitários ou outras formas de preservação do jogo.
• Obrigar empresas a informar a dependência de servidores, garantir suporte mínimo de 2 anos e avisar o encerramento com 180 dias de antecedência.
• Reconhecer jogos eletrônicos como patrimônio cultural digital e permitir sua preservação por servidores comunitários.
• Aplicar multas de até R$ 500 mil ou 1% do faturamento bruto do jogo no Brasil em caso de descumprimento.
O projeto ainda precisa passar pela tramitação no Congresso antes de uma possível aprovação.
Recentemente, Erika Hilton acionou o PROCON para investigar a decisão da Sony sobre o fim da mídia física e o modelo digital, no qual o consumidor geralmente compra uma licença de uso, e não a propriedade do jogo.
O Procon-SP afirmou que o fim da mídia física, por si só, pode não ferir os direitos do consumidor, mas destacou que o modelo totalmente digital deve respeitar garantias básicas:
“No caso específico - alteração do jogo para versão totalmente digital - a empresa deve assegurar aos consumidores que adquirirem os novos jogos: liberdade de uso do produto, sem impor alterações e novas regras nos termos de uso; liberdade para que ele possa dispor acesso a terceiros; e, além disso, não deverá impor novas restrições após a aquisição”, concluiu o órgão.
Para que essas iniciativas avancem, é importante que os brasileiros apoiem projetos que defendam os direitos dos consumidores e denunciem práticas abusivas. O objetivo é garantir um futuro onde jogos digitais também tenham preservação e segurança para os jogadores, evitando que títulos desapareçam de um dia para o outro.
@_FlaDaDepressao é isso o que acontece quando você quer opinar contra a realidade dos fatos. formiga até tem boas opiniões, mas quando o assunto é neymar ele sai da razão e age apenas na emoção.
@chorumedogremio esse gol de pênalti contra a croácia foi um dos gols mais icônicos do cristiano e mata-mata de copa do mundo, fora aquele lá de pênalti contra a croácia, mas o meu favorito é o gol de pênalti contra a croácia.
Esse é o sétimo ou oitavo vídeo - em 3 dias - do angolano Marcos Filipi Andre protestando por ataques racistas de brasileiros na sua rede social. Ele é fã do Messi e torce pela Argentina, o país que faz a maioria dos brasileiros esquecerem o racismo da nossa própria sociedade.