RESPLANDECE Ó BRASIL GIGANTE PELA PRÓPRIA NATUREZA, COM TODA SUA EXUBERÂNCIA QUE DÁ BELEZA À AMÉRICA, ILUMINADO AO SOL DO NOVO MUNDO, O SOL DA LIBERDADE QUE BRILHA NO CÉU DA PÁTRIA AMADA! ✨✨✨✨✨💫
''Um cachorro que vivia nas ruas ganhou um novo lar após passar dias dormindo na mesma cama de exposição durante a 50ª edição da Feira do Bordado de Ibitinga (SP), considerada a maior do segmento no Brasil.
No último dia do evento, no domingo, o expositor responsável pelo estande escolhido pelo animal decidiu adotá-lo.
Batizado de Jumo, o cachorro apareceu nos primeiros dias da feira, que começou em 2 de julho. Ele circulava pelo recinto de exposições, mas escolheu uma das camas montadas na entrada de um estande para descansar.
Em entrevista ao g1, o empresário Osvaldo de Moraes contou que foi avisado pelos funcionários sobre a presença do cachorro, mas decidiu não retirá-lo.
"O pessoal avisou: 'Você sabia que tem um cachorro deitado em cima da nossa cama?'. Nós tínhamos colocado lá lençóis e cobre-leitos de 400 fios, produtos de linha alta. Eu falei para deixarem o cachorro deitar, que não tinha problema."
A decisão fez com que o cachorro se tornasse uma atração à parte na feira. A cena passou a ser registrada pelos visitantes e compartilhada nas redes sociais.
Os vídeos do animal dormindo tranquilamente no estande somaram milhares de visualizações e transformaram Jumo em um dos personagens mais comentados do evento.''
This footage comes from a home security camera inside the Mercer residence in Knoxville, Tennessee.
The man in the pajamas is Harold. He is 79 years old.
He was diagnosed with a progressive memory condition two years ago.
Part of Harold's condition causes what his doctors call "sundowning." In the late evening hours, Harold's mind sometimes takes him back decades. He will wake up convinced he needs to drive somewhere. Go to work. Meet someone. He gets dressed in whatever is closest. Walks to the door.
Before last year, this happened three or four times a week. Harold's wife, Carol, would hear him and get up to guide him back. But Carol has her own health challenges. She can't always wake up fast enough.
On two separate occasions, Harold made it outside before Carol could stop him. A neighbor found him once at eleven PM walking down the middle of their street in slippers.
Their son suggested an alert system. They tried one.
Harold figured out how to turn it off.
Then last February, their daughter brought over a two-year-old Golden Retriever named Samson that she could no longer keep due to a housing move.
Nobody planned what happened next.
About three weeks after Samson arrived, Carol reviewed the home security footage from the previous night. She hadn't heard Harold get up.
The footage showed Harold walking down the hallway toward the front door at 1:17 AM. And Samson already standing at the door before Harold reached it.
Harold tried to go around him. Samson shifted.
Blocked again.
Harold tried once more. Samson moved a second time.
Then Samson reached up and very gently took Harold's sleeve in his mouth. Just held it. Began slowly walking Harold back down the hallway toward the bedroom.
Harold followed him.
Carol watched the footage sitting at her kitchen table with her coffee going cold in her hands.
She called their son right away. Sent him the clip.
Their son showed it to Harold's brain doctor at the next appointment.
The doctor reviewed it twice. Then said: "This is door-blocking and redirection behavior. It is a recognized way to help with memory-related wandering. This dog is doing it correctly. On his own.
Without any training."
Carol told us: "Samson came to us because our daughter needed somewhere for him to go. We thought we were doing her a favor. Turns out Samson was the one doing us the favor. He has been watching over Harold every single night."
Harold, on a clear morning, was told about what Samson does.
He looked at the dog for a long moment. Then said:
"Well. Somebody has to look after things around here.
Samson sleeps at the foot of Harold's bed now.
Some dogs arrive at exactly the right moment, for reasons nobody fully understands until much later.
Na cadeia, pode usar o celular para aplicar golpes via Pix, fazer apostas, assistir a jogos, mandar mensagens e fazer de tudo no celular.
Mas não pode mandar uma carta de pai para filho, porque, se o Bolsonaro mandar uma carta de pai para filho, aí sim as coisas erradas.
Chega ao ponto de acreditarmos que nem todos são iguais perante a lei. Alguns são mais iguais do que os outros.
Via @abiliobrunini
"SE FOREM PARA O INFERNO, VÃO ACOMPANHADOS.” disse o CABRA MACHO!!! 👏👏👏
No 5TF, enquanto ministros criticavam o Rio de Janeiro — Gilm@r, Alex#ndre e Din@ citando prisões de governadores, infiltração do crime e degradação institucional — um ministro carioca resolveu falar o que muita gente pensava.
#ACORDABRASIL 🇧🇷