Prazer, Camozzato. Sou Deputado Estadual e candidato a Deputado Federal, apoiado pelo @marcelvanhattem para seguir o seu trabalho.
E, mais do que isso, líder do bloco de direita na Assembleia Legislativa e protagonista nos embates contra aumentos de impostos no RS e a favor do nosso desenvolvimento e competitividade.
Venho de uma família simples do interior, que através do estudo e trabalho mudaram sua realidade de vida. Trabalhei no setor privado por cerca de 10 anos, sendo parte deles como sócio de um grupo empresarial de serviços ambientais. Conheci na pele as dores de quem empreende, trabalha e investe, e sofre com os altos impostos e burocracias sem fim - que tiram dinheiro do bolso do trabalhador e do caixa da empresa, impedindo o crescimento do país e enchendo os bolsos de políticos e políticas populistas.
Se tu quer um deputado combativo, com coragem e competência para enfrentar o PT e seus aliados, e a favor do Brasil, tu encontrou teu candidato: Camozzato 3️⃣0️⃣3️⃣0️⃣✅
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Acabar com a taxa das blusinhas que ele mesmo criou
Acabar com as bets que ele mesmo legalizou
A estratégia do governo Lula para subir nas pesquisas é destruir tudo que o governo Lula fez
@SCInternacional VTC @BarcellosSCI , afundando o nosso Inter. Tu só pode ser um FDP de um gremista. Não quer só levar o clube para série B, quer afundar completamente o clube. Para trazer esse bostaa, tuutem 300 mil para pagar a vista. Queriam que a torcida se mobilizasse???
Essa é a história de como Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal há mais de duas décadas, acumulou mais poder do que qualquer presidente, deputado ou senador na história recente da República brasileira.
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Não deixaremos que Lula reescreva a História
Editorial, O Estado de S. Paulo (21/09/2026)
Para Lula, eleger Dirceu seria ‘reparação histórica’. Na História criada pelos petistas, Dirceu é herói e Lula foi ‘absolvido’ dos crimes pelos quais foi condenado. O País não cairá nessa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer reescrever a História. Andou dizendo por aí que eleger José Dirceu como deputado seria uma “reparação histórica”. Esse embuste não é casual: faz parte do esforço dos petistas para caracterizar como perseguição política, passível de “reparação”, a justa punição que alguns de seus principais líderes receberam por protagonizar os maiores escândalos de corrupção da história brasileira. Nisso inclui-se a versão petista segundo a qual Lula foi “absolvido” dos crimes pelos quais foi condenado no âmbito da Lava Jato. Contudo, no que depender deste jornal, bem como dos brasileiros que conservam alguma memória, nada disso vai prosperar.
Vamos à História real. Dirceu foi cassado pela Câmara e condenado pelo Supremo a mais de dez anos por comprar parlamentares, no infame escândalo do mensalão. Cumpriu só parte da pena e recebeu indulto da então presidente Dilma Rousseff. Lula agora quer vender o mensaleiro como perseguido. Por pouco não cobrou indenizações aos brasileiros. Na História lulista, delinquentes são heróis.
Logo que o escândalo explodiu, em 2005, Lula chegou a balbuciar que o PT precisava pedir desculpas. Ele mesmo incriminou os companheiros, dizendo-se “traído”. Em poucos meses, passou a garantir que “não teve mensalão”, e em 2009 as acusações já tinham se metamorfoseado em “tentativa de golpe”, a “maior armação já feita contra o governo”.
Em 2022, como candidato a presidente, Lula admitiu que houve corrupção na Petrobras, pois era impossível negar as inúmeras confissões e a devolução de bilhões de reais desviados. Ainda assim, a narrativa oficial petista sobre a Lava Jato é de uma conspiração urdida pelos Estados Unidos com magistrados e procuradores brasileiros para destruir a Petrobras. Em 2025, Lula anunciou que “a História vai provar” que os corruptos eram os que diziam haver corrupção na estatal. Segundo Lula, os delinquentes foram os que a investigaram. Com ajuda do ministro Dias Toffoli, o ex-advogado do PT que Lula colocou no Supremo Tribunal Federal (STF), criminosos confessos estão recuperando seu butim.
No mesmo escândalo, Lula sofreu duas condenações (ambas confirmadas pelo TRF4 e uma também pelo STJ, somando dez votos unânimes) a um total de 26 anos de prisão, dos quais cumpriu apenas 580 dias – até que o Supremo anulasse tudo sob o argumento extemporâneo de que a Justiça de Curitiba não tinha a competência que a própria Corte ratificara havia anos. Solto, disputou e venceu a eleição de 2022, sustentando a fraude segundo a qual ele foi “absolvido” pelo STF.
Lula também proclamou Dilma “absolvida”. Depois de encerrada uma ação de improbidade sobre manobras fiscais que nada tinha a ver com o impeachment da presidente, Lula concluiu que sua criatura fora julgada por algo que “não aconteceu” e disse que o Brasil lhe devia “desculpas” e “reparação”. O PT passou anos a chamar de “golpe” uma decisão do Congresso sob rito controlado pelo Supremo. Hoje o STF costuma classificar esse tipo de discurso, se proferido por simpatizantes de Jair Bolsonaro, como “atentado à democracia”. São outros tempos.
Lula não esquece as injustiças que diz ter sofrido e cobra reparações com zelo. Já para as promessas eleitorais abandonadas, dissidentes escoriados, adversários demonizados e seus amigos autocratas, a memória é seletiva. O passado inconveniente costuma ter vida curta. Já o passado útil é submetido a retoques sucessivos até adquirir a forma que convém a Lula no presente.
O PT votou contra grandes marcos civilizatórios da redemocratização, a começar pela própria Constituição, passando pelo Plano Real até a Lei de Responsabilidade Fiscal, sem jamais dar sinal de compunção. Como a culpa pela pior recessão da Nova República foi de Deus e o mundo, exceto do governo petista, Lula nunca achou que deveria se escusar.
É por isso que a “reparação histórica” de que fala o presidente merece ser levada a sério – só que não no sentido pretendido por ele. Se Lula quer acertar as contas da História, convém abrir o livro inteiro. Nele estão as culpas que o petismo terceirizou, as vítimas que transformou em algozes e as desculpas que nunca deu. Lula cobra reparações, mas o Brasil ainda espera que ele pague o que deve. As urnas estão aí para lhe antecipar o troco.
🤡 O cara faz parte da oligarquia, desde o império, mas tira a carta da vitimização.
Desde a cabanagem, a família combate a independência do povo.
O tetravô, Francisco Manuel Antônio Monteiro Tapajós, o “Herói de Tapajós”, era proprietário de terras às margens do rio Tapajós, na então Província do Grão-Pará. Colaborou com o governo imperial na repressão à Cabanagem (1835-1840), revolta de negros, indígenas e mestiços. Dom Pedro II o recompensou. Entrou na política, virou deputado provincial e presidiu a Assembleia do Grão-Pará. Outro ancestral, Nicolau Castro e Costa, de quem Dino herda parte do sobrenome, foi deputado provincial no Amazonas em 1874.
Dino nunca teve origem popular. Sua origem de classe dominante provincial se aliou ao trono, recebeu título e cargo, e transmite o capital político de geração em geração.
O avô, Nicolau Dino de Castro e Costa, chegou a desembargador no Maranhão numa época em que o Judiciário se preenchia por indicação. O pai, Sálvio Dino, foi vereador, deputado estadual e prefeito. A família ocupa cadeiras em academias de letras, redes jurídicas e postos eletivos.
Cinco gerações no mesmo circuito: terra, assembleia, tribunal, política. O sociólogo Ricardo Costa de Oliveira descreveu o padrão com famílias políticas com parentesco no Judiciário, no Legislativo e na intelectualidade local.
Há uma ironia estrutural. A Cabanagem foi um levante de populações que o tetravô ajudou a esmagar em nome da Coroa. Quase dois séculos depois, o descendente usa a linguagem contemporânea da opressão racial para responder a quem o descreve como jurista de província. A família que subiu combatendo a revolta popular agora invoca a matriz racista contra o adjetivo que descreve exatamente de onde ela veio: o poder local consolidado no Império e reproduzido na República.
Dino tem direito de se defender. Não tem direito de reescrever a genealogia. Ele não é um outsider que o Sudeste despreza por ser maranhense. É o produto acabado de uma oligarquia norte-nordestina que há gerações conversa com o Estado, primeiro com o imperador, depois com o tribunal, agora com o Supremo. A “província” não o excluiu. A “província” o fabricou.
Reparação histórica é oscambau‼️
O editorial é um ataque direto à tentativa do PT de reconstruir a memória pública dos grandes escândalos que marcaram o partido. O editor afirma que LuIa tenta transformar Dirceu em símbolo de “reparação histórica”, como se sua eventual eleição fosse uma correção moral de injustiças, quando, na verdade, Dirceu foi CONDENADO no Mensalão e na Lava Jato, com provas, delações e decisões confirmadas em várias instâncias.
Ao recontar o passado, o PT tenta limpar sua biografia política e transformar derrotas jurídicas em vitórias simbólicas. O editor rejeita essa operação e afirma que o país não deve aceitar essa versão conveniente da história.
Fala-se que a extrema-direita está tomando a Alemanha. Mas não é exatamente isso que está acontecendo. O problema é mais complexo. A polarização (ou a divisão) entre direita populista (AfD) x esquerda populista (Linke) está implodindo o sistema democrático na Alemanha. Como escreveu ontem Yascha Mounk:
"O Linke (Esquerda), grande vencedor de mais uma eleição realizada hoje na cidade-estado de Berlim, descende do Partido Socialista Unificado (SED), que governou a Alemanha Oriental com mão de ferro. Nos primeiros anos após a reunificação, o partido se dirigia principalmente a eleitores mais velhos, nostálgicos da segurança proporcionada pelo regime comunista. Nos últimos anos, o partido se remodelou à imagem da esquerda iliberal global.
[...]
Durante a recente campanha eleitoral em Berlim, alguns de seus apoiadores foram filmados gritando ���Yalla, Yalla Intifada!”. Na noite da eleição, o chefe de um notório clã criminoso visitou a festa de campanha do Linke, declarando com entusiasmo à imprensa seu sentimento de afinidade com o partido.
Nem a Esquerda nem a AfD são capazes de resolver os problemas muito reais que a Alemanha enfrenta atualmente. Aliás, apesar de todas as suas enormes diferenças, ambas apresentam algumas semelhanças notáveis — desde suas aproximações com Moscou até sua persistente incapacidade de expulsar os antissemitas de suas fileiras" .
@RealPauloBrito Eu acho esse número do Baldasso inflacionado, como pode um colorado sério assistir esse cara? Deixando essa indignação de lado. Muito sucesso @RealPauloBrito
Lula e o fim de um ciclo
Eu considero Lula favorito para PERDER esta eleição.
Sou Roberto Reis, estrategista eleitoral há 27 anos, com campanhas pelo Brasil para todos os cargos e mais de 300 palestras para o mercado financeiro e o agro desde 2022.
Minha leitura antecede as pesquisas com Flávio na liderança. Escrevo sobre isso há quase três anos.
O sentimento de 2026 é CANSAÇO.
O modelo que elegeu Lula já não funciona como antes.
Depois da estabilidade com Fernando Henrique, o brasileiro queria consumir e melhorar de vida.
Lula entendeu isso.
Mas quem passou a consumir quis patrimônio. Quem chegou à universidade esperou uma carreira. Quem abriu um negócio quis crescer.
A resposta do passado ficou pequena para a necessidade seguinte.
A crise de 2014 abalou a confiança nesse caminho. Vieram o impeachment e 2018, sem atender plenamente à demanda por MUDANÇA.
A pandemia tornou urgente a proteção estatal. Para mim, Lula só venceu em 2022 por isso. Voltou reunindo saudosos, petistas e gente que só queria tirar Bolsonaro.
A aliança venceu por pouco, sem conquistar a sociedade. O PT não encontrou razões para manter essa união.
Lula responde pelo terceiro mandato. Reeleição, meus caros, é um plebiscito sobre isso.
Ele representa permanência. O PT pede um sexto mandato, entre Lula e Dilma, para entregar o que o brasileiro não pode esperar.
Enquanto isso, o eleitorado MUDA.
Quem faz dezoito anos nasceu em 2008. Não viveu conscientemente os primeiros governos Lula. Pode apoiar políticas sociais e rejeitar Lula.
Conquistar essa geração exige futuro.
Para elas, Lula, aos 80 anos, de chapéu e voz rouca, não parece preparado.
O trabalho mudou.
Prestadores de serviço, pequenos comerciantes, vendedores digitais e trabalhadores de aplicativos não cabem no discurso de um partido sindical.
A classe média paga impostos, não se vê nos programas sociais e banca saúde, educação e proteção privadas. Parece estável, mas uma doença ou demissão desorganiza tudo.
Emprego não significa carreira. Salários baixos e falta de crescimento frustram. O diploma prometeu prosperidade. Sem ela, estudante e pais se decepcionam.
O eleitor suporta dificuldade quando acredita avançar. O problema é trabalhar mais apenas para não cair.
O país já não busca picanha.
Luta para continuar comprando ovo.
O dinheiro já chega comprometido com dívidas. Renegociar alivia, mas, sem renda suficiente, a dívida volta. Para mim, o Desenrola falhou por isso.
O crédito caro adia o carro, a reforma e a expansão do negócio. Bons indicadores não apagam planos frustrados.
Os impostos apertam quem produz. E a contrapartida decepciona: filas, atendimento ruim e criminalidade.
A violência força famílias e comerciantes a gastar com proteção. Dinheiro que melhoraria a vida paga pelo medo.
O discurso de perdão do PT parece distante de quem quer ordem.
A corrupção reforça a suspeita de que o contribuinte sustenta privilégios. Quem está no trono sofre mais desgaste.
Para mim, o antipetismo é maior que o bolsonarismo.
Nas pesquisas, cerca de 55% dizem que Lula não merece um quarto mandato.
Meu caro, a crise do STF é só a cerejinha do bolo.
A sessão de 15 de setembro pode reforçar a percepção de tratamento desigual. O pedido de vista adiou a decisão, mas as imagens seguiram no WhatsApp.
André Mendonça pode gerar solidariedade em quem também se vê impotente diante do poder.
Lula fica associado à preservação daquele ambiente. O eleitor nem precisa achar que Lula controla o Supremo. Basta crer que sua continuidade dificulta a mudança.
A indignação pode transbordar o bolsonarismo. A pessoa rejeita aspectos da oposição, mas recorre a ela para mudar.
Faltam duas semanas para o primeiro turno.
Quatorze dias podem mudar votos. Não apagam quase vinte anos de PT.
A sociedade cansou do protagonista, do roteirista e dos capítulos repetidos.
Vai trocar de canal sem saber o que encontrará, por uma razão:
ninguém aguenta mais o PT.
Lula é favorito sim,
para perder a eleição.
🚨 ESTOU NAS URNAS, MAS SEM VOZ PARA FAZER CAMPANHA.
Uma decisão individual do TSE tentou calar minha voz antes que o plenário analisasse o caso, apesar de o TRE-PR ter aprovado minha candidatura por 4 votos a 3.
Não vou burlar a decisão. Mas agradeço a cada brasileiro que está denunciando esse absurdo e sendo minha voz enquanto tentam me silenciar.
Compartilhe este vídeo para que o Brasil inteiro saiba que estão tentando calar o Paraná.