Acabei de ouvir um "esquerdista" escandalizado dizendo: "então tem que deixar cometer o crime para depois prender?!" - sobre as redes sociais
Uai, claro! No mundo normal só pode prender a pessoa por cometer crime depois de cometer o crime, ou no processo de tentar...
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🚨🇧🇷⚖️ Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, critica duramente Erika Hilton por acionar a AGU para remover postagens de internautas por suposta desinformação sobre a Lei da Misoginia:
“Se a gente não tiver o direito de distorcer os fatos, tem que fechar toda a grande imprensa: Globo, Estadão, Folha, etc. Distorção dos fatos é o que não falta; tem muita distorção, muito ocultamento de realidades.”
“O que temos é uma escalada brutal de censura. O que temos é a AGU agindo diretamente. A Erika Hilton acha que o que essa mulher falou é besteira? É mentira? Responde ela, esclarece; ela é deputada. Não, mas aí você é obrigado a convocar o Poder Público para o Poder Público limitar a pessoa, para apagar a postagem que ela fez, porque se não, vai ter processo.”
"Erika Hilton tem um aparato financiado pelas ONGs para ficar fiscalizando o que é dito nas redes sociais, internet, etc. Se alguma pessoa que tem alguma audiência fala algo de que ela não gosta, ela vai imediatamente chamar a polícia.”
Parabéns à esquerda pequeno-burguesa maluca! Nem consigo ver os posts deles por conta da Lei Felca! No caso em tela, é algo que a candidata da UP postou.
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@zebradarebeliao O PCO é o único partido de esquerda que não tem sua política atrelada a do imperialismo. No golpe de 16, que foi real, ao contrário das exquerdas que se uniram a Globo/STF pelo Fora Dilma e dos petistas que achavam que deveria passar a página do golpe. O PCO foi quem mais lutou.
No mesmo Brasil em que você pode ir parar na cadeia por falar que um homem de peruca é um homem, emagrecer também virou crime.
A peregrinação dos gordinhos no Paraguai para comprar uma canetinha mais barata foi desbaratada pela Polícia Federal.
Esperamos que a extrema direita faça barba e cabelo com isso, porque é bem merecido. Quem maltrata o povo desse jeito, não pode reclamar depois.
Veja o que Rui Costa Pimenta, o pré-candidato à presidência da República mais anti-Anvisa do Brasil, tem a dizer sobre isso:
“Todo mundo já ouviu falar das canetas emagrecedoras. Depois de alguns aperfeiçoamentos, você tinha aí o chamado Ozempic e descobriram uma forma mais eficiente, com menos efeitos colaterais, que é o chamado Mounjaro. Aí nós tivemos uma demonstração da 'maravilha' que é o capitalismo: um remédio de muita necessidade para muita gente, e eles apareceram com o remédio no Brasil cobrando quase 2 mil reais por mês. Uma verdadeira facada.”
No Brasil, só há um laboratório que produz esse remédio. Ou melhor, só há um laboratório autorizado a produzir esse medicamento.
Para driblar este preço criminoso os gordos começaram a visitar o Paraguai e comprar o mesmo remédio de outras marcas. Por que tamanho esforço? Por que lá o mesmo remédio custa 10% do valor!
“Começou uma romaria para o Paraguai pelo remédio. O cidadão ia lá e pagava, no valor de um mês, remédio para quase o ano inteiro.”
Mas existe a Anvisa. E ela proibiu todos os outros remédios; o único que permitiu foi o Mounjaro.
“A Anvisa deu a esse laboratório o monopólio. Mas a obesidade não é um problema estético, é uma doença. Há pessoas que têm obesidade crônica. E o remédio não é apenas para a obesidade, é também para o diabetes, que é uma doença grave. Se você estabelece que o remédio vai custar 2 mil reais por mês, quem é que pode comprar? Você vai ter que ganhar 8 ou 10 mil reais para comprar o remédio, e ainda assim vai pesar na sua conta. A maioria das pessoas que precisam do remédio não vai conseguir.”
Esse não é, contudo, o fim da história.
“Eles montaram esta semana aqui uma gigantesca operação policial para prender qualquer pessoa que comprasse o remédio no Paraguai. Por que isso? Qual a preocupação? O que eles querem evitar? Eles montaram uma operação tão grande que os ônibus que vinham de Foz do Iguaçu eram parados, as pessoas eram revistadas e, se tivessem com o medicamento, eram presas. Quem for pego com o remédio, pode pegar cinco anos de prisão”.
O pré-candidato à presidência da República pelo PCO questiona: para a pessoa não tomar remédio sem eficácia, para 'proteger' essa pessoa, você a coloca na cadeia por cinco anos? Não faz sentido.
Aqui, como tudo na vida, temos que nos perguntar o seguinte: quem se beneficia dessa operação grotesca? O laboratório. A proibição e a operação policial servem para preservar a extorsão que esse laboratório está praticando contra a população brasileira.”
O caso demonstra a dominação dos monopólios sobre o País. Uma única empresa colocou o Estado brasileiro a serviço de preservar seus bilhões às custas da população que precisa desse remédio.
“Eu vou dizer uma coisa: bem feito. A extrema direita está fazendo uma campanha gigantesca em defesa dessas pessoas. Bem feito, você merece; é bem merecido esse resultado. Isso vai dar o maior problema para o governo. E eu digo: bem feito, aproveitem bem. Espero que a extrema direita e a direita façam barba e cabelo, porque é bem merecido isso."
Ao longo de 26 anos, o PT se mostrou incapaz de oferecer uma cura para os problemas do Brasil.
Em vez disso, paliativos.
Nenhuma transformação real.
O pré-candidato do PCO à presidência da República, Rui Costa Pimenta, explica:
“As entrevistas de Lula deixam claro o principal problema da política do PT: não é uma política transformadora. Ela não transforma a realidade. É uma política que não é uma cura. É uma espécie de anestésico para aliviar a dor. É como se você estivesse com uma dor muito forte e precisasse fazer uma cirurgia, mas, em vez de corrigir o problema de fundo, você tomasse um anestésico
Estamos em 2026 e o Bolsa Família nem ao menos diminuiu de tamanho. São duas décadas com um quarto da população vivendo de um terço do salário mínimo. Isso não é a menor taxa de desemprego, é uma catástrofe econômica. Ninguém vai dizer que o cidadão que entrega comida de Ifood tem um emprego normal.”
Enquanto a China teve um crescimento econômico impressionante, o Brasil anda para trás.
Dizer que o país é o “celeiro do mundo” não é motivo para comemoração. É uma vergonha.
O Brasil está perdendo sua indústria por causa de uma política de genocídio econômico.
Para entender, veja o que disse o pré-candidato à presidência da República pelo PCO, Rui Costa Pimenta:
“O Brasil está perdendo a indústria e está andando para trás. Enquanto a China teve um prolongado período de evolução industrial e andou para frente, aqui não adianta nada fazer programas sociais, uma mudança aqui e outra ali, se você não tocar nos problemas de fundo.
Lula fala: ‘o Brasil é o celeiro do mundo’. Isso não é uma coisa boa. O Brasil não é um país agrário e, se voltar a ser, é um retrocesso histórico. Na exportação brasileira, os principais produtos são os agrícolas. A grande ‘evolução’ do país é que o Brasil está voltando a ser um grande exportador de matéria agrária.
O PIB brasileiro não cresce, não se desenvolve. Se a gente pegar um gráfico para ver o desenvolvimento do PIB desde a década de 1970, vamos ver que há um retrocesso, que é contrariado apenas em determinados momentos em que há alguma mudança passageira no mercado mundial.
Lula fala que é o menor desemprego da história, mas um quarto da população brasileira está no Bolsa Família. Isso não é a menor taxa de desemprego, é uma catástrofe econômica.”
O Hezbollah e o Irã são os únicos verdadeiros defensores do povo libanês.
O presidente do Líbano governa para os Estados Unidos e para "Israel", e não para sua própria população.
Confira a Análise Política da Semana deste sábado (18) feita por Rui Costa Pimenta, pré-candidato à presidência da República pelo PCO:
"O governo do Líbano foi colocado pelo imperialismo — pelo governo dos EUA, da França, da Alemanha etc.
Enquanto o Irã reivindicava cessar-fogo no Líbano, enquanto a população libanesa estava sendo trucidada pelo sionismo, o governo libanês colocava obstáculos ao cessar-fogo. O presidente do Líbano chegou até mesmo a reclamar que o Irã estava tentando negociar em nome do Líbano. Um espetáculo grotesco.
Temos que destacar também a valentia do Hezbollah, que infringiu uma série de danos às forças sionistas que estavam tentando ocupar o sul do Líbano. Aqui estamos num compasso de espera para ver o que as negociações vão decidir.
O imperialismo, embora não tenha conseguido nada no campo de batalha, não quer se apresentar como derrotado. Esse caso, embora seja clara a vitória do Irã, não quer dizer que a situação esteja encerrada. Vamos ter que acompanhar as idas e vindas do que vai acontecer."
Esquerda brasileira não defende os direitos democráticos do povo, mas defende essa farsa criminosa que o imperialismo chama de "democracia". Rui explica:
"A eleição na Hungria confrontou dois elementos de direita: um cidadão chamado Péter Magyar e o governante de muitos anos da Hungria, que é o Viktor Orbán. Os dois são de direita. O Magyar saiu de dentro do partido de Orbán; é, muito provavelmente, uma operação para criar uma oposição ao Orbán por parte do imperialismo.
Aí o que nós vimos? Imediatamente a esquerda brasileira começou a falar que a "derrota" (ou oposição) a Orbán era uma vitória da democracia. Nós já vimos esse filme: se você dá um golpe de Estado na Ucrânia, é vitória da democracia; se der golpe no Egito, é vitória da democracia. O grande problema da eleição é que a União Europeia estabelece que qualquer Estado da UE tem poder de veto sobre as questões principais. Orbán é próximo dos russos e ele interpôs um veto à ajuda militar à Ucrânia. Toda a questão da eleição girava em torno disso: era o "partido da guerra" contra o partido que não era favorável à guerra contra a Rússia.
A UE interveio diretamente nas eleições. Houve denúncias de que as redes sociais encolheram a propaganda de Orbán. As ONGs apoiaram esse Magyar. A política dele está muito longe de ser democrática no sentido que eles falam; muita coisa que Orbán defendia, ele também defende. Ele nem segue o figurino da social-democracia europeia. O que é espantoso é como a vida política da esquerda brasileira gira em torno da política imperialista. A esquerda não defende direitos democráticos da população; ela defende uma estrutura política que é típica do imperialismo, a qual ela chama de 'democracia'.
Esses crimes, como em Gaza, tiveram a virtude de expor a farsa da 'democracia'. Tivemos gente presa na Inglaterra porque protestou contra o crime em Gaza. O pessoal da Ação Palestina está preso até hoje; são presos políticos por causa da guerra de Gaza. A censura tem que ser na internet; a censura na internet contra palestinos é gigantesca. Está cheio de gente que foi presa, que foi solta e presa de novo. Aí a esquerda fala assim: 'foi vitória da democracia'. Não, é uma vitória do imperialismo. Ou, digamos assim, é uma vitória da ala mais imperialista nas eleições húngaras, porque o Orbán também não foi anti-imperialista em nenhum momento; ele apenas se colocou contra o apoio militar à Ucrânia.
Tem outra coisa que é o seguinte: a Hungria é a terra do George Soros. O Soros já tentou derrubar o Orbán em mais de uma oportunidade, e o Orbán foi para cima e reprimiu o Soros. O Soros tinha até uma universidade e o Orbán foi lá e fechou, o que enfatiza a importância do caso Orbán para o imperialismo."
Alysson Mascaro perdeu seu emprego por causa de um lobby criminoso e histérico. Rui explica:
"Uma das vítimas da máquina de moer carne do identitarismo é o Alysson Mascaro. A gente já falou dele aqui em outras oportunidades. Ele foi acusado de assédio sexual contra estudantes. Arrumaram pessoas lá que vieram denunciar coisas totalmente absurdas: um cidadão denunciou que ele o abraçava quando ele ia à casa do Mascaro; outro, que ele ficava olhando os jovens no banheiro, etc. e tal.
Algumas coisas que conversamos com o Mascaro eu já sabia: que há uma histeria, que se criou todo um clima de perseguição contra ele, porque o lobby funciona assim: cria um clima de histeria contra seus alvos. Ele não teve a oportunidade de se defender, porque se defender com todo mundo histérico é difícil; você vai defender o cidadão e o pessoal começa a perseguir você também.
O que ele me contou foi que ele perdeu o emprego dele na USP; este foi o resultado da campanha contra ele. Ele foi exonerado do cargo de professor titular por decisão do conselho da universidade, que me parece que são 90 membros, mas as pessoas que votaram a demissão dele foram menos de 30. Por aí você vê também o nível de perfídia da operação. Nem vou dizer que ele praticamente não teve direito a se defender, porque o direito de defesa some quando você tem uma campanha histérica contra você.
Mas o que mais me surpreendeu foi que ele não foi demitido pelas acusações sexuais que fizeram contra ele, porque não conseguiram estabelecer com clareza o que tinha acontecido. Ele foi demitido por uma tecnicalidade. Como não conseguiram provar nada, mesmo em meio à histeria, encontraram um motivo burocrático para demiti-lo. Quer dizer: a vontade era de demiti-lo de qualquer jeito."
É preciso defender o direito das pessoas de distorcerem os fatos. Rui explica:
"Se a gente não tiver o direito de distorcer os fatos, tem que fechar toda a grande imprensa: Globo, Estadão, Folha, etc. Distorção dos fatos é o que não falta; tem muita distorção, muito ocultamento de realidades.
Nós temos aí dois anos e meio de conflito na Palestina, em Gaza, um morticínio impressionante. Uma das coisas mais impressionantes na política internacional que nós já vimos, e esses jornais trataram de falsificar os acontecimentos cotidianamente durante esses dois anos. Eles apresentam a versão oficial do Estado sionista, nunca apresentam o outro lado da história.
Nós publicamos um livro que se chama Hamas conta o seu lado da história. Por que a gente publicou esse livro? Porque o lado do Hamas na história não aparece nunca na imprensa. O que aparece na imprensa é assim: o jornal Metrópoles, esse que recebe dinheiro do Banco Master, falou que recebemos apoio durante a eleição de pessoa que apoia o Hamas. Qual o problema? Existe algum tipo de seleção ideológica para serviços eleitorais? Isso sai na imprensa, agora a posição do Hamas, do Irã... nada.
Então, se a grande imprensa — que não sei por que o governo Lula considera que é uma coisa séria (apesar de que eu vi o Lula protestando numa entrevista que deu recentemente sobre o powerpoint da Rede Globo, que coloca ele coladinho com o Daniel Vorcaro, do Master) — mas, na maior parte do tempo, o governo Lula está dizendo que não, que isso é a imprensa idônea.
Nós temos que defender o direito das pessoas falarem o que quiserem. Não gostou? Faça como nós: você explica que é mentira, você denuncia a mentira do outro. Agora, nós não podemos ter no Brasil o "Ministério da Verdade", porque isso é absurdo. Quer dizer, um órgão governamental que decide o que é verdadeiro e o que não é verdadeiro. A verdade é uma coisa muito subjetiva, vai depender das interpretações. Se você tem um Ministério da Verdade, o que você tem, na verdade, é uma censura brutal.
O que temos é uma escalada brutal de censura. O que temos é a AGU agindo diretamente. A Erika Hilton acha que o que essa mulher falou é besteira? É mentira? Responde ela, esclarece; ela é deputada. Não, mas aí você é obrigado a convocar o Poder Público para o Poder Público limitar a pessoa, para apagar a postagem que ela fez, porque se não, vai ter processo."