Mais um ATAQUE ao MEIO AMBIENTE🐂 🪓 🔥
Com o plenário esvaziado e longe do debate público e social, mais um absurdo aprovado nesta quinta: o PL 5900/25 que enfraquece os órgãos ambientais e subordina decisões técnicas aos interesses do agronegócio, ao exigir aval do Ministério da Agricultura para medidas ambientais.
É mais um ataque à legislação ambiental brasileira, conduzido por um Congresso que insiste em desmontar a proteção da natureza.
A “Semana do Agro” virou, na prática, a semana da destruição ambiental.
🚨 DEPUTADOS de MG que assinaram a emenda para que a ESCALA 6X1 continue por mais 10 anos ! COMPARTILHEM !
Nikolas Ferreira (PL/MG)
Newton Cardoso Jr (MDB/MG)
Hercílio Coelho Diniz (MDB/MG)
Mário Heringer (PDT/MG)
Ana Paula Leão (PP/MG)
Pinheirinho (PP/MG)
Rafael Simões (UNIÃO/MG)
Luiz Fernando Faria (UNIÃO/MG)
Zé Silva (UNIÃO/MG)
Diego Andrade (PSD/MG)
Gilberto Abramo (REPUBLICANOS/MG)
Maurício do Vôlei (PL/MG)
Zé Vitor (PL/MG)
Greyce Elias (PL/MG)
Lafayette de Andrada (PL/MG)
Marcelo Álvaro Antônio (PL/MG)
Domingos Sávio (PL/MG)
Junio Amaral (PL/MG)
Rosângela Reis (PL/MG)
Lincoln Portela (PL/MG)
Esses lugares onde faz velório que tem lanche gostoso passa uma vibe "a celebration of life" né. Tipo que o pessoal fala em filme "ah quero que no meu velório o pessoal faça festa, fique feliz"
Uma coisa que me incomoda muito é ver a forma como alguns políticos se ancoram em tragedias para colocar a população em busca de um culpado, como se as coisas não tivessem muitas questões As imagens que chegam de Juiz de Fora e de outras cidades mineiras são duras. Famílias fora de casa, bairros devastados, gente tentando reorganizar a própria vida no meio do caos. Ainda assim, antes mesmo de a água baixar, parte do debate público já se organiza em torno da pergunta mais previsível: de quem é a culpa?
Essa reação automática virou quase um roteiro. A tragédia acontece, os números aparecem e logo começa a disputa narrativa. Um lado aponta para a redução de verbas destinadas à prevenção no governo de Minas nos últimos anos. Reportagens mostram queda expressiva nesses investimentos. Outro lado lembra que recursos do PAC voltados para contenção de encostas em Juiz de Fora estão travados há quase um ano. O PAC é federal. Também há críticas mais amplas à falta de políticas estruturais de adaptação climática no país.
Tudo isso precisa ser discutido. Decisão orçamentária tem consequência. Obra parada tem consequência. Política de prevenção insuficiente tem consequência.
O problema é quando o debate para aí.
Quando a política se resume a escolher um culpado imediato, o assunto fica superficial. Tragédias climáticas não surgem de uma única decisão isolada. Minas convive há anos com desastres no período chuvoso. Belo Horizonte já enfrentou enchentes históricas e segue convivendo com áreas de risco e alertas recorrentes. A intensidade dos eventos extremos aumentou e isso exige adaptação permanente das cidades.
Planejamento urbano, drenagem, contenção de encostas, política habitacional e adaptação climática não são temas que aparecem só quando a manchete explode. Exigem continuidade, investimento e coordenação entre municípios, Estado e União. Quando essas agendas perdem prioridade, a vulnerabilidade cresce e o ciclo se repete.
Transformar dor em palanque imediato pode gerar engajamento, mas não reconstrói cidade nenhuma. A cobrança por responsabilidade precisa existir, mas precisa ser feita com seriedade e compromisso de longo prazo, não como instrumento de disputa momentânea.
Neste momento, a prioridade é apoiar quem perdeu tudo. Em Juiz de Fora, milhares de pessoas continuam fora de casa. As doações oficiais de alimentos, água, produtos de higiene e contribuições financeiras estão sendo organizadas pelos canais divulgados pelo poder público. É importante utilizar apenas meios oficiais para evitar golpes e garantir que a ajuda chegue a quem precisa.
Quando a água baixar, o debate precisa continuar. Não como torcida organizada, mas como compromisso permanente com a prevenção. Se quisermos cidades mais seguras, o foco precisa estar menos na disputa e mais na responsabilidade contínua.
Pergunta honesta, galera.
BELZONTE
Nasci e cresci aqui e nunca ouvi alguém de BH chamando BH de Belzonte.
Sempre que ouço esse termo, é alguém forçando um "minerês".
Alguém de BH usa esse termo para se referir a cidade ou conhece alguém que o use rotineiramente?
A Câmara Municipal de Belo Horizonte gastou mais de duas horas debatendo um projeto para proibir crianças em blocos de carnaval. A votação da tarifa zero, que impacta diretamente a vida de quem depende do transporte público todos os dias, levou menos de cinco minutos.
Esse contraste não é casual. Ele revela uma inversão clara de prioridades no parlamento municipal. No último ano, a Câmara passou, em média, cerca de 20 dias discutindo projetos inúteis, datas comemorativas, propostas inconstitucionais e pautas desenhadas muito mais para gerar polêmica e engajamento na internet do que para enfrentar os problemas reais da cidade.
Enquanto decisões estruturais ficam travadas, adiadas ou empurradas para depois, acumulam-se votações sobre o Dia da Fidelidade Conjugal e do Casamento Monogâmico, o Dia dos Legendários, o Dia do Atirador Esportivo, o Dia de Combate à Cristofobia e outras datas simbólicas que não se traduzem em política pública, melhoria de serviços ou qualidade de vida para a população.
O problema não é a existência de datas comemorativas ou debates simbólicos. O problema é o tempo e o dinheiro público gasto com isso. Cada sessão longa, cada votação desnecessária e cada projeto inócuo custam caro para a cidade e desviam o foco do que realmente precisa ser enfrentado.
Transporte público, mobilidade urbana, planejamento da cidade, impacto econômico do carnaval, segurança, limpeza urbana e atendimento de emergência seguem exigindo decisões concretas, orçamento, execução e acompanhamento. Assunto sério não falta em Belo Horizonte. Falta prioridade.
Eu não concordo com essa lógica. Sei que perder tempo com pauta vazia é também desperdiçar dinheiro público e oportunidade de melhorar a vida das pessoas. Como vereador, meu compromisso é usar o tempo da Câmara para discutir o que importa, enfrentar problemas reais e cobrar políticas públicas que funcionem.
Belo Horizonte não precisa de mais projetos para lacrar. Precisa de um parlamento que trate o tempo e o dinheiro da cidade com a seriedade que a população merece.