Culpa de boa parte ... sim é de bolsonaro ... Não ver isso ... é ser meio "petista com lula". (1) não mandou a PEC de revogação da PEC da Bengala (falou na campanha .. fez ZERO); (2) retirou apoio na CPI da LAVA TOGA (as desculpas hj são as mais lindas .. "ainn não ia dar certo mesmo" etc); (3) sancionou a "nova" "lei de seguraná nacional" ... isso aí ... a lei que botou o povo do 8 de janeiro na cadeia! Depois vamos lembrando mais. Espero que o filho, depois de eleito, seja muito melhor do que o pai.
A lógica é essa ... Não a do post original.
Mas o autor do post original talvez não tenha sabido medir a linguagem. Como disse um jurista das antigas: "Um deslize semântico, é uma armadilha pragmática". A direita quer GANHAR A ELEIÇÃO. Mas, continua com o discurso meia boca de "jogar na cara". Apenas exponha a incongruência do tal Cazé. Tava bom. Atrairia até outros "arrependidos". Mas, da forma que foi feita, AFASTA os arrependidos: ninguém gosta de julgmento moral. Como se diz aqui na roça: "Quem quer pegar a galinha, joga milho, não sai gritando "XÔ" no terreiro."
Erika Hilton não sabe fazer conta. A PEC que ela propôs dizia que a jornada semanal seria de 36 horas, em no máximo 4 dias, com no máximo 8 horas diárias.
Agora, prova que até a interpretação de texto é complicada. Leu e não entendeu.
PS. Nem sou a favor da Pec 12. Mas daí a dizer que vai ser 7 x 0 é uma lorota sem tamanho! 😂
@MichelcSales@cabralvrm Se a direita começar a eleger quem pensa … já vai ser um avanço. E se eleger que não traia ideais melhor ainda!
De toda sorte parabéns FELIPE aBARROS
@nikolas_dm, pautar agora não é uma questão de SIM ou NÃO, mas de saber se haverá algum resultado. Há condições de temperatura e de pressão para a obtenção de votos suficientes para o impedimento? OBS. Não se desconhece que a simples abertura do processo já seria emblemática para a república, mas talvez o cálculo para a sua pergunta precise ir além disso.
📰 A cobertura que constrange
✍️ Pablo Ortellado (@pablo_ortellado), em coluna recente no Globo (@JornalOGlobo), sustentou que o originalismo americano funciona como ficção doutrinária, cobertura para que ministros conservadores decidam politicamente sem parecer que decidem politicamente. Daí concluiu que uma eventual maioria conservadora no STF seria lida de imediato como captura, por faltar essa "ficção de neutralidade".
⚖️ A tese tropeça nos fatos e na teoria.
Em A cobertura que constrange, Leonardo Corrêa (@LeoCorrea1974) enfrenta os dois flancos. 🇺🇸 Mostra que decisões recentíssimas da Suprema Corte americana — Learning Resources v. Trump (fev/2026), Trump v. Illinois (dez/2025), Trump v. Barbara (em julgamento) — derrubaram pilares da agenda Trump com fundamentação estritamente originalista, em votos escritos por Roberts, Gorsuch e Barrett. Trump reagiu publicamente chamando-os de "desleais" e "RINOs".
🛡️ Cobertura doutrinária não cobre quem ela contém.
📚 O artigo recupera ainda a inversão de Scalia contra a Living Constitution: o que congela o debate democrático é o ativismo judicial, que retira matérias da deliberação política e as fixa em decisão da Corte. 🇧🇷 E, no plano brasileiro, demonstra que uma leitura originalista da Constituição de 1988 conteria o STF, ao invés de expandi-lo.
🔗 Leia na íntegra no Substack da Lexum:
https://t.co/mpQJglieHt
O Brasil acaba de criar condições políticas para um *novo verbo "MESSIAR"*, a exemplo do verbo TO BORK (rejeitar em sessão pública) nos EUA. Robert Bork foi rejeitado para a Suprema Corte americana numa campanha pesada contra ele no Senado. A candidatura foi "retirada". E nasceu *To Bork*, como verbo. Está até no *Oxford English Dictionary*: “[o]bstruir (alguém, especialmente um candidato a um cargo público) difamando-o ou caluniando-o sistematicamente.” Agora podemos ter MESSIAR:
*MESSIAR:* Verbo denominal de antropônimo (eponímico)
Classe morfológica
Formação: Messias + -ar → messiar
Tipo: neologismo verbal transitivo
Uso potencial: voz passiva predominante (fulano foi _messiado_)
Definição possível:
*messiar (v.)*
ser politicamente rejeitado em processo formal de escolha institucional, especialmente após campanha de resistência pública ou parlamentar.
ou,
sofrer rejeição institucional qualificada, em sabatina ou votação política
O Brasil acaba de criar condições políticas para um *novo verbo "MESSIAR"*, a exemplo do verbo TO BORK (rejeitar em sessão pública) nos EUA. Robert Bork foi rejeitado para a Suprema Corte americana numa campanha pesada contra ele no Senado. A candidatura foi "retirada". E nasceu *To Bork*, como verbo. Está até no *Oxford English Dictionary*: “[o]bstruir (alguém, especialmente um candidato a um cargo público) difamando-o ou caluniando-o sistematicamente.” Agora podemos ter MESSIAR:
*MESSIAR:* Verbo denominal de antropônimo (eponímico)
Classe morfológica
Formação: Messias + -ar → messiar
Tipo: neologismo verbal transitivo
Uso potencial: voz passiva predominante (fulano foi _messiado_)
Definição possível:
*messiar (v.)*
ser politicamente rejeitado em processo formal de escolha institucional, especialmente após campanha de resistência pública ou parlamentar.
ou,
sofrer rejeição institucional qualificada, em sabatina ou votação política