Vamoooo✅✅ Aconteceu de novoooo✅ ODD 102 ✅✅✅
Quem pegou essa aí??? Muita forra em nosso grupo hoje 🔥🔥✅
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O maior lateral direito do mundo está fazendo #aniversário! José Leandro de Souza Ferreira, nosso monstro sagrado, fez parte da escalação suprema do Mengão e ajudou o Mais Querido a conquistar cinco Cariocas, quatro Brasileiros, Copa do Brasil, Libertadores e o Mundial. Toda homenagem é pouca. Parabéns e obrigado por tanto, Peixe Frito!
@Soynandinha Toda vez é a mesma história, nunca perde porque o outro foi melhor, sempre tem roubo!! Parece vascaíno e botafoguense. A culpa de a 15 anos não ganhar um título é do Flamengo.
BRIGA FLAMENGO x LIBRA – um pequeno desabafo...
Sobre a responsabilidade da boa informação. Quando um indivíduo como eu se dispõe a participar de uma rede social de forma profissional, está automaticamente se expondo e se colocando na arena pública, para o melhor e o pior dela. É preciso estar preparado para enfrentar o que há de pior. Normalmente, em uma escala aceitável, odiadores ocupam parte de nossas redes, e, consequentemente, de nossas vidas. Pela dimensão pequena, acabam sendo tolerados.
Mas nem sempre é assim. No ano passado, e mesmo no começo deste ano, tive que me afastar das redes devido a ataques e ameaças recebidos por causa de informações, e ocasionalmente opiniões construídas pelo acúmulo de dados, sobre o estádio. Foram momentos difíceis. Passado o sufoco inicial, tudo voltou a níveis aceitáveis, mas o canal no YouTube, onde participo mais ativamente, sentiu o impacto da minha ausência voluntária.
Esse preâmbulo serve para ilustrar que estou preparado para certo nível de ataques. Mas nada se compara ao que aconteceu nesta semana.
Nos últimos 10 dias, o canal ganhou visibilidade, pela qual sou muito grato, e expandiu a reputação que tínhamos sobre estádios para outras áreas. Nos dispusemos a contestar, com informações e fatos, versões equivocadas a respeito da questão entre a Libra e o Flamengo. As ofensas e ameaças superaram em muito o que vivi na época da discussão sobre o estádio. O trabalho do @_rodrigomattos_ foi fundamental para ajudar nas respostas e justificativas. Depois de alguns dias, os odiadores arrefeceram e voltamos à normalidade. Mas tudo mudou drasticamente na segunda-feira de manhã.
Uma participação no final de um programa famoso de debate esportivo do @UOLEsporte, somada a uma matéria do mesmo jornalista, retirou do limbo um número descomunal de odiadores. Esses, sorrateiros, aguardavam qualquer argumento para voltarem aos ataques.
Podcasts com jornalistas correram para os microfones no YouTube para responder a pergunta cadê a assinatura e elogia o jornalista que escreveu a matéria chamou o de: “o cara do verdadeiro jornalismo”.
Programas de televisão aberta se apoiaram na matéria para reaquecer a narrativa do “malvadão”. A teoria da asfixia financeira voltou com força. Curiosamente, o trecho que sustentava essa versão parece ter sido apagado do canal desse podcast poucas horas depois, quando ficou evidente que a assinatura não existia como a matéria afirmava. A pergunta permanece: cadê a assinatura? Vociferar não fará uma assinatura aparecer. O episódio ficou registrado nas redes sociais como exemplo de vergonha alheia.
A matéria, ao omitir parte do documento e forçar uma retórica frágil, não provava o que sugeria. Tanto eu quanto Rodrigo Mattos já havíamos mostrado o mesmo material, completo, e ele não demonstrava que o Landim havia aceitado o critério para a divisão dos 30% de audiência.
Esse trabalho malfeito disparou uma onda de equívocos. Entre torcedores, é esperado. Entre jornalistas, é lamentável. Bastava a narrativa para que voltassem a berrar. Nesse momento, odiadores e criminosos digitais saíram dos esgotos e, com seus dedos infectos, espalharam ameaças e ofensas em uma escala inédita no meu canal. Afinal, um jornalista havia publicado um artigo, em um portal de grande alcance, que supostamente mostrava onde estava a assinatura.
De xingamentos pueris a ameaças em nome do PCC, minha DM, a timeline e os comentários do canal explodiram. Eu entendo que o veículo de comunicação não pode ser responsabilizado pela reação irracional de seus leitores, mas esse não é o ponto. O ponto é: qual a responsabilidade desse portal pela qualidade da informação? Qual a consequência de um trabalho jornalístico malfeito? Qual a responsabilidade do repórter que publica um texto errado? Qual a responsabilidade do UOL? Já que sabemos que muitos torcedor preferem acreditar em versões frágeis só para que sejam confirmadas suas convicções, não importa a qualidade, e nesse caso eles a encontraram.
No futebol, árbitros vão para a geladeira, no mundo dos negócios, executivos perdem contas, trabalhadores são demitidos. E o que acontece com jornalistas que publicam matérias atrasadas e cheias de erros, omitindo parte dos documentos, gerando reações emocionais contra quem tenta, de fato, informar? Ao jornalista, que deve estar sofrendo com uma perseguição digital desleal, tanto quanto eu estou, mas pelo menos ele por um erro que cometeu, e eu pelo também pelo erro que ele cometeu.
Essas não são perguntas retóricas.
Um canal pequeno tem repercussão limitada, ocasionalmente média, mas enfrenta a avalanche de um portal ou de uma televisão que publica qualquer coisa sem assumir as consequências. Se a informação é um serviço público, o erro jornalístico também precisa ter consequência.
Você entendeu o problema, compartilhe, faça esse texto chegar no @UOLEsporte
BRIGA FLAMENGO x LIBRA – um pequeno desabafo...
Sobre a responsabilidade da boa informação. Quando um indivíduo como eu se dispõe a participar de uma rede social de forma profissional, está automaticamente se expondo e se colocando na arena pública, para o melhor e o pior dela. É preciso estar preparado para enfrentar o que há de pior. Normalmente, em uma escala aceitável, odiadores ocupam parte de nossas redes, e, consequentemente, de nossas vidas. Pela dimensão pequena, acabam sendo tolerados.
Mas nem sempre é assim. No ano passado, e mesmo no começo deste ano, tive que me afastar das redes devido a ataques e ameaças recebidos por causa de informações, e ocasionalmente opiniões construídas pelo acúmulo de dados, sobre o estádio. Foram momentos difíceis. Passado o sufoco inicial, tudo voltou a níveis aceitáveis, mas o canal no YouTube, onde participo mais ativamente, sentiu o impacto da minha ausência voluntária.
Esse preâmbulo serve para ilustrar que estou preparado para certo nível de ataques. Mas nada se compara ao que aconteceu nesta semana.
Nos últimos 10 dias, o canal ganhou visibilidade, pela qual sou muito grato, e expandiu a reputação que tínhamos sobre estádios para outras áreas. Nos dispusemos a contestar, com informações e fatos, versões equivocadas a respeito da questão entre a Libra e o Flamengo. As ofensas e ameaças superaram em muito o que vivi na época da discussão sobre o estádio. O trabalho do @_rodrigomattos_ foi fundamental para ajudar nas respostas e justificativas. Depois de alguns dias, os odiadores arrefeceram e voltamos à normalidade. Mas tudo mudou drasticamente na segunda-feira de manhã.
Uma participação no final de um programa famoso de debate esportivo do @UOLEsporte, somada a uma matéria do mesmo jornalista, retirou do limbo um número descomunal de odiadores. Esses, sorrateiros, aguardavam qualquer argumento para voltarem aos ataques.
Podcasts com jornalistas correram para os microfones no YouTube para responder a pergunta cadê a assinatura e elogia o jornalista que escreveu a matéria chamou o de: “o cara do verdadeiro jornalismo”.
Programas de televisão aberta se apoiaram na matéria para reaquecer a narrativa do “malvadão”. A teoria da asfixia financeira voltou com força. Curiosamente, o trecho que sustentava essa versão parece ter sido apagado do canal desse podcast poucas horas depois, quando ficou evidente que a assinatura não existia como a matéria afirmava. A pergunta permanece: cadê a assinatura? Vociferar não fará uma assinatura aparecer. O episódio ficou registrado nas redes sociais como exemplo de vergonha alheia.
A matéria, ao omitir parte do documento e forçar uma retórica frágil, não provava o que sugeria. Tanto eu quanto Rodrigo Mattos já havíamos mostrado o mesmo material, completo, e ele não demonstrava que o Landim havia aceitado o critério para a divisão dos 30% de audiência.
Esse trabalho malfeito disparou uma onda de equívocos. Entre torcedores, é esperado. Entre jornalistas, é lamentável. Bastava a narrativa para que voltassem a berrar. Nesse momento, odiadores e criminosos digitais saíram dos esgotos e, com seus dedos infectos, espalharam ameaças e ofensas em uma escala inédita no meu canal. Afinal, um jornalista havia publicado um artigo, em um portal de grande alcance, que supostamente mostrava onde estava a assinatura.
De xingamentos pueris a ameaças em nome do PCC, minha DM, a timeline e os comentários do canal explodiram. Eu entendo que o veículo de comunicação não pode ser responsabilizado pela reação irracional de seus leitores, mas esse não é o ponto. O ponto é: qual a responsabilidade desse portal pela qualidade da informação? Qual a consequência de um trabalho jornalístico malfeito? Qual a responsabilidade do repórter que publica um texto errado? Qual a responsabilidade do UOL? Já que sabemos que muitos torcedor preferem acreditar em versões frágeis só para que sejam confirmadas suas convicções, não importa a qualidade, e nesse caso eles a encontraram.
No futebol, árbitros vão para a geladeira, no mundo dos negócios, executivos perdem contas, trabalhadores são demitidos. E o que acontece com jornalistas que publicam matérias atrasadas e cheias de erros, omitindo parte dos documentos, gerando reações emocionais contra quem tenta, de fato, informar? Ao jornalista, que deve estar sofrendo com uma perseguição digital desleal, tanto quanto eu estou, mas pelo menos ele por um erro que cometeu, e eu pelo também pelo erro que ele cometeu.
Essas não são perguntas retóricas.
Um canal pequeno tem repercussão limitada, ocasionalmente média, mas enfrenta a avalanche de um portal ou de uma televisão que publica qualquer coisa sem assumir as consequências. Se a informação é um serviço público, o erro jornalístico também precisa ter consequência.
Você entendeu o problema, compartilhe, faça esse texto chegar no @UOLEsporte