O cara que mais entende de tecnologia do planeta olha pra máquina de votar e fala:
“Isso aqui controlando eleição? Má ideia.”
E a galera que mal consegue atualizar o WhatsApp sem pedir ajuda pro neto responde:
“Ele tá errado. Confia na urna. Confia no sistema. Confia no processo.”
Interessante como o cara que faz foguete pousar de ré, satélite de internet global e carro que dirige sozinho vira “desinformado” no momento em que toca no brinquedo sagrado.
Será que ele tá errado… ou a gente tá só com medo de descobrir que a máquina não é tão neutra quanto o discurso?
O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam
A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana.
No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos.
O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira.
O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes.
Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso.
Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo".
Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração".
O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta.
E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal.
Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas.
Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais.
A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal.
Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data.
Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro.
@JanainaDoBrasil Você ainda está achando que há 2 lados democráticos, propostas a serem escolhidas. Não há. Há o crime e quem não quer o crime, somente.
Elon Musk was called a racist on camera by the editor-in-chief of The Economist.
An accusation that serious should have come with proof. Hers came from no one.
Zanny Minton Beddoes: “People say that you’re a racist.”
People say.
No evidence. No incident. No source. No name.
“People say” removes the journalist’s fingerprints from the accusation. Nothing to verify. No one to hold accountable.
A label laundered through a question so it can never be traced back to a fact.
Musk: “My partner is half Indian. I have four children with her. One of them was named after a famous Indian physicist. If you look at the people employed at my companies, we have senior executives of all races.”
The accusation cost nothing to make. The defense required a man to put his own family on the table.
Then she moved on. No pause. Not one word of his answer made it into the next question.
Beddoes: “Are you anti-Muslim?”
The first accusation was still on the ground. The next was already in the air.
Musk: “I’m against people coming to a country with antithetical views. I’m against rape and murder. I’m against the imposition of rules and laws that are contrary to what we’ve come to accept in the West.”
He answered with positions no functioning society disputes. The only way to make them sound like bigotry was to attach a religion to the people he was describing.
That isn’t journalism. It’s a trap where the question does the accusing and the answer does the rest.
Musk: “I think it’s a crying shame that the traditional media, like you, don’t recognize this.”
To her face. To the editor-in-chief of one of the most powerful publications on Earth.
When a man has to prove he isn’t a racist by naming his own children, then defend himself for opposing rape and murder, the labels have stopped describing the world. They’ve started building one.
The accusation was never meant to be true. It was meant to be answered.
Because the moment you’re defending yourself against a label, the label has already done its work. And when no answer can acquit you, you were never being accused. You were being sentenced.
The presumption of innocence was never a description of how people think. It was a wall built against it. Four centuries putting it up. A decade taking it down.
Musk didn’t accept the frame. He answered with facts and let the accusations collapse on contact, then told the person holding the microphone that she was the problem.
The weapon only works on people who flinch. He didn’t.
And the accusation that came from no one finally had a name on it. Hers.
ATENÇÃO: Elon Musk acaba de lançar um alerta que não podemos ignorar
Ele mesmo o disse sem rodeios:
“Sou alguém que normalmente apoia a tecnologia e ainda assim estou dizendo que NÃO deveria haver nenhuma máquina para votar.”
As urnas eletrônicas representam um perigo real e crescente.
Com a inteligência artificial avançando a passos largos, os sistemas informáticos tornam-se cada vez mais vulneráveis. Se essas máquinas estiverem conectadas à rede, uma IA suficientemente poderosa poderia se infiltrar, alterar resultados e tomar o controle sem que ninguém perceba a tempo.
Isso não é ficção científica, é uma ameaça concreta.
Por isso, a única forma de proteger a integridade das eleições é retornar a métodos simples e verificáveis:
- Cédulas de papel
- Votação presencial
- Identificação obrigatória do eleitor
Qualquer sistema que dependa de tecnologia conectada abre a porta para manipulações em massa e impossíveis de rastrear.
Musk não é um teórico: é uma das pessoas que melhor entende como a IA funciona no mundo real, e seu alerta deve ser levado a sério.
Não esperemos até que seja tarde demais.
Exijamos cédulas de papel.
Exijamos voto presencial com identificação.
Exijamos eleições transparentes e à prova de invasões agora.
As "mudanças climáticas" são o principal cavalo de batalha do projeto totalitário globalista.
A lógica é simples e está à vista de todos: para enfrentar uma ameaça apresentada como existencial, é preciso centralizar poder em escala global e impor restrições de cima para baixo. O pânico não é o objetivo. É o instrumento.
E vale reparar numa coisa. O alarme vendido ao público vai muito além do que os próprios relatórios do IPCC afirmam. Eles projetam custos e danos. Não projetam o fim do mundo. O fim do mundo é adendo político.
Os efeitos são sentidos com mais força na Europa: crescimento baixo, energia cara e restrições cada vez maiores a quem produz. É o modelo suicida que a esquerda globalista busca implementar no Ocidente, incluindo aí o Brasil.
Agora a parte que a militância de redação não conta ao leitor. Entre 1990 e 2024, a União Europeia cortou cerca de 1,8 bilhão de toneladas de CO2 equivalente, 40% das suas emissões. No mesmo período, a China acrescentou algo em torno de seis vezes esse volume. Hoje a Europa inteira responde por cerca de 5% das emissões globais.
Só em 2024, a China iniciou a construção de 94,5 GW de nova capacidade a carvão, aproximadamente 93% de tudo o que se construiu de carvão no planeta naquele ano.
E aqui está o detalhe que fecha o círculo.
A Europa não produz a própria transição. Ela a importa. Em 2024, 98% dos painéis solares comprados fora do bloco vieram da China, segundo o Eurostat. Também da China vieram 88% das baterias de lítio para veículos elétricos e 61% dos inversores. Pequim controla mais de 80% do polissilício do planeta.
Junte as duas pontas. O painel que a Europa instala para cortar as próprias emissões foi fabricado com a eletricidade a carvão que ela denuncia. O contribuinte europeu subsidia a compra. O emprego industrial vai para a China. A dependência estratégica vai junto. E a emissão continua no mesmo planeta.
Isso não é transição energética. É transferência de riqueza e de poder, cobrada do trabalhador europeu e paga à ditadura chinesa.
Não por acaso, a China promove com afinco a política de redução de emissões, para os outros...
Ou seja: o sacrifício europeu é irrelevante para o clima. Mas não é irrelevante para o poder. E é exatamente aí que ele passa a fazer sentido.
O remédio não pode ser pior que a doença. Limitar a produção de energia e a atividade econômica para cortar emissões produz empobrecimento generalizado, e quem paga primeiro é sempre o mais pobre, na conta de luz e no preço da comida.
O caminho correto é o oposto. Produzir o máximo de riqueza possível e usar essa riqueza para adaptação e para medidas racionais de mitigação. País rico se protege de seca, de enchente e de furacão. País pobre morre neles.
Os jovens que engrossam a militância verde foram enganados. Não estão salvando o planeta. Estão financiando a ditadura chinesa e entregando o próprio futuro a quem sempre soube exatamente o que queria em troca.
🚨 BREAKING: Elon just nuked the entire media playbook in under 90 seconds.
Journalist: “You support the far-right!”
Elon: “No. You support the lunatic left.
What was completely normal 10-15 years ago is now called ‘far-right’…
because your side went completely insane.”
Safe cities. Secure borders. Biological reality. Common sense.
None of that is “far-right.”
It’s just not crazy.
The Overton window didn’t shift right.
The left sprinted off a cliff and started calling everyone who didn’t jump “extremists.”
Elon said it out loud.
And the media still can’t cope.
Lunatic left.
He’s 100% right.
FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
Two weeks ago at FreedomFest (Vegas) I summarized the Big Picture of the last decade: Bezmenov, Genocide, Flynn, Clay, libertarians, Christians, The America Project, & the Hack-O'-Venezuela.
All in 20 minutes.
Please RTW!
Hier quelqu’un m’a sorti que l’AfD c’était le diable incarné.
Du coup j’ai passé une heure avec Grok à lire leur programme (Grundsatzprogramm 2016 + Wahlprogramm 2025 « Zeit für Deutschland »).
Voilà ce que j’ai trouvé, point par point :
- Référendums d’initiative populaire à la suisse + limitation des mandats des professionnels de la politique
- Europe des nations souveraines (ou sortie si impossible), fin de l’euro comme monnaie unique
- Contrôle total des frontières, procédures d’asile hors Allemagne, prestations en nature uniquement, remigration massive des personnes sans droit de séjour et des criminels
- Baisse massive des impôts, suppression du Soli, family splitting, simplification fiscale
- Fin de l’Energiewende : retour au nucléaire, maintien du charbon, réparation de Nord Stream, suppression de la taxe CO₂ et des interdictions de moteurs thermiques
- Famille traditionnelle (père-mère-enfant) encouragée par des aides natalistes fortes
- Deutsche Leitkultur, langue allemande protégée, « l’islam n’appartient pas à l’Allemagne » s’il refuse l’ordre juridique
- Renforcement de la police, tolérance zéro sur la criminalité étrangère et les clans
- Liberté d’expression maximale et réforme des médias publics
C’est le programme officiel, pas des rumeurs.
Maintenant, question simple et sincère :
Quelqu’un peut m’expliquer concrètement en quoi ce programme fait de l’AfD le nouveau parti nazi ?
🚨IMPORTANTE - VOCÊ PRECISA VER ISSO
A Dep. Nicole Malliotakis,cuja mãe fugiu de Cuba Comunista, ACERTA EM CHEIO na cara da Mídia Falsa
"A realidade é que o caucus comunista está chegando ao Congresso! Vai ser um DESPERTAR BRUSCO se não prestarmos atenção, e isso INCLUI a imprensa! A IMPRENSA é a PRIMEIRA a ir embora!"
"Eu NÃO LIGO para como eles se chamam.
Quando vocês estão tirando páginas do manual de Karl Marx, pressionando pela abolição dos direitos de propriedade privada, pela tomada dos meios de produção, ou Hugo Chávez enchendo o Supremo Tribunal? É ISSO que vocês vão conseguir!"
Você pode até entrar no comunismo votando, mas terá que sair atirando