Entendam uma coisa: NINGUÉM, repito... NINGUÉM MORRE NOS DEVENDO! MEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
“Nunca odeie seus inimigos. Isso afeta seu julgamento”, ensinava Michael Corleone, o poderoso chefão interpretado por Al Pacino.
Os populistas, por definição, exploram o “nós” contra “eles”, aproveitando-se de julgamentos afetados pelo ódio que fomentam.
Lula se aproveita de quem odeia Jair Bolsonaro. Bolsonaro se aproveita de quem odeia Lula. Ambos se retroalimentam, não sem a colaboração nada sutil de Alexandre de Moraes. A estratégia de cada um consiste em fazer crer que não há opção ao outro fora da adesão a si.
O problema do adesismo político é que ele aprisiona o cérebro dentro de uma bolha de narrativas sintéticas e enganosas, aceitas por automatismo tribal, em detrimento de fatos, lógica, coerência, moralidade e Justiça.
Torna-se imperativo escolher e ser fiel não a princípios, mas a um lado, acima de tudo.
Perde-se a capacidade de isolar os elementos da realidade, para formar juízos separados a respeito de cada um, porque a fidelidade ao lado impõe a aceitação de todo um pacote de pautas, condutas e movimentos indissociáveis.
Qualquer cidadão não cooptado entende, por exemplo, que é possível ser contra e criticar penas excessivas impostas pelo STF aos aloprados do 8/1, sem aderir a um ato de rua organizado para lavar a imagem do réu Bolsonaro sob o disfarce de defesa da anistia.
Para pessoas de julgamento afetado, porém, repudiar o oportunismo de seu populista de estimação é o mesmo que combater todas as pautas justas que ele diz representar, porque ele é a encarnação delas e quem não está ao seu lado só pode estar alinhado ao lado oposto.
Não importa que o populista de estimação tenha contribuído para o estado de coisas que ele passou a denunciar por interesses pessoais: as alegadas necessidades do momento sempre prevalecem à assimilação moral da história.
Por isso, quem se deixa levar por um lado pelo ódio ao outro vive preso a um eterno presente sem lições do passado, sonhando com um futuro utópico sabotado pelas próprias ações.
Nunca ame políticos. Isso atrasa o país inteiro.
https://t.co/wKRawkcnO8
@Reikrauss FANTÁSTICO KKK Logo "terá" que fazer diretamente nas transmissões oficiais das detentoras do direito de transmissão kkk Seria muito bom ver o Intruso na GLOBO e na SPORTV kkk
Ativistas políticos acham ou fingem que, ao lembrar falas/atos de seus ídolos, à luz das falas/atos de seus rivais eleitorais, em razão de um aspecto comum (como pedidos ao povo, ou considerações sobre tributação e Pix), temos sempre o dever de atestar que as falas dos rivais são muito piores que as de seus ídolos.
Caso contrário, a “comparação” é “absurda”, “forçada”, “desonesta”, mesmo que nenhuma análise comparativa sobre a qualidade de tais falas/atos tenha sido feita na publicação e que ela se atenha à exposição informativa das fontes primárias (os próprios políticos falando/agindo) e à descrição objetiva de cada conduta, incluindo os elementos e momentos distintos, com acréscimo ou não de alguma observação sobre efeito lógico (ou tragicômico) dos fatos.
O horror do ativista ao rival eleitoral de seu político de estimação gera uma repulsa automática a qualquer publicação em que ambos aparecem em sequência, sem uma hierarquia do “nós” contra “eles”, ou seja, sem o juízo de que “nós” estamos acima “deles”, sob a perspectiva da moralidade e da competência.
A incapacidade de distinguir informação e juízo de valor é sintoma de analfabetismo funcional (como expliquei à luz do caso Pix: https://t.co/eVg3SEocqX); já a tentativa de impor que seu próprio juízo seja embutido em todas as informações, para evitar que o público forme juízos inconvenientes a seu grupo político e convenientes a rivais, é sintoma de ativismo autoritário, hostil a jornalistas independentes.
Essa gente que não lê o que está escrito, mas o que imagina que o autor quis dizer, não quer entender que nem tudo é uma disputa entre populistas com décadas de mandatos nas costas; e que, eventualmente, a situação do povo diante das diversas crises no país é o aspecto mais relevante, trágico e cômico.
Ativistas, aliás, não detectam sarcasmo.
Eles sentem e passam recibo.
Bolsonaro nunca teria sido eleito se prometesse:
✅ sabotar combate à corrupção para blindar família contra investigações de peculato;
✅ afrouxar Lei de Improbidade para não ser condenado por funcionalismo fantasma;
♻️ afrouxar Lei da Ficha Limpa para jamais ficar inelegível.
@womonteiro Candidatos da oposição perderam a oportunidade de esquecer momentâneamente a disputa eleitoral é firmarem posição uníssona do clube contra um aproveitador "caro". Mostraria que estão pensando no clube e não apenas em ganhar as eleições.