Advogado; patriota, anti-globalista e lutando por um Brasil conservador.🇧🇷Lawyer; nacionalist, against globalism and fighting for a conservative Country.
NOTA AO BRASIL
Fui procurado por vários veículos nesta semana, inclusive pela Rede Globo, que me convidou para uma entrevista exclusiva. Aceitei com uma condição simples: que fosse exibida na íntegra, sem cortes e sem temas proibidos. A emissora preferiu não seguir adiante. Pelo que tudo indica, o Fantástico deste domingo vai exibir uma longa reportagem a meu respeito, sem me dar o direito de resposta. Se o maior grupo de comunicação do Brasil está com MEDO, não tem a menor condição moral de me julgar ou tentar destruir minha reputação.
Não sai do Brasil, sai pelo Brasil! Sonhei com a mudança do nosso país para melhor e, no domingo, apenas sete minutos após o anúncio do resultado das eleições já havia uma decisão judicial com medidas cautelares contra mim, com base em mentiras.
Doze horas depois e no meio da rua, fui intimado do início da perseguição, ao deixar a casa do Presidente Bolsonaro. Tudo diante do olhar lacrimejado de um pai, com comorbidades, que está condenado a mais de 27 anos de prisão - sem ter cometido crime algum - e que já sofre pela distância de outro filho que não vê há mais de um ano e meio, em função da perseguição ilegal e arbitrária que também sofre.
Isso não é democracia e está muito longe de ser um processo judicial justo e imparcial.
Ao menos estou num país onde posso manifestar livremente minha opinião, não serei alvo de um juíz que acordou com vontade de fazer o mal e enviou a sua polícia à minha casa para revirar as calcinhas das minhas filhas na gaveta.
Fui candidato à Presidência enfrentando todo um sistema que quer as coisas continuem como estão no Brasil: ótimas para eles, mas muito piores para você. Não me arrependo de absolutamente nada do que fiz e deixo uma reflexão: “Não há remédio eficaz no Brasil para cessar violações a Diretos Humanos.” (Cristiano Zanin, em 7/Ago/2016).
Nos próximos dias, vou conversar com grandes veículos nacionais e internacionais. Sem cortes, sem filtro. Quem quiser ouvir, ouvirá o que ninguém mais pode dizer estando no Brasil.
Entenda como a militância de redação enganou você sobre Barack HUSSEIN Obama
A imprensa trata Barack HUSSEIN Obama como um dos maiores presidentes da história dos EUA. Foi exatamente o oposto: o primeiro presidente antiamericano da história, que inaugurou o projeto democrata de destruição da América e de entrega do país aos seus piores inimigos.
O ex-presidente dedicou a reta final da campanha a mostrar quem ele é. Em Detroit, subiu no palanque de Abdul El-Sayed, candidato democrata e muçulmano ao Senado por Michigan. Em 2012, El-Sayed assinou carta de apoio ao decreto com que Morsi, do grupo terrorista Irmandade Muçulmana, se colocou acima do Judiciário egípcio, e pediu a ele um “expurgo” da imprensa e da polícia. Até hoje se recusa a explicar por quê.
A meia-irmã do candidato escreveu em 2012: “Minha família faz parte da Irmandade Muçulmana há muito tempo”. A mãe trabalhou até 2004 para a IARA, entidade fechada pelo Tesouro americano por apoio à Al-Qaeda. Dirigentes do CAIR, inclusive o diretor-executivo Nihad Awad, doaram mais de US$ 115 mil à campanha.
A resposta de Obama? Avisou a plateia que os adversários usariam “o nome ou a fé” de El-Sayed contra ele. Agora a fé virou escudo para simpatizantes de terroristas.
A outra vitrine do partido é Ilhan Omar, deputada muçulmana por Minnesota, que chegou aos EUA como refugiada da Somália em 1995. Em 12 de outubro, agentes federais vasculharam com mandado judicial a casa dela em Washington, numa investigação criminal por fraude migratória.
A primeira acusação é que a família reduziu a idade dela nos papéis de imigração, para que ela ganhasse a cidadania como menor, junto com o pai, em 2000. Omar não tem certidão de nascimento, e em 2019 seu gabinete mandou trocar o ano de nascimento de 1981 para 1982 nos registros do Legislativo de Minnesota.
A segunda é que ela se casou em 2009 com o próprio irmão, Ahmed Nur Said Elmi, para dar a ele o green card. Quando o governo exigiu provas de que o casamento era real, Elmi desistiu do pedido. Em outubro, o Departamento de Justiça identificou a deputada num documento judicial como “Ilhan Nur Said Elmi”. Perguntada se o ex-marido é seu irmão, Omar respondeu: “Não que eu saiba”.
E o pai, que ela apresentava como educador fugido da guerra civil, era coronel formado na União Soviética e comandante de regimento no exército da ditadura comunista de Siad Barre.
O caso volta a Obama. Segundo o New York Times, o FBI do governo Obama investigou o casamento em 2016 e encontrou indícios de fraude. Ninguém foi denunciado. No mesmo ano, o procurador federal nomeado por Obama em Minnesota declarou publicamente que não investigava Omar, e ela usou a carta como atestado de inocência. Por que o governo que encontrou os indícios entregou a ela um atestado?
Em 2008, a cinco dias da eleição, Obama prometeu “transformar fundamentalmente os Estados Unidos da América”. Hoje, a transformação tem nome: El-Sayed e Omar. Na terça, os americanos decidem se o projeto de destruição do próprio país segue adiante.
Está em curso no Brasil um movimento que lembra A Revolta de Atlas.
Quem efetivamente cria valor, quem abre empresas, gera empregos e carrega o país nas costas, cansou.
Uns estão indo embora. Outros simplesmente pararam.
Foi exatamente o que aconteceu na Venezuela depois que os comunistas tomaram conta.
O resultado será um só: pobreza em massa.
Afinal, se o hospedeiro morre, do que vivem os parasitas?
Talvez o México seja uma comparação melhor do que a Venezuela. O PT é o PRI, a Petrobras é a Pemex, e essa turma populista, que já está no poder há 20 anos, vai ficar mais 20. Brasil vira um narcoestado de vez. É a mexicanização do Brasil a todo vapor...
🚨Brasil 🇧🇷/EUA 🇺🇸: Trump sobre a eleição no Brasil: "Parece outra eleição fraudada, francamente. Eu não tomei partido, mas foi um olhar terrível para o mundo. As eleições têm que ser indiscutíveis e pareceu muito ruim para mim."