VEJAM QUE HISTÓRIA CURIOSA
Depois que eu publiquei minha avaliação sobre esse caso da “Dama do Tráfico do Amazonas”, um dos repórteres do Estadão, que assinou a primeira reportagem do caso, pediu à TV Brasil detalhes sobre meus salário. Chama atenção que Tácio Lorran (@taciolorran) reaja a uma crítica pontual a seu trabalho – que fiz de forma aberta, sem pessoalizar – com o que, me parece, uma tentativa tosca de retaliação, pra ficar em termos republicanos.
Qual o interesse na minha remuneração? Isso é pauta?
Então vamos lá: antes de mais nada, essa informação é pública e está acessível a qualquer cidadão desde o dia 1 do contrato. Isso não só é uma exigência legal como eu fiz questão de ressaltar a importância de tornar essa informação acessível. Porque, além de tudo, eu sabia que a extrema direita tentaria usar isso pra me atacar, como fizeram com a Vera Magalhães no passado, em relação a seu salário no Roda Viva. No meu caso, bem, não só a extrema direita, como se percebe.
Pra facilitar, vamos às informações:
Fui contratado em setembro para apresentar, toda terça-feira, 22h, o programa da TV Brasil, Dando a Real com Demori. O valor mensal do contrato gira em torno de R$ 36 mil.
ISSO É O MEU "SALÁRIO"?
Não.
Isso é o valor do contrato que inclui pagamentos que cabem a mim: hospedagem e passagem (não vivo em Brasília e tenho ido quase toda a semana para a capital, ficando de três a quatro dias por viagem), traslado, alimentação, impostos, vestuário e custos administrativos. Ou seja: a minha remuneração, de fato, é muito inferior a isso, estando totalmente em linha com o mercado (há, evidentemente, apresentadores que ganham muito mais que isso).
Se houver contratempos, como já houve (convidados remarcando datas, por exemplo), o custo de remarcação de passagens e hospedagem é inteiramente meu. No limite, se o contrato de prejuízo, o problema é inteiramente meu.
Meu programa estreou em 26/09 com a participação do ministro do STF, Gilmar Mendes. Já recebi Roger Waters, Erika Hilton, Michel Melamed, Jandira Feghali, Silvio Almeida, Camila Jara, Alexandre Coimbra Amaral entre outras personalidades. Todas essas pessoas atenderam gentilmente aos meus convites pessoais. Cabe ao público avaliar se estou entregando ou não um programa de alto nível.
Todas essas informações, como eu disse, são públicas.
Por que motivos o jornal @Estadao está permitindo esse tipo de procedimento? É assim que um repórter do jornal lida com críticas?
Eu comecei minha carreira no interior do Brasil em meados dos anos 1990. Achei que esse modus operandi tinha ficado no passado – vi muito disso ao longo da vida. Aparentemente há um jovem repórter se inspirando em velhas práticas – sob a guarda de seus editores. Se acham que vão me intimidar, entrem na fila.
Agradeço a todas as mensagens de apoio e solidariedade! Como vocês sabem, fui condenada a prisão em regime aberto + indenização de R$ 400mil por fazer jornalismo honesto! É um caso sem precedentes. Precisamos levantar a nossa voz!
https://t.co/EWT5UxU0gJ
Estou vendendo enxoval completo de fralda de pano. É o suficiente pra uso exclusivo e tô fazendo muuuito barato. São 43 absorventes e 24 fraldas por 500 reais.
RT da amizade até chegar em alguém que quer economizar dinheiro com a cria.
Mando pelo correio.
@Byna3690@eduardopaes Por esse pensamento nao devemos nos divertir e nem comemorarmos mais nada pq ta sempre cheio de coisa séria pra fazer. Deixa a garotada ser feliz.
Para mim, é evidente que estes ataques difamatórios, claramente coordenados, têm como alvo central o corajoso trabalho que o Ministro @FlavioDino realiza à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ele manifesto minha solidariedade e justa admiração.
Há também por trás disso a tentativa generalizada, por parte de extremistas de direita, de a todo momento fabricar escândalos e minar a reconstrução da política de direitos humanos, uma vez que só conseguem oferecer ao país caos e destruição. Num momento em que o Brasil retoma seu rumo, de forma desesperada, determinadas figuras tentam vincular o governo ao crime organizado.
No caso específico, a senhora Luciane Barbosa Farias participou de um evento organizado pelo Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, indicada como representante da sociedade civil pelo Comitê Estadual do Amazonas. Nem o Ministro, nem a secretária nem qualquer pessoa do Gabinete do Ministro teve contato com a indicada ou mesmo interferiram na organização do evento, que contou com mais de 70 pessoas do Brasil todo.
Os comitês estaduais – que integram o sistema nacional de prevenção e combate à tortura, criado por lei em 2013 – indicaram livremente seus representantes ao evento, repito, sem qualquer interferência do Gabinete Ministerial ou das secretarias do ministério neste processo.
Vale ressaltar que o Comitê Estadual de Prevenção e Combate à Tortura do Amazonas tem regulamentação própria e está administrativamente vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado do Amazonas, nos termos do decreto estadual 37.178/2016.
Os próceres da extrema-direita brasileira não têm compromisso com a verdade nem com Brasil; não têm compromisso com o combate ao crime organizado; se valem de distorções para difamar, caluniar e destruir as conquistas do povo brasileiro.
Estas pessoas não irão interromper o Brasil novamente.
*A nota do MDHC está no link* https://t.co/sitJWRE5H2
@GloboNews@AndreiaSadi@estudioi Como todo respeto, fod4-s3.
Na hora que a CONIB criticar duramente as mortes provocadas por Israel a gente pode começar a discutir o assunto com essa confederação. Nao vamos tratar essas mortes como efeito colateral.
@HugoGloss Eliezer certíssimo. É um bebê, um bebezinho amamentando. Como podem fazer esses comentários? Que sejam todos condenados na justiça. Que Lua seja muito feliz.