Estranho pensar que minha geração em algum momento da juventude, queriam ser uma espécie de Zuckerberg, hoje a maturidade faz considera-lo uma aberração. Será que fomos todos cooptados? Fica a reflexão depois desses anos de redes sociais.
Estranho pensar sobre as influências. O progressismo brasileiro é diferente do estadunidense. No entanto existe o tráfico de ideias na cultura pop. Soa quase conspiração falar sobre. Parece que as esferas mudam, mas a centralização continua. Como se apresenta o corporativo.
Não parece as vezes que os algoritmos vem fomentando um comportamento de histeria? A gente pode ver isso na propaganda, e nas diferentes formas de divulgar algum trampo. O problema é quando inconscientemente isso vai pra fora das redes.
Quando existe um sentimento de impotência perante desastre, nesse momento reconhecemos nossa pequenes. E vemos um estado que prioriza poderes econômicos, enquanto faz maquiagem onde deveria fazer cirurgias. No fim quantos bilionários vão abrir mão de alguns milhões para ajudar?
É um prazer imenso para mim receber esse convite do @blockaffee para o quadro CONTRA-TESE. Obrigado @anarchychains pela confiança e já convido a todos para conferir o post 👇🏽
" Há homens que nada são, a não ser um grande olho, ou uma grande boca, ou um grande ventre, ou qualquer outra coisa que seja grande. A esses chamo de aleijados às avessas. "
Ninguém questiona quem financia a corrupção. Os famosos " Proprietários do terceiro mundo". Quando a propriedade é mais válida que a vida o money financia a individualidade.
40 anos do maior movimento social da América Latina. E até agora nada de reforma agrária. Pelo contrário tem classe média se achando o latifundiário e, tem gente que valoriza mais a propriedade privada do que a vida, ou as vidas.