Conclusão óbvia e única
O Chega ou melhor Ventura precisa de se unir e alimentar a esquerda para sobreviver e continuar a iludir incautos com o seu populismo de opereta dramática
@cacaudessert Depois ainda me criticam por eu não permitir comentários de quem não sigo nos meus posts?
A minha dose de paciência para aturar frustrados que por aqui pululam esgotou-se há muito
Só interajo com quem quero e quando quero
Contexto:
Um imigrante ilegal apanhado no Vaticano é imediatamente detido pela Gendarmaria do Vaticano e julgado sob o Decreto n.º DCCX de dezembro de 2024, podendo receber multa de 10.000 a 25.000 euros, prisão de 1 a 4 anos (se entrada com violência, ameaça ou engano) e proibição de acesso ao território por até 15 anos.
Após o processo, é expulso do Vaticano e entregue às autoridades italianas, que o tratam como estrangeiro em situação irregular, podendo resultar em detenção e deportação para o país de origem.
2017: Masterpiece de Pedro Passos Coelho 👑
A geringonça, de António Costa, Catarina Martins e Jerónimo de Sousa é responsável por 2 coisas:
1⃣ A vaga migratória excessiva e descontrolada
2⃣ A criação do espaço político ocupado pelo Chega
Da série "Recordar é viver"🥸
☢️ Reflexão da Cooperativa: Minorias oprimidas que ameaçam derrubar a democracia
A minoria oprimida já não se limita a pedir respeito e direitos, até porque direitos, já tem todos. Agora, as minorias oprimidas andam saídas da casca.
Ameaçam incendiar o parlamento. Não parece coisa de minoria oprimida.
⚠️Eu acho que há aqui qualquer coisa de errado que não está abater certo. Estas criaturas que se dizem esmagadas pelo sistema enquanto desfilam pela avenida, escoltadas, fotografadas, acolhidas e financiada por autarquias, estão suficientemente confortáveis para fantasiar em voz alta e por escrito com incêndios ao órgão de soberania que aprova as leis do país. A casa da Democracia.
➡️➡️Depois o Presidente TóZero olha para isto tudo e veta uma lei que, no fundo, nem deveria precisar de existir. Porque a pergunta decente não é quando é que deixámos de poder içar bandeiras ideológicas em edifícios públicos. A pergunta honesta é outra.
Quando é que alguém decidiu que podia?⬅️⬅️
A lei de 1987 sobre a bandeira nacional não é propriamente um manifesto anarco/festivo. É um diploma simples. Diz onde a Bandeira Nacional deve ser hasteada, preserva a dignidade que lhe é devida e, quando admite a presença de outras bandeiras, fala num quadro de protocolo, precedência e representação. Outras bandeiras, portuguesas ou estrangeiras, sim; mas dentro da ordem do Estado, da diplomacia, das regiões, dos municípios, das instituições. ⚠️Não abre a porta ao mastro público como estendal emocional de todas as causas que acordaram nesse dia com vontade de existir administrativamente.⚠️
A bandeira Nacional, convém lembrar, não é decorativa. Não é uma moldura para campanhas ideológicas. Não é o fundo neutro onde cada tribo pendura o seu pedaço de identidade. O edifício público pertence a todos precisamente porque não pertence simbolicamente a nenhum grupo em particular. Quando se transforma a fachada da câmara, da escola, da junta ou do ministério num expositor de causas, o Estado deixa de ser casa comum e passa a ser uma espécie de montra de facções. Hoje entra uma bandeira porque a causa é bonita, amanhã entra outra porque a minoria também chora, e já se sabe, neste país, quem não chora não mama, e depois aparece uma terceira porque a exclusão dói bués, e quando dermos por ela temos a República transformada numa loja de panos às cores.
O veto presidencial tem, por isso, uma beleza muito à portuguesa. Não resolve nada, e não explica grande coisa. Faz aquela dança clássica entre o princípio e o medo, entre a neutralidade do Estado e a vontade de não irritar a clientela da moralidade. Porque há causas que já não se discutem; elas veneram-se. É neste patamar indecente que estamos.
⚠️O problema é que o Estado não pode viver refém do cartaz mais histérico da semana. Se uma faixa a dizer que a lei se f@da e que o Parlamento arda é recebida com encolher de ombros, então não estamos perante uma minoria oprimida; estamos perante uma minoria convencida de que a sua superiorade moral e sexual lhe dá livre trânsito para cuspir no regime que a protege, há vários anos.
Claro que, agora que temos a feira aberta, podemos ser inclusivos até ao delírio. Querem bandeiras de causas em edifícios públicos? Muito bem. Então venha a bandeira dos therians, que também existem, coitados, almas incompreendidas presas pelo chamamento interior da raposa, ou de outros bichos, galinhas, elefantes, tudo. Hasteie-se ao lado da bandeira municipal, olha que lindo.⚠️
Logo a seguir, por uma questão de justiça poética, suba a bandeira marxista. Afinal, os marxistas são hoje uma minoria em extinção, embora se reproduzam abundantemente em departamentos universitários, comissões parlamentares, museus e outros organismos públicos pagos pelo contribuinte. Se a opressão simbólica dá direito a mastro, então o camarada também merece pano, digou eu, vá, já na p@ta da loucura.
Camaradas, quem quer hastear bandeiras ideológicas tem rua, associação, sede, varanda, manifestação, festival, rede social, palco, tenda, podcast e desfile. O que não tem, ou não devia ter, é o direito de confundir o Estado com a sua própria militância. Masesta m@rda é só e apenas o verdadeiro retrato do país. Uns querem igualdade, outros querem visibilidade, outros querem reparação, outros querem incendiar simbolicamente aquilo que lhes dá palco real. Na prática, querem todos é mama.
E assim seguimos nós feitos pacóvios, com uma lei que não é necessária porque nenhuma lei permite bandeiras ideológicas, desde 87 que há abuso da lei, um veto que não devia acontecer mas também não surpreeende, uma bandeira nacional que devia bastar e uma elite política refém, não sei de quê, mas é possível que existam vídeos.🥸
Tenho dito.
o dono da cooperativa
⚠️Nota: o rídiculo de ter um Presidente a vetar uma lei que visa impedir aquilo que legalmente nunca foi possível torna-nos num meme soberano. Que vergonha que eu tenho.
@Paulexrex@elenadesaa1999 Eu tenho o mesmo número do 1.º tlm que comprei, algures na última década do sec XX, deve ter perto de 3 décadas
Creio que foi em 1997 ou 1998
Fui-me informar sobre a notícia destacada do Expresso, que estranhei por só ver declarações da oposição e descobri o seguinte:
É falso que um agregado familiar com rendimentos de 1000€/mês deixe de ter apoio. Continua enquadrado no escalão B, e, portanto, apoiado a 100%.
Actualmente Lisboa é o único município que, desde 2024, por imposição da esquerda, apoia a refeição de todos os alunos, inclusive dos que não têm Acção Social Escolar. A proposta agora apresentada retoma a filosofia de apoiar quem efectivamente precisa.
Ainda assim, Lisboa continua a dar apoios que vão muito além daquilo que é determinado pelo Estado, que estipula apenas apoios ao escalão A (100%) e B (50%). Lisboa apoia o escalão A a 100%, o B a 100% e o C (equivalente ao 3º escalão do Abono de Família) a 50%.
Com esta proposta só deixa de ser apoiado um agregado familiar que:
a- Tendo um filho, ganhe mais de 1.826€/mês;
b- Tendo 2 filhos, ganhe mais de 2.740€/mês.
Não é bem o q foi reportado, mais uma vez. Será só descuido?