🇮🇱💥🇱🇧 AS IMAGENS NÃO SÃO DE HIROSHIMA.
São do sul do Líbano, onde o exército genocida judeu israelense está fazendo desaparecer vilarejos inteiros, enchendo-os de explosivos e os explodindo pelos ares.
Não há escândalo na mídia, para o ocidente é os traidores árabes "israel" pode destruir vilarejos inteiros e nem sequer isso vira notícia.
Exigir reparações de quem? A bem da verdade, nenhum europeu desbravou as terras africanas para capturar escravos, apenas comprou de mercadores locais. No fim, essa lógica de demandar reparação europeia serve apenas para lavar o papel das elites indígenas africanas na escravidão.
Bomba de fragmentação.
O que elementos passados podem dizer a mais sobre o que aconteceu nos últimos 3 dias? O que atores que parecem secundários têm a ver com isso? Abaixo vão algumas hipóteses provisórias.
1) a cara de ação do consórcio STF/PF/MP para travar o centrão & além. Flávio é peça fundamental nisso, mas é "estratégia da abordagem indireta". A essas alturas ele já tinha deixado claro que sua eleição dobraria o método "General Ramos" de transferência de $ para o Congresso. Entre outras coisas, é bom lembrar que o STF tem batido de frente em relação a esse canal de transferência de recursos. Não porque tem lá muito zelo com a coisa pública, mas antes porque isso afeta profundamente com o equilíbrio dos recursos públicos que vão para eles próprios. Não é à toa que só depois disso abriu-se a crise dos penduricalhos. Na falta de $, foram atrás de quem recebia quietinho no seu canto. Como contava-se com a possibilidade de um Governo Flávio deixar o STF com outra cara - o que implica em mexer no núcleo de um consórcio que vem produzindo desde antes de 2018 resultados na política, veio o vazamento, copiando estruturas já conhecidas (voltarei a isso logo abaixo). Não foi à toa que esperaram o dia seguinte da posse dos 2 indicados por Bolsonaro no TSE - trata-se se recado para eles também.
2) A rigor, essa de ontem pode ser vista como um mix de 2 histórias passadas: a) aquele "escândalo do zap" do Bolsonaro (+ Rogerio Marinho, se não me engano) em que ele pedia $ de caixa 2 para empresários para impulsionar a campanha pela internet; o tal filme é a mesma coisa: ação para gerar caixa 2 lá no exterior, mais difícil de rastrear; b) o vazamento pelo mesmo veículo (Intercept) numa situação em que forças no STF estavam em disputa (antes era Gilmar x Barroso, principalmente; o vazamento do Ararahacker "surgiu" logo após que Deltan vazou para a imprensa que Gilmar teria dólares na Suíça).
Notem que o vazamento de ontem segue o mesmo método: atinge-se o alvo secundário (Flávio) para travar o primário (Centrão + ala rebelde do STF).
3) De quebra, ainda há 2 beneficiados com essa história: Lula, pelas razões óbvias (e pelas não tão aparentes: ele é uma garantia na mão do Gilmar + Moraes); e, numa parte mais longínqua, o atual "Comandante Melancia" do Exército, instituição que está enredada em todas as movimentações políticas também desde 2018 (até antes, mas 18 fica explícito): ver parênteses em "fio" abaixo.
4) o pai do Vorcaro hoje é a faca no pescoço definitiva para que este dê uma direção para sua delação. Pelo que está aparecendo agora (10am), Vorcaro Papis tá cheio de conexões com bicheiros e milicianos do RJ. Agia como chefe de quadrilha, ameaçando desafetos do Vorcarinho. Já deu para ver onde essa conexão vai dar? Talvez seja isso que vai definir o passo-a-passo até outubro.
Imagens perturbadoras‼️
Israel sequestrou mais de 60 palestinos na Cisjordânia, e os transportou em um caminhão de lixo.
Cadê a Tabata Amaral para explicar isso?
Ao permanecer em silêncio e fazerem propaganda israelense as mídias brasileiras são cúmplices dessa barbárie.
🇮🇷💥🇺🇸🇮🇱 TENSÃO NO ESTREITO ORMUZ
🇺🇸 EUA tentou astutamente enviar navios de guerra ao Estreito de Ormuz em meio às negações de hoje!!
🇮🇷 Irã disse aos negociadores que comunicassem rapidamente aos EUA, que destruiriam os navios de guerra em apenas 30 minutos se continuassem avançando.
🇺🇸 EUA se assustou e deteve imediatamente seus movimentos, indicando que virassem para fora do estreito
🇮🇷 Irã indicou que estavam preparados para isso, sabiam que os EUA tentariam sabotar as negociações, ou que até podem atacar durante elas!
Agora o Irã bloqueou todos os petroleiros no Estreito de Ormuz que transportam petróleo de aliados dos EUA. O estreito foi fechado para os EUA e seus Amigos
Um dos homens mais completos de nossos tempos. Marido, pai, professor, soldado, religioso. Um homem de família, de fé, das letras e das armas. Que reveza seu tempo entre cuidar da família, lecionar, rezar e degolar terroristas wahhabis no campo de batalha. Exemplo e inspiração.
🇮🇶🇮🇷 Abu Azrael, “O Anjo da Morte”, chegou a Teerão. Iraquiano, ex-professor universitário, antigo campeão de taekwondo e pai de cinco filhos.
Azrael egou nas armas pela primeira vez com o Exército Mahdi contra as forças norte-americanas durante a invasão de 2003, tendo-se tornado posteriormente um dos comandantes mais temidos contra o ISIS na Síria e no Iraque, como parte das Forças de Mobilização Popular.
Encontra-se agora em Teerão a coordenar com a IRGC os planos para uma potencial invasão terrestre dos EUA. O homem que combateu os americanos no Iraque está de volta e pronto para o fazer novamente.
DD Geopolítica
🚀 Ondas 96 e 97 da Operação True Promise 4
Em resposta aos ataques à ponte de Karaj e à petroquímica de Mahshahr, o Irã incendiou infraestruturas energéticas americanas e sionistas em toda a região:
Refinaria de combustível que abastece caças israelenses - seções principais destruídas
Instalações de gás da ExxonMobil e da Chevron na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos atingidas
Instalação petroquímica americana em Erbil e nos Emirados Árabes Unidos - incêndio de grandes proporções
Petroquímica de Sitra, no Bahrein - incêndio de grandes proporções, seções importantes destruídas
Petroquímica de Shuaiba, no Kuwait - incêndio de grandes proporções, paralisação total
Ponto de encontro de comandantes americanos perto da Base Naval Mohammed Al-Ahmad, no Kuwait - destruído
Navio israelense "King Two Star" atingido por míssil de cruzeiro Qadir em Jebel Ali - atualmente em chamas
Depósitos de munição HIMARS na Ilha Bubiyan, no Kuwait - destruídos
Armazém petroquímico perto de Dimona atingido
15 americanos confirmados mortos ou feridos Ataque de ontem dos Emirados Árabes Unidos.
Diversas embarcações bloqueadas no Estreito de Ormuz por falta de autorização de trânsito. Total de drones abatidos: 140.
"Qualquer ataque contra alvos civis será respondido com o dobro da força. Se repetido, nossas operações de retaliação serão muito mais devastadoras e as perdas serão multiplicadas várias vezes."
@equipeADG Google Tradutor
A police officer in the US assaulting a woman.
If this had happened in Iran, the entire Western media would already be condemning it and crying out about women's rights in Iran.
📍📍📍تعلن روسيا أن جميع صفقات النفط والغاز المستقبلية مع أوروبا سيتم تسعيرها بالعملة الصينية الايوان ‼️
هذا القرار سوف يكتب شهادة وفاة معادلة احادية القطب واتفاقية البترودولار ويدعم مبادرة الحزام وطريق الحرير 💥
🚨DENÚNCIA | JAQUES WAGNER E O SIONISMO: o que não te contam sobre um dos homens mais poderosos do nordeste
Hoje, o alvo da nossa exposição de sionistas INFILTRADOS na esquerda é ele, o chefão.
• Vamos expor um por um até que saiam todos do nosso campo!
⚠️SEGUE O FIO👇
O pior país do mundo
Paulo Nogueira Batista Jr. @paulonbjr
Preparem-se para um artigo violento. A paciência da gente se esgota e com ela some também a capacidade de medir palavras e fazer as devidas ressalvas. Para determinados assuntos, pelo menos.
Qual é o pior país do mundo? A concorrência é dura. Temos, por exemplo, a Inglaterra e a Holanda. Ao longo da vida, tive a oportunidade de conhecer vários ingleses e holandeses. E devo dizer: poucos se salvam. Os ingleses, nem se fala, estão na origem de grande parte dos males que enfrentamos no mundo. Os holandeses, menores, menos conhecidos nas suas abjeções, se destacam pela antipatia e preconceitos contra estrangeiros. Deram bastante liberdade ao judeus em tempos remotos, é verdade, mas figuraram entre os principais e entusiásticos colaboradores dos nazistas na perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em contraste com os dinamarqueses, que resistiram obstinadamente, como relatou Hannah Arendt em seu célebre livro Eichmann in Jerusalem. Cerca de ¾ dos judeus que viviam na Holanda foram assassinados! Já a história dos judeus dinamarqueses é sui generis, conta Arendt. A resistência dos dinamarqueses à perseguição dos judeus foi única entre todos os países da Europa, seja países ocupados, aliados de Hitler ou verdadeiramente neutros e independentes. Ninguém se igualou à Dinamarca.
Estou me desviando do assunto um pouco, porém. Não era da Holanda ou da Dinamarca que queria falar, países pequenos e irrelevantes para o quadro mundial. Retomo o tema principal. Seriam os Estados Unidos o pior país do mundo? Há muitos motivos para pensar assim, eu mesmo morei oito longos anos em Washington e sei como os americanos podem ser desagradáveis e até detestáveis. Muito mais importante: o Império americano tem uma longa lista de crimes e agressões contra outros países. Seus últimos feitos foram o ataque à Venezuela e a intensificação do embargo criminoso contra Cuba, além da agressão ao Irã.
Mas ninguém consegue superar o estado genocida e terrorista de Israel. Um alerta meio óbvio: vou falar aqui do estado de Israel (que nunca deveria ter sido criado) e do projeto sionista que levou à sua criação – e não propriamente do povo judeu ou dos judeus em geral.
Note-se, entretanto, que as políticas do governo de Israel são apoiadas pela maioriados judeus israelenses, em especial a agressão ao Irã e a oposição à criação de um Estado palestino. Essas políticas são apoiadas também pela maioria das comunidades sionistas em outros países, inclusive aqui no Brasil e – mais importante – nos Estados Unidos.
O lobby sionista nos Estados Unidos
O cientista político americano, John Mearsheimer, em coautoria com Stephen Walt, escreveu um importante livro, publicado em 2007, sobre o que ele denomina de “Israel lobby”, cuja influência decisiva nos Estados Unidos, notadamente em Nova Iorque e Washington, termina por subordinar a política externa do Estados Unidos – um caso clássico do rabo abanando o cachorro. Um país pequeno, com 10 milhões de habitantes, dá as cartas para a superpotência, os Estados Unidos, contribuindo para acentuar a sua delinquência.
A mais recente demonstração da força desse lobby foi precisamente o ataque ao Irã. Os Estados Unidos acabaram se envolvendo em uma guerra para servir não aos próprios interesses, mas aos de um país estrangeiro, como denunciou Joseph Kent ao renunciar ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, para o qual foi nomeado pelo próprio Donald Trump.
Os judeus sionistas financiam campanhas sórdidas, corrompem, elegem e controlam políticos para a Presidência e o Congresso, controlam grande parte da mídia, são donos de bancos e outras instituições financeiras privadas e têm forte influência em Hollywood e na indústria da pornografia. Mandam e desmandam. Beneficiam seus serviçais e ameaçam, chantageiam e punem seus críticos. Jeffrey Epstein, não por acaso, era judeu.
Esses sionistas são todos eles criminosos, apoiadores de assassinos de crianças palestinas, iranianas e de outros países. E assassinar crianças é o crime mais grave que se pode cometer. Nos Estilhaços, meu livro mais recente, cheguei a escrever que o sofrimento das crianças não só desmente a existência de Deus, como prova a do Diabo. E quem representa o Diabo na Terra hoje? Quem melhor que Israel e seus apoiadores no resto do mundo?
O lobby israelense faz parte, na verdade, de algo maior e mais desastroso para os Estados Unidos – a subordinação das políticas públicas a bilionários e lobbies privados – entre os quais figuram também as big techs (gigantes da tecnologia), o complexo industrial-militar (que ganha com todas as guerras), o lobby cubano (focado em boicotar Cuba), o lobby pró-armas, o lobby financeiro (que se sobrepõe em grande parte ao israelense), entre outros. Não há democracia, mas plutocracia – o governo dos ricos. E cleptocracia – o governo dos ladrões. E, também, kakistoscracia – o governo do piores. Não é o que se vê, diga-se de passagem, na Rússia e na China.
Gênios e mediocridades judaicas
Os judeus têm, desde tempos remotos, forte presença nos meios financeiros privados – em bancos e demais instituições financeiras. Sabem ganhar dinheiro. Mas isso não quer dizer grande coisa. Muitos ditos “gênios financeiros” não passam em geral de figuras bisonhas. A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral e criatividade, além de solapar valores éticos.
Bem. Uma das singularidades do povo judeu é a mistura de gênios, verdadeiros gênios, com uma massa criminosa e/ou medíocre.
Entre os gênios, podemos lembrar Karl Marx, Gustav Mahler, Sigmund Freud, Franz Kafka e Albert Einstein. A própria Hannah Arendt foi, não diria genial, mas certamente uma intelectual de enorme destaque. E entre economistas judeus americanos de projeção hoje em dia podemos mencionar Joseph Stiglitz, Paul Krugman e Jeffrey Sachs (nenhum deles sionista).
Para mim, entretanto, o judeu mais importante de todos foi Heinrich Heine, um poeta alemão, da primeira metade do século 19, que figura com destaque nos Estilhaços e por quem tenho verdadeira paixão desde os meus 22 anos.
Por outro lado, a galeria de mediocridades judaicas é extensa. Dou alguns exemplos a esmo. Aqui no Brasil temos Celso Lafer, discípulo fervoroso e acrítico de Hannah Arendt, e ministro das Relações Exteriores no governo Fernando Henrique Cardoso, o mais limitado que já comandou o Itamaraty (superado apenas por Ernesto Araújo, nomeado por Bolsonaro).
Outro exemplo, este da área financeira brasileira: Luís Stuhlberger. Até recentemente, eu nunca ouvira falar dele. Sinal alarmante de ignorância financeira, pois ele é um destacado e respeitado judeu, que integra as hostes da Faria Lima. Não merece respeito, porém. Vejam a entrevista que ele deu ao jornal Valor (publicada em 30 de maio de 2025, p. C3), um verdadeiro festival de asneiras políticas, econômicas e culturais, inclusive na linguagem salpicada de termos inglês para os quais há palavras rigorosamente equivalentes na nossa língua.
Mas vamos voltar aos Estados Unidos. Como mencionei, os judeus têm, historicamente, forte presença no setor financeiro privado – em bancos, fundos de investimento e outras instituições financeiras. Menos conhecida é a presença desse lobby no setor financeiro público, especialmente nos Estados Unidos. No FMI, por exemplo, onde trabalhei por oito anos, todos ou quase todos os representantes do governo americano na Administração e na Diretoria eram judeus americanos (alguns bem inteligentes).
Mais importante: o lobby domina também o Tesouro dos EUA (o ministério das finanças deles). Nas décadas recentes, a maioria dos Secretários do Tesouro (ministros de finanças) dos EUA foram também judeus americanos. A “comunidade” marca presença. É o Tesouro quem dá as cartas no FMI, no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entidades financeiras sediadas em Washington. Não é por acaso, por exemplo, que uma mediocridade brasileira, o judeu Ilan Goldfayn, foi guindado à presidência do BID. Ele está lá para cumprir as ordens do Tesouro americano, leia-se, do lobby sionista.
A reação do Irã
Não vale a pena, entretanto, gastar pólvora com chimango. O que importa são as barbaridades que o estado terrorista de Israel está cometendo em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano e, agora, com o ataque ao Irã. Não se deve perder de vista que a guerra foi iniciada por Israel. Os Estados Unidos acompanharam a agressão.
O Irã já provou que não é nenhum país indefeso. Ao contrário, está castigando Israel com uma chuva de mísseis balísticos e drones, que atingem Tel Aviv e Haifa, entre outros locais. As indicações são de que a economia israelense está sendo arruinada. E os israelenses estão provando do próprio veneno.
Israel desencadeou uma guerra regional, com consequências econômicas sociais e políticas para o mundo inteiro. Esse país criminoso precisa ser parado.
Vida longa ao Irã e ao grande povo iraniano! Que não lhes falte munição, mísseis e drones para deter Israel e outros inimigos da humanidade!
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Uma versão mais curta deste artigo foi publicada na revista Carta Capital.
O autor é economista e escritor. Foi vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS em Xangai, de 2015 a 2017, e diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais 10 países em Washington, de 2007 a 2015. Publicou pela Editora Contracorrente o livro Estilhaços,em 2024.
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@equipeADG (Amália)
O ministro israelense Ben-Gvir publica um vídeo mostrando uma plataforma de execução [enforcamento] especialmente preparada para prisioneiros palestinos.
As pessoas precisam entender que autoridades israelenses estourando champanhe para celebrar o extermínio sistemático de milhares de palestinos mantidos em campos de tortura israelenses não é, na prática, diferente dos nazistas se vangloriando de suas câmaras de gás.
A personificação do mal.
Os deputados federais estão tentando aprovar um projeto que criminaliza as críticas ao Estado de Israel.
Você, brasileiro, morador do Brasil, vai poder criticar o seu próprio país à vontade, mas será mandado para a cadeia se fizer críticas ao Estado de Israel.
Remember these two criminals. Leigh R. Tate, Commander, and Jeffrey E. York, Executive Officer of the USS Sprunitz, who ordered three Tomahawk missiles to be fired, killing 168 innocent children at the Minab School. Do they have children of their own and can look them in the eye?