@nacaomarvete616 Pra quem não entendeu, o Jarvis faz sentido pq ele é parte do Visão, assim como o Ultron. Já as outras IAs e robôs são versões e extensões do Jarvis quando ele operava a torre Stark.
@lulucasbarboza@nacaomarvete616 O Visão é uma mistura do Jarvis, do Ultron e da Jóia da Mente, e como isso se passa na mente do Visão, estamos vendo justamente essas metades q fazem parte dele
@miafterban É simples, seu cérebro manda sangue para a região, assim causando o enrregicimento, q pode ser provocado por estímulos tanto visuais quanto ao toque, e nesse estado ele fica mais sensível.
@SiteJamesons Eu em particular não gosto dessa formação e da ideia deles serem os Novos Vingadores, mas não acho eles ruins, s�� espero q a Marvel concerte isso depois e fale q eles são os Thunderbolts mesmo
🚨 NINGUÉM ESTÁ SEGURO ENQUANTO EXISTIR OPRESSÃO!
Existe um grupo barulhento na internet, especialmente em certos canais “nerds” do YouTube, que não perde a chance de ser preconceituoso. Sempre que o assunto envolve uma atriz trans, a transfobia aparece como um reflexo automático.
Quando surge qualquer notícia sobre a Hunter Schafer, por exemplo, os comentários se enchem de ataques gratuitos, piadas indecentes e questionamentos sobre sua feminilidade, como se a beleza e a dignidade de uma mulher trans fossem algo que precisasse ser “validado” por esse tribunal imaginário do machismo.
E o mais revelador é que essa violência não se limita às pessoas trans. Recentemente, vi um vídeo dessa mesma turma atacando a aparência da Milly Alcock, uma mulher cis, fazendo comparações grotescas dela com macacos. Sério, é muito nojento. E é assustador que as pessoas não tenham vergonha de verbalizar isso no Youtube.
E isso expõe algo que sempre denunciamos aqui na página: a origem dessas opressões está no machismo. É a tentativa de impor um padrão imutável ao que é “feminino” e “masculino”, punindo tudo e todos que escapam dessa caixinha. Pessoas trans são atacadas por não corresponderem ao ideal machista de feminilidade. E a opressão é tão profunda que até mulheres cis passam a ser vistas como “insuficientes” diante desse padrão impossível.
A homofobia segue a mesma lógica. Basta que um homem apresente traços ou comportamentos considerados “femininos” para se tornar alvo. Nem a heterossexualidade os protege. Os casos de Juliano Floss e João Guilherme aqui no Brasil mostram isso com clareza: dois homens heterossexuais sendo atacados simplesmente por não performarem a masculinidade que o machismo exige.
Se você ainda não entendeu, a Marvel tem um exemplo perfeito para ilustrar o debate: em X-Men ‘97, quando Bastion inicia sua guerra contra os mutantes, ele não para nos Homo Superior. Depois do genocídio mutante em Genosha, ele volta sua violência também contra aliados, contra qualquer pessoa que não se encaixe no mundo estreito que ele quer impor. É por isso que ele passa a perseguir também os Vingadores, Homem-Aranha e Demolidor, por exemplo.
E ainda tem imbecil que insiste na narrativa que quadrinhos, Marvel ou X-Men não tem política. Vê se pode.
E é exatamente essa a lição que precisamos repetir, em todas as esferas da vida real:
Enquanto houver opressão, ninguém está verdadeiramente seguro. A luta contra o preconceito não é uma pauta identitária, é uma pauta humana. Ou enfrentamos juntos, ou caímos um a um.