Vinícius Junior tá fazendo exatamente o que se espera de um jogador com o status que ele tem contra um adversário como o Haiti.
Já o Raphinha teve a atuação de um Rony Rústico.
São níveis completamente diferentes. Nunca mais comparem, é desrespeitoso.
“O futebol brasileiro não tem uma identidade de como formar jogadores. A gente não tem uma escola. A gente tem muita formação. Aparece um Ronaldinho Gaúcho, um Ronaldo, um Romário, um Rivaldo, um Neymar… Eles aparecem. O nosso futebol é muito intuitivo, é um futebol que talvez está mais no sangue, no coração, do que na cabeça.”
“O futebol se tornou muito coletivo, as outras seleções evoluíram, passaram da gente taticamente, e tecnicamente a gente não consegue mais formar como antes. Isso fez igualar.”
“A gente tem uma boa geração, mas a gente não tem meio-campista, por exemplo. Não temos um meia parecido com o Vitinha ou com o Pedri. O futebol brasileiro não produz mais esse tipo de meio-campista, porque não sabe produzir. A Espanha sabe. A Espanha tem um tanto de 'Pedris'. Portugal tem Vitinha e João Neves.”
“A gente parou de produzir intuitivamente como antes, e as outras seleções evoluíram no estudo. Outro detalhe é que a gente não tem técnico, a gente não tem cabeça pensante.”
🎙️ Marcelo Bechler, na @TNTSportsBR.
📸 TNT Sports | Rafael Ribeiro e Nelson Termé/CBF
O YAGO TÁ DE VOLTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, NAÇÃO!
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