me irrita muito esse pensamento pq vem da ideia de que há uma única forma de se viver. Excluindo a possibilidade da Grazielly se encantar pelos sons, amar os cheiros, adorar oq ver. Afinal, ela nunca teve uma "vida normal", como vai sentir falta, então?
namoral, isso aqui nunca vai entrar na minha cabeça, 32 anos aprisionado no próprio corpo sem saber oq é viver a própria vida por conta de ideais de outras pessoas
quero um dia me juntar a uma resistência armada contra a inteligência artificial, as vezes penso que não vai valer a pena viver e não passar por um apocalipse