Un 22 de julio de 1962, el líder fascista británico Oswald Mosley, intentaba realizar un mitin en la Trafalgar Square de Londres... los antifascistas se organizaron, asaltaron el escenario, lo expulsaron a palos y obligaron a los fascistas suspender el mitin.
Así se combatía al fascismo antes, ahora a los antifascistas se les llamaría terroristas y se pide respetar las "ideas" de los fascistas, se les da altavoz y se debate con ellos.
El fascismo es un crimen y llevó a la humanidad a una guerra mundial con más de 50 millones de muertos, no es "una opción electoral" a respetar, es una lacra que debe ser erradicada y jamás tolerada.
Num dia como hoje, a 19 de julho de 2012, começou a revolução de Rojava, em Kobanê, no Norte da Síria, libertando-se dos grupos jihadistas que tentavam estabelecer domínio sob a região e obtendo independência do regime baathista. No dia seguinte, a cidade de Afrin fez o mesmo.
A revolução de Rojava (Oeste do Curdistão/ Curdistão Sírio) espalhou-se por todo o Norte e Leste da Síria, expulsou o Estado Islâmico e desenvolveu, no contexto de uma guerra civil e de ataques externos, um sistema não estatal de autogoverno baseado nos princípios do confederalismo democrático, de libertação das mulheres, democracia comunal e ecológicos. Nesta região, que corresponde a cerca de um terço da Síria, vivem hoje juntos curdos, árabes, assírios, turcomanos, arménios e circassianos, que se organizam nas estruturas da Administração Autónoma do Norte e Este da Síria (AANES).
Tal como na revolução espanhola de 1936, com a mesma data de começo, Rojava atraiu revolucionários internacionalistas que se juntaram à defesa da revolução contra o fascismo do Estado Turco e dos seus satélites jihadistas, em particular o Estado Islâmico. Hoje, a revolução de Rojava, juntamente com o movimento de libertação curdo nas quatro partes do Curdistão, persiste em resistência contra as forças imperialistas regionais e internacionais, demonstrando que o capitalismo não é o “fim da história” e que, mesmo no século XXI, os oprimidos podem escolher e moldar o seu destino com as suas próprias mãos e escrever a sua própria história de resistência e libertação.
Um texto, infelizmente pouco conhecido, escrito há mais de 40 anos, desfez um mito que ainda perdura: o de que Rui Barbosa teria queimado todos os documentos referentes à escravidão. https://t.co/PX5EJtC8zv
Neste dia, a 12 de janeiro de 1904, começou a revolta do povo Herero na Namíbia contra a ocupação colonial alemã. A revolta surgiu em resposta ao aumento das tensões no interior da colónia alemã e foi iniciada por ordem de Samuel Maharero, líder dos Herero.
Em 1884, o Estado alemão declarou o Sudoeste Africano, a atual Namíbia, como posse colonial. Os alemães apropriaram-se das terras das populações africanas locais e instituíram leis e políticas destinadas a explorar a população local. Os Herero eram um dos maiores povos que habitava a região e mantiveram algum poderio económico até que uma peste em 1897 matou 90% do seu gado, enfraquecendo as suas comunidades. A partir daí, as políticas coloniais alemãs tornaram-se ainda mais brutais, restringindo severamente a liberdade e a cultura do povo Herero.
Assim, a revolta começou com a invasão de Okahandja, uma cidade no centro da Namíbia, por combatentes Herero montados, que mataram 123 pessoas, a maioria colonos alemães, e incendiaram edifícios. A revolta espalhou-se pela região, com os Herero a ocuparem uma estação militar, a cercarem outra cidade e a emboscarem uma companhia militar alemã.
Eventualmente, porém, os Herero foram subjugados pelas forças alemãs. Muitos acabaram por morrerem de fome e de sede enquanto fugiam através do deserto de Omaheke. Cerca de 12.000 foram forçados a render-se e colocados em campos de concentração, onde ocorriam execuções diárias e experiências médicas desumanas. Muitos dos prisioneiros foram escravizados e obrigados a trabalhar na construção de caminhos-de-ferro, docas e edifícios em todo o território.
Cerca de 80% da população Herero da Namíbia foi exterminada durante a revolta. O General Lothar von Trotha, enviado para esmagar a resistência, ordenou que “Dentro das fronteiras alemãs, todo o Herero, armado ou desarmado, com ou sem gado, será fuzilado”. Um relatório publicado em Londres em 1918 afirmava que os soldados alemães matavam indiscriminadamente mulheres e crianças desarmadas.
Esta guerra e a ordem de extermínio do general Lothar von Trotha são consideradas como o primeiro genocídio do século XX.
Mais informações, fontes e mapa (em inglês): https://t.co/USPlOlI7XN
Paracaidistas belgas que servían bajo la misión de las Naciones Unidas en Somalia, torturan a un niño somalí sobre un fuego, después de que el niño entrara en la base militar para pedirles algo de comida. (1993)
La misión de la ONU en Somalia se había lanzado precisamente para paliar la hambruna, en mitad de la guerra civil... y esto es lo que hacían los soldados de la ONU cuando les pedían comida.
Entre 1904 y 1908, las tropas imperiales alemanas asesinaron a miles de hereros y namas en la colonia de África del Sudoeste Alemana, actual Namibia, por resistirse a la ocupación colonial. Sus descendientes, despojados de sus tierras y marginados por el poder central, hoy buscan reconocimiento de los crímenes y reparación. ✍️ Clotilde Ravel
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"Trabajad, trabajad, proletarios, para aumentar la fortuna social y vuestras miserias individuales; trabajad para que, haciéndoos cada vez más pobres, tengáis más razón de trabajar y de ser miserables. Tal es la ley inexorable de la producción capitalista"
PAUL LAFARGUE
#fuckwork
@folha Ignorância total! a única forma política que a estupidez galopante consegue ver é a eleitoral, tudo que foge disso desconhecem completamente. Sabe de nada!!
@acacio1871 Morava no bairro vizinho... GCM em Guarulhos está altamente militarizada e com investimento vultosos do prefeito que é uma imitação barata do Bukele.
Latest issue of Theory, Culture & Society: Ross Abbinnett, 'On Late Fascism: Derrida, Toscano and the Return of Absolute Hostility' - examines the question of the return of fascism to the political mainstream in European liberal democracies. https://t.co/GuhhYhaoyA
@Cecillia Capes e Cnpq deveriam custear este processo em defesa da pesquisadora brasileira contra esta rapinagem colonial desse pseudopesquisador canalha
Vcs estão acompanhando essa safadeza europeia? Universidade Federal do RN X Universidad Miguel Hernandez del Eche. Pesquisadores espanhóis copiaram pesquisa da brasileira e estão ganhando $ e reconhecimento em cima dela - e pediram pra ela calar a boca! Alô BR #MetodoTaylorSwift