A esquerda que despreza o cristianismo só se lembra de Cristo quando pode usá-lo como escudo. Confundem misericórdia com permissividade, como se amar o pecador significasse absolver o crime. Mas desde Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, a Igreja ensina que a justiça é parte do amor: proteger o inocente é um ato de caridade, e punir o mal é restaurar a ordem que o próprio Deus instituiu. O apóstolo Paulo foi claro: a autoridade não traz a espada em vão, é serva de Deus para castigar quem faz o mal. O cristão não é chamado à covardia, mas à coragem moral. Cristo, que perdoou, também empunhou o chicote. O cristão que ama o bem não pode ser neutro diante do mal. Por isso, quando a polícia reage a criminosos, o cristão não celebra a morte, mas a vitória da ordem sobre o caos. Porque amar o bem é odiar o que o destrói - e a verdadeira paz só existe onde há justiça.
"Ele me perdoou! Sua irresistível graça me alcançou!
Eu não te troco por nada, não há espaço pra mais nada, todo vazio que havia em mim, hoje é Sua morada. A minha alma buscava e nada me completava; a tua presença é o que faltava em mim. Minha vida foi transformada!" 🎶🎵