@andrefran Uma coisa é cumprimentar outra e abraçar efusivamente. Ela e Merval estavam disputando quem puxava mais o saco do miliciano. E ainda tem a questão do power point.
@diegoschueng Podia disfarçar um pouco né? Abraço efusivo fica feio. Até pq ela é o Merval disputam para vê quem defende mais o miliciano. E a atitude dela com a Miriam por ter criticado o Flávio no debate da Band?
@traumann Mas não foi um a abraço muito caloroso? Desde o primeiro turno Sadi e Merval disputam para vê quem defende de mais o miliciano. Depois não venham reclamar qdo forem esculachados e de censura se esse vagabundo se eleger.
Pela liberdade e pelo amor! Assistam. Espalhem. Compartilhem. Repostem.
E se você conhece alguém que pertence ou tem parente na comunidade LGBTQIAPN+, mas que ainda pretende votar em Flávio Bolsonaro, encaminhe. Precisamos proteger o Brasil e essas pessoas.
Amaury Lorenzo:
"Sou surdo e daqui a um tempo ficarei completamente surdo e não poderei seguir na profissão que amo. Flávio Bolsonaro chama o presidente Lula de ‘nove dedos’ e isso me pegou muito pq essa é a minha realidade como pessoa com deficiência"
🚨⭐ Esse corte aqui sinceramente VENCEU SOZINHO o debate de hoje na Globo.
Dia 25, votaremos pelos trabalhadores que se acidentam, que suam, que batalham todos os dias, e que possuem consciência que é IMPOSSÍVEL debater com o patrão. Domingo é 13.
Serginho Groisman: "Eu tô achando que a esperança voltou nesse sentido. Que o argumento voltou e que as pessoas agora, com os fatos acontecendo, podem mudar de ideia."
Delegado da Polícia Civil do Rio revela o que sabe sobre o bolsonarismo e o submundo do crime
Um dos mais experientes profissionais da segurança pública do Rio de Janeiro fala sobre um dos temas mais graves da política brasileira: a relação do bolsonarismo com o submundo.
Vinícius George, delegado aposentado da Polícia Civil do Rio de Janeiro, com mais de 30 anos de experiência na área da segurança pública.
Ao longo de sua carreira, atuou em delegacias distritais e especializadas, na Chefia de Polícia e na Secretaria de Segurança Pública, onde trabalhou nas áreas de inteligência e controle interno.
Também exerceu funções na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde coordenou duas importantes Comissões Parlamentares de Inquérito: a CPI das Milícias e a CPI do Tráfico de Armas, Munições e Explosivos.
Trata-se, portanto, de um profissional que conhece profundamente a realidade da criminalidade no Rio de Janeiro, a atuação das milícias e os desafios do combate à corrupção nas instituições de segurança pública.