Eu voto em Bolsonaro
Jair Bolsonaro
Michelle Bolsonaro
Eduardo Bolsonaro
Renan Bolsonaro
Carlos Bolsonaro
Laurinha Bolsonaro
Flávio Bolsonaro
Flávio Bukele Bolsonaro
22 🇧🇷 é Bolsonaro
Voto em quem Bolsonaro indicar!
🇵🇱 A Polônia acaba de desafiar Bruxelas.
O presidente Karol Nawrocki vetou a lei polonesa que implementaria a Digital Services Act (DSA), alegando que o Estado deve proteger a liberdade de expressão, não restringi-la.
A DSA da União Europeia continua em vigor.
Mas Varsóvia enviou uma mensagem clara: governos não deveriam decidir o que as pessoas podem dizer, compartilhar ou pensar.
Enquanto grande parte da Europa aceita cada nova camada de controle digital, a Polônia escolheu resistir.
Todo europeu deveria prestar atenção. 🇵🇱🇪🇺
Pedro Campos quer saber se luIa que é muito bravo com Trump no Brasil, quando viaja vai se comportar da mesma forma.🔥
Cláudio Humberto diz que, luIa pensa que ninguém sabe que ele chamou “Trump de idiota”.
E que “grandes negociadores da diplomacia brasileira, foram substituídos por militantes políticos de esquerda, que ficam ali tocando fogo no país”.😁
Se você pensa que já ouviu de tudo, senta pra não cair!
A justiça baiana está proibindo deputados de fiscalizar os hospitais, sabe por quê?
“Está faltando insumos, hospitais caindo aos pedaços, condições mínimas de higiene..”
👀
Enquanto o crime organizado domina favelas e periferias com violência sem precedentes, o governo Lula da Silva (PT) demonstra uma seletividade chocante no uso da força estatal. De um lado, recusa-se a empregar o aparato das Forças Armadas contra facções como PCC e Comando Vermelho (CV). De outro, mobiliza operações grandiosas de desintrusão na Amazônia - especialmente no Pará e outros estados - com Ibama, PF, Força Nacional e até Exército para invadir propriedades de pequenos produtores rurais, tratar famílias humildes como criminosas e destruir o patrimônio construído ao longo de gerações.
Flávio Bolsonaro: “Eu fico indignado quando vejo Lula perder a oportunidade de fazer uma parceria internacional com trocas de inteligência, informações e tecnologia com vários países, para defender esses caras. Eu defendo os brasileiros, o Lula defende os bandidos brasileiros”
PUTAQUEPARIU!
Chegou o dia em que ouvi Rui Costa Pimenta dizer que não houve tentativa de golpe, que Bolsonaro não deveria estar preso, que a anistia deveria ser concedida e que há uma tentativa de “domesticar” o bolsonarismo…
E eu me vi concordando com o PCO…
Quem fala em "acabar com a pobreza" sabe que está vocalizando uma falácia. O que essas pessoas querem de fato é que o dinheiro dos bilionários vá parar em seus bolsos.
O caos lulista deixou um cenário de terra arrasada no Brasil. Juros, inadimplência, inflação e uma crise fiscal que ameaça as principais políticas públicas do País.
Chegou a hora de mudar isso. O Brasil quer e pode muito mais!
O MAIOR injustiçado do Brasil é o Presidente @jairbolsonaro
Paga pelo que não fez.
Sequer pode ver filhos e netos.
A campanha do Flávio deveria ser:
“EM NOME DO PAI”.
Esse deveria ser o guarda chuva de todos os discursos.
Em nome das mulheres
Em nome dos nordestinos
Em nome das crianças
Em nome da segurança
Em nome da saúde
Em nome dos católicos.
Não tá difícil de ver, basta querer.
A ELEIÇÃO NÃO SERÁ DECIDIDA PELO SEXO DO VICE
Nas últimas semanas, parte do debate político parece ter sido reduzida a uma única pergunta:
“A vice presidente tem que ser mulher?”
Mas talvez a pergunta correta seja outra:
“Essa pessoa ajuda a governar e a conquistar a confiança dos brasileiros?”
Porque a história eleitoral mostra uma realidade que muita gente prefere ignorar:
Vice não ganha eleição sozinho.
E gênero, sozinho, também não.
O eleitor brasileiro acorda preocupado com:
💰 Custo de vida
🚨 Segurança
🏥 Saúde
📚 Educação
💼 Emprego e renda
Não com a ficha técnica do vice.
As próprias pesquisas mostram que entre 60% e 80% dos eleitores afirmam que o gênero do vice não influencia sua decisão de voto.
Entre aqueles que consideram o tema relevante, a maioria o vê apenas como um fator secundário.
Ou seja:
O Brasil real está discutindo inflação.
Parte da elite política está discutindo cromossomos.
A ARMADILHA DA REPRESENTAÇÃO VAZIA
Uma mulher deve ser escolhida vice porque é mulher?
Ou porque é competente?
Porque representa um segmento?
Ou porque tem capacidade de liderar?
Porque reduz rejeição?
Ou porque pode ajudar a governar?
Quando a discussão começa e termina no gênero, algo está errado.
Porque isso transforma pessoas em símbolos.
E símbolos não governam países.
Pessoas governam.
O ELEITOR NÃO É TÃO SUPERFICIAL QUANTO IMAGINAM
Existe uma certa arrogância em alguns círculos políticos.
A ideia de que milhões de mulheres votariam em alguém apenas porque existe outra mulher na chapa.
Como se mulheres fossem um bloco único.
Como se pensassem igual.
Como se votassem igual.
Como se suas prioridades fossem determinadas pelo sexo do vice.
Mas a realidade é muito mais complexa.
As mulheres brasileiras são
Mães.
Empreendedoras.
Trabalhadoras.
Professoras.
Profissionais liberais.
Empregadas.
Executivas.
Donas de casa.
Católicas.
Evangélicas.
Conservadoras.
Progressistas.
Moderadas.
Católicas…
Cada uma possui suas próprias prioridades.
E normalmente elas perguntam:
➡️ Vai melhorar minha vida?
➡️ Vai melhorar a segurança dos meus filhos?
➡️ Vai melhorar a economia?
➡️ Vai melhorar a saúde?
➡️ Vai melhorar a educação?
Muito antes de perguntar quem é o vice.
O QUE A HISTÓRIA ENSINA?
Desde a redemocratização, eleições presidenciais foram decididas principalmente por:
✅Economia
✅Segurança
✅Desempenho do governo
✅Confiança no candidato
✅Rejeição do adversário
Nunca pelo sexo do vice.
Isso não significa que o vice seja irrelevante.
Significa apenas que sua função é complementar.
➕Somar.
💪 Fortalecer.
👷♂️Construir pontes.
Não substituir a liderança principal.
O VERDADEIRO CRITÉRIO
Se a melhor pessoa for mulher, excelente.
Se a melhor pessoa for homem, excelente.
O que deveria importar é:
▶️Competência
▶️Experiência
▶️Confiança
▶️Capacidade de articulação
▶️Alinhamento com o projeto de país
▶️Capacidade de governar em momentos de crise
Porque a Presidência da República não é uma campanha publicitária.
É a chefia da maior nação da América Latina.
O BRASIL PRECISA DE MENOS MARKETING E MAIS CAPACIDADE
A obsessão em transformar a escolha do vice numa disputa identitária diz mais sobre quem faz essa pressão do que sobre o eleitor.
O cidadão comum quer saber:
✅Quem vai melhorar sua vida.
✅Quem vai governar melhor.
✅Quem tem equipe.
✅Quem tem projeto.
✅Quem tem coragem de enfrentar os problemas do país.
O resto é debate de bolha.
E eleição se ganha no Brasil real.
Não na bolha.
Vice não ganha eleição.
E gênero não substitui competência.
O eleitor escolhe quem acredita que pode entregar resultados.
Todo o resto é acessório!
Quer dizer que aquela história de manual de compliance era conto da carochinha? 🤔
“Na proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro rejeitada pela PF na semana passada constava, sim, o nome de Alexandre de Moraes num dos anexos.
Vorcaro admite que o contrato de R$ 129 milhões com Viviane, mulher de Moraes, tinha como objetivo se aproximar do ministro. Mas, garante, nenhuma contrapartida foi dada. Nenhum ato de ofício existe que comprometa Moraes. Pode ser.
O que compromete, no entanto, é um contrato assumidamente feito com o objetivo de criar boa relação com uma autoridade. E, pior, com um valor exorbitante e injustificável.”
Creio que qualquer brasileiro um pouco mais informado tem a noção que o problema central do Brasil consiste na insegurança jurídica proporcionada por membros do judiciário que subvertem a lei conforme sua vontade periódica.
No entanto, há pessoas que se fazem de desapercebidas sobre a importância destas eleições, que não entregam nem 10% do que seriam capazes de contribuir, que buscam melindrar ou ignorar o principal concorrente do PT/Sistema, que falam somente da boca pra fora sobre as vítimas de perseguição política no Brasil, mas que pouco fazem para alavancar a candidatura com reais chances de vitória em Outubro/26.
Como marcar um território político próprio em tempos de bolsonarismo e lulopetismo? Não será, evidentemente, com o amarelinho da Seleção, nem com o vermelho de opereta comunista. Resta, então, o preto. Nikolas Ferreira surge com a pretensão, nada modesta, de encarnar a única e derradeira terceira via: um messias político desprovido de pedigree, nascido de um milagre que ele próprio julga não dever a ninguém, ancorado num futuro que dispensa o peso do passado. Atrás dele, uma legião de jovens que repele tanto o ouro gáudio quanto o carmesim ideológico e adota, em seu lugar, a cor da negação: o preto.
O preto, que nas artes plásticas e na física da luz se define pela ausência radical de reflexo, tipo: “não refletirei outras cores” ou “não contem comigo para refletir o que eu não sou”, é, coincidentemente, trazido à ribalta, para, na cabeça de muitos, representar o novo. Quase uma confissão involuntária, dirão alguns. Mas, como não recordar, diante dessa escolha, as Camicie Nere da Itália? Os Camisas Negras, milícia paramilitar do Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini, tropa de choque que garantia, a porrete e a pistola, a ascensão e a permanência do regime. Eles marchavam de negro, cor da noite, da morte e da supressão de toda nuance. É claro que a garotada de Nikolas não guarda relação orgânica com aqueles squadristi. São épocas distintas, contextos incomensuráveis. Mas as coincidências históricas, quando se repetem com tamanha precisão estética, deixam o observador levemente perplexo, como se o inconsciente coletivo da política brasileira, sempre atrasado, teimasse em reencenar velhas óperas sob novos libretos. Além do mais, o negro carrega, por razões dolorosas demais para serem ignoradas, um lastro simbólico pesado: escravidão, luto, treva. Adotá-lo como cor partidária já seria, por si, de mau gosto. Mas há ainda um segundo motivo, mais sutil e talvez mais revelador: segundo a teoria clássica das cores, o preto é neutro.
Neutro, precisamente neutro. Nem vibra, nem reflete, nem se compromete. Apenas absorve tudo e devolve o vazio. Coincidência? Ou sintoma perfeito de uma pretensa “terceira via” que, no fundo, apenas veste de elegância sombria a mesma velha indigência ideológica carmesim?
Uma das maiores injustiças da política não é apenas a perseguição aos seus adversários, mas o silêncio e o jogo combinado daqueles que chegaram onde estão graças a quem foi perseguido.
Jair Bolsonaro dedicou sua vida pública a defender pautas que milhões de brasileiros pediram. Abriu espaço para novas lideranças, fortaleceu projetos políticos e ajudou a eleger pessoas que, sem sua força popular, jamais tivessem alcançado relevância nacional.
Hoje, porém, enquanto o Presidente @jairbolsonaro enfrenta o momento mais difíceis de sua vida ao lado dos presos políticos, muitos daqueles que cresceram sob sua liderança preferem a conveniência do silêncio e o jogo de cartas marcadas. Calculam cenários eleitorais como se fosse possível apagar a própria história.
O reconhecimento não é testado nos momentos de vitória, mas nos momentos de dificuldade. É fácil e conivente caminhar ao lado de quem está no auge. Difícil é permanecer firme quando há pressão, perseguição e custo pessoal.
O tempo passa, os cargos mudam e as circunstâncias se transformam. Mas a história costuma ser implacável com aqueles que abandonam seus aliados justamente quando eles mais precisam de apoio.
No final, cada um será lembrado não apenas pelo que conquistou, mas também pelas escolhas que fez quando foi chamado a demonstrar coragem e gratidão.
Tudo está sendo calculado milimetricamente com a imprensa e os aparatos descarados ou disfarçados do sistema. Mais cristalino, IMPOSSÍVEL!