@EstaOlha@SidnelsonEu Larga de ser cínico, vocês estavam postando montagem de I.A com Nossa Senhora "fazendo o L". Até um dessacrador de hóstias faz essa "defesa" de vocês.
Les hemos advertido que la izquierda es anticatolica siempre, no crean en el reciente acercamiento que tienen algunos izquierdistas iberoamericanos con el catolicismo por el rechazo al evangelismo sionista, es táctica nada más.
El marxismo siempre es y ha sido anticatolico, ha perseguido y m4tad0 catolicos en todas partes donde se ha impuesto, y esto no es propaganda, es una realidad histórica, observen lo ocurrido con los católicos durante la guerra civil española, los territorios que invadió la URSS y en la Cuba de Castro.
La izquierda Moderna es igual de anticatolica, impulsa el laicismo, el aborto, la ideología de género y un sin fin de medidas similares. Ya ni hablar de Nicaragua donde se persiguen a los católicos.
@WanderPalmas Por isso eu considero mais a glr do candomblé, eles não ficam nesse larp de "Eu Zô GaTólIcU TaBéM". Vocês respeitam Nossa Senhora tal qual um muçulmano respeita um cachorro!
Vera Magalhães tem razão: existe preconceito de classe contra Lula. E eu diria mais: é um preconceito perfeitamente legítimo.
A obscenidade está em fingir que a classe em questão ainda é a do retirante, do torneiro mecânico, do trabalhador pobre que chegou ao Planalto. Essa biografia continua sendo usada como salvo-conduto moral muito depois de ter deixado de descrever a realidade material do personagem.
Lula declarou ao TSE, em 2026, patrimônio de cerca de R$ 4,7 milhões. É um milionário. O preconceito de classe contra o universo ao qual ele pertence não é o horror do rico diante do pobre que entrou no aeroporto.
É o asco de uma classe média que paga boleto, plano de saúde, escola, supermercado e imposto em cima de imposto diante de uma elite progressista que transformou a pobreza dos outros em certificado de superioridade moral.
É uma elite que precisa ajudar o pobre para sentir-se virtuosa, mas não suporta perder o pobre como personagem. Precisa dele dependente, objeto da própria generosidade, porque sua identidade moral depende disso.
Mobilidade de verdade é perigosa: o pobre que sobe, ganha independência e começa a escolher sozinho já não serve tão bem como adereço da bondade alheia. O ideal é ajudá-lo o bastante para exibir compaixão e conservá-lo por perto para continuar exibindo compaixão.
Lula é a encarnação perfeita dessa contradição. Fala em nome dos de baixo a partir de um mundo ao qual eles jamais terão acesso. A superioridade moral exige que sua origem continue sendo apresentada como sua classe atual, como se décadas de poder, patrimônio, privilégios presidenciais e convivência com a elite econômica fossem acidentes biográficos. O operário virou milionário, mas a mitologia exige que continue entrando em cena de macacão.
E então chegamos ao detalhe delicioso: essa elite dos pobres adora luxo. Nos primeiros sete meses do terceiro mandato, as despesas do cartão corporativo presidencial chegaram perto de R$ 8 milhões e registraram média superior, em valores corrigidos, à dos mesmos períodos iniciais de Bolsonaro, Temer e Dilma.
Na coroação de Charles III, Lula e Janja ficaram no Marriott Grosvenor House, onde a suíte presidencial podia chegar a £ 5.900 por noite; a viagem custou cerca de R$ 3 milhões, metade em hospedagem. É a velha esquerda brasileira realizando seu sonho histórico: combater a aristocracia hospedada como aristocracia.
Dilma já tinha oferecido a versão anterior dessa comédia. Em Nova York, durante viagem à ONU, ficou no St. Regis; reportagens da época registraram a hospedagem na suíte Tiffany, então anunciada a US$ 10 mil por noite. Socialismo, no Brasil, sempre teve uma relação curiosamente amistosa com mordomo.
O episódio dos móveis do Alvorada é quase uma instalação artística sobre essa mentalidade. Lula reclamou que Bolsonaro havia “levado tudo”; o governo comprou cerca de R$ 196,7 mil em novos móveis.
Depois, todos os 261 bens inicialmente dados como desaparecidos foram localizados em dependências da Presidência. O Planalto sustentou que parte estava sem controle e em mau estado. A pobreza é sempre austera quando abstrata. Na hora de sentar, contudo, convém examinar o sofá.
Nem o universo do Banco Master combina muito com a ficção de um Lula apartado da elite financeira de Brasília.
Em dezembro de 2024, Lula recebeu Daniel Vorcaro no Planalto numa reunião fora da agenda oficial, ao lado de Guido Mantega, Augusto Lima e Gabriel Galípolo. Foi antes do escândalo do Master vir a público.
Não se trata de inventar culpa criminal, mas de observar a paisagem social: banqueiros, ministros, advogados, autoridades, hotéis, recepções, gabinetes e milhões. É nesse mundo que circula o homem apresentado eternamente como representação material dos de baixo.
Então sim, Vera: existe preconceito de classe contra Lula.
Só erraram a classe.
Bolsonaro popularizou o lema “Deus acima de todos”. A liturgia lulista resolveu o problema dispensando o intermediário: acima de todos, Lula.
@Saboonnete@Anthony62067690 O Yoam Shoá, o dia da memória, só é uma data no judaismo rabínico tradicional. Judeus como os caraítas ou até mesmo os ortodoxos não possuem algo parecido. Não é exagero dizer que certos judeus tratam o holocausto sob uma dimensão religiosa.
Aquela propaganda ridícula sobre os "subsídios" do agro, que são apenas empréstimos criados do nada com juros mais baixos, justifica agora a passividade do batráquio diante da entrega das terras brasileiras aos bancos. Mais uma vez a esquerda opera para o sistema financeiro.
O psyop que fizeram na cultura e sociedade negra norte-americana pra tranformalos no que são hj e talvez um dos mais brutais exemplos de guerra psicológica na história, os caras saíram de pessoas normais pra animais bestializados.
Gloriosa em si mesma, ela não precisa gritar. Mas aquilo que, no fundo, duvida da própria legitimidade precisa constantemente de testemunhas, de aplausos, de escândalo: é porque tem algo errado; há uma certa inquietação crônica. O que se observa com frequência não é a serena +
@GBmoreira316554@camaradamachado Amo o Brasil, apesar das mazelas, o que odeio é a anti-pátria instalada nele. Isso não é idealismo, é a identificação de um nêmesis.
@GBmoreira316554@camaradamachado É necessário odiar para amar. Se você ama o Brasil da desordem, da pobreza cultural e de espírito, sinto lhe informar, quem odeia o Brasil é você...