Há uma chuva de máscaras no Brasil. A última, reluzente e caída com estrépito, traz o nome do pastor e deputado federal Marco Feliciano. Observai a coincidência brutal, quase geométrica, que se repete nestas paragens: todas as máscaras impotantes que tombam, uma após outra, são evangélicas, vide Michelle, Nikolas, Silas, etc. Por quê? A resposta é cruelmente simples, e por isso mesmo inexorável. Os evangélicos, em sua ambição de poder, apostaram que eram maiores do que o bolsonarismo; que havia chegado o momento de superá-lo, de pisar sobre o cadáver político de Jair Bolsonaro, ignorando a vontade expressa do líder que os ergueu. Essa é a aposta, nua e descarada. Daí o apoio entusiasmado de Feliciano ao projeto de uma hegemonia evangélica, esse sonho de República Teocrática tropical, pintada de verde e amarelo mas cheirando a traição.
Não seria, em si, um mal absoluto ter uma República Evangélica, antes pelo contrário, mas, se ela fosse erguida com honestidade e coerência. O mal reside nos meios: na traição fria, no cálculo mesquinho que sacrifica o aliado de ontem em nome de um “bem maior” de hoje. Ora, o que começa moralmente recriminável, e nada cristão, convenhamos, pois o Novo Testamento não prega a facada nas costas, termina, inevitavelmente, em desastre. O infiel no pouco é infiel no muito. Quem trai o companheiro de trincheira por um bocado de poder terreno não hesitará em trair o próprio rebanho quando o vento político mudar de direção. Assim caminha a República: entre máscaras que caem e almas que se vendem por um prato de lentilhas douradas. O espetáculo é antigo, mas nunca perde o seu travo de náusea.
Marco Rubio acabou de apresentar uma das demandas mais simples imagináveis: diga ao Irã para parar de atacar navios, remova as minas marítimas e permita que a ajuda humanitária chegue às pessoas que precisam dela.
Se a ONU não conseguir se unir por trás de algo tão básico, então qual é exatamente o seu propósito? Manter as vias navegáveis internacionais abertas não é uma questão partidária — é uma necessidade global, e toda nação que depende do livre comércio deveria ter interesse em garantir que o Estreito de Ormuz nunca se torne outra arma.
Flávio Dino disse a André Mendonça “Não admito que ninguém me chame de Ladrão”.
Devemos chamar do que o cara que recebeu 15 bilhões em propina de Vorcaro?
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O Brasil venceu o Japão e mostrou que a esperança nunca deve ser abandonada.
Quando a fé conduz os passos, a coragem vence o medo e a vitória encontra quem persevera.
Deus ainda escreve finais surpreendentes. 💚💛
⚖️🗳/ O ministro Nunes Marques apresentou voto no Tribunal Superior Eleitoral defendendo que pesquisas eleitorais divulguem de forma clara quem financiou sua realização. Segundo o entendimento apresentado, a identificação do contratante deve aparecer de maneira visível, reforçando a transparência e permitindo que eleitores conheçam a origem do financiamento dos levantamentos divulgados durante o período eleitoral. Essa é uma proposta em discussão e sua aplicação depende da decisão final do TSE.
Boooora..tomar um café?
Obrigaaada pelo respirar, Deus! Te amo! 🙏🏻 ♥️
Bom dia, amigos! 🙏🏻
Somos uma formiguinha, mas juntos, um formigueiro. O Brasil precisa de todos nós!
#FlavioBolsonaroPresidente 🇧🇷