@mnijungjkmari@bylouza@luxkztb Tá amiga entendi, o mais importante é ver eles e eu concordo, POR ISSO ESTAMOS BRIGANDO, COMO VAMOS VER ELES PORRA? o tamanha daquele Morumbis, acorda !!
Tentaram me calar me bloqueando, mas não vão conseguir! A gente vai continuar lutando pelos nossos direitos até o fim. ✊🔥
EXIGIMOS ESTRUTURA COMPLETA O ESTÁDIO TEM CAPACIDADE SIM DE RECEBER ELA E NÓS PAGAMOS POR ISSO!
#BTSNoBrasil#LiveNationBrasil#RespeitoAoConsumidor
"Acho que é muito importante que os ARMYs da América Latina se lembrem disso: nunca somos chamados para sentar à mesa, mas somos sempre bem-vindos para servi-la."
MEU desabafo
Adiei planos profissionais e pessoais para conseguir ir a esse show. Passei o ano inteiro vendendo o almoço para pagar a janta, fiquei no vermelho no banco e fiz sacrifícios que só eu sei para receber isso em troca.
Foram NOVE ANOS dedicando meu tempo, meu dinheiro e meu carinho a esse grupo. Nove anos apoiando, acompanhando e esperando pelo momento de finalmente ver eles ao vivo. Fui trouxa mesmo, mas podem ter certeza de que nunca mais serei.
E não é somente sobre um palco incompleto. É sobre a América do Sul receber uma estrutura reduzida da mesma tour apresentada em outros continentes. Pagamos caro pelos ingressos, enfrentamos filas, disputamos lugares e, depois de tudo isso, descobrimos que não teremos a mesma experiência visual oferecida a outros públicos. Retiraram parte dos telões e da estrutura do palco, mas não reduziram o preço dos ingressos. E o pior é a falta de transparência e de uma justificativa convincente para essa diferença de tratamento.
É sobre ficarmos de fora das turnês solo. É sobre recebermos uma pop-up com uma versão antiga da army bomb para, pouco depois, lançarem uma nova e deixarem as anteriores incompatíveis com os shows. É sobre não oferecerem datas suficientes para atender à enorme demanda de um fandom que sempre esteve presente, apoiando, consumindo e quebrando recordes.
E antes que venham com o discurso de que "eles não decidem isso", estamos falando de homens com mais de 30 anos, que também são acionistas da empresa. Vocês realmente acreditam que eles não têm conhecimento de nenhuma dessas decisões? Não estou dizendo que sejam responsáveis por toda a logística da turnê, mas também não acho razoável tratar eles como se não tivessem voz ou influência alguma.
O que mais me revolta é essa sensação constante de que a América Latina é importante na hora de consumir, fazer streaming e bater recordes, mas deixa de ser prioridade quando chega a hora de receber o mesmo investimento e tratamento destinados a outros continentes.
O Brasil está entre os maiores mercados de streaming do BTS e continua demonstrando sua força mesmo meses após o lançamento de Arirang. Se somos importantes para gerar números, bater recordes e movimentar milhões, por que não somos importantes o suficiente para receber a estrutura completa da turnê?
Nosso dinheiro vale menos? Nosso apoio vale menos? Por que precisamos aceitar uma experiência reduzida enquanto fãs de outros continentes recebem o espetáculo completo?
E depois basta um "Brasil, eu te amo" para esperarem que a gente esqueça tudo, se emocione e agradeça por qualquer migalha.
Não quero declarações de amor para compensar a falta de investimento. Não quero que tratem como privilégio aquilo pelo qual pagamos caro. E, acima de tudo, não quero que a América Latina continue sendo tratada como um mercado de segunda categoria enquanto entrega resultados de primeira.
Quero RESPEITO, transparência e o MESMO TRATAMENTO que os fãs de outros continentes recebem. Não estamos pedindo um favor. Estamos cobrando consideração por um público que sempre fez a sua parte.
Mais de 700 mil brasileiros morreram durante a pandemia de Covid-19. A demora na compra de vacinas, a crise do oxigênio em Manaus e a minimização da doença, chamada de “gripezinha”, marcaram esse período.
ELES QUEREM QUE VOCÊ ESQUEÇA. NÓS NÃO VAMOS ESQUECER.
Paulo Gustavo poderia estar aqui. A vacina não chegou a tempo e a COVID-19 levou sua vida. Enquanto famílias choravam seus mortos, Bolsonaro ria da pandemia.
O Brasil não merece reviver esse pesadelo, o descaso, a insensibilidade e o retrocesso.
A memória de Paulo Gustavo e de tantas vítimas da COVID-19 nos convoca a escolher um futuro de respeito à vida. Assista à íntegra no YouTube.
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