Vou repetir pela terceira vez até vocês entenderem, porque todos os sinais estão claros, mas fingimos não ver:
Faltando dois dias para a eleição, Marco Rubio, braço direito do 'laranja pedófilo', mandou fechar todos os consulados e a embaixada dos Estados Unidos no Brasil alegando risco de segurança.
A maior emissora do país, que apoiou a ditadura militar no Brasil e que está apoiando o candidato do Trump no Brasil, cancelou um debate na TV por livre e espontânea vontade e jogou a culpa na Justiça Eleitoral para ajudar o candidato do Trump no discurso golpista.
A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) publicou que o Brasil pode sofrer uma tentativa de golpe militar americano. Com o crescimento do Lula nas pesquisas e a grande chance de ele ganhar no primeiro turno, os EUA começaram a intervir nas eleições brasileiras, criando um clima de terror institucional e nas redes sociais.
A Meta derrubou o vídeo do Fábio Porchat. A Meta derrubou a página do PT de São Paulo no Facebook sem justificativa. A Meta bloqueou o Lula de pagar pelo impulsionamento de posts no Facebook e no Instagram.
O Trump mandou um navio de guerra para o Mar do Caribe e enviou drones de guerra carregados de bombas para as fronteiras do Brasil. Hoje acordamos com a informação de que dois aviões comerciais da LATAM Brasil tiveram que fazer pousos de emergência porque o satélite dos EUA estava interferindo no GPS das aeronaves dentro do Brasil.
O André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal, aliado do Flávio e de extrema-direita, mandou suspender mais de mil perfis de esquerda que postavam conteúdos contra o Flávio e a favor do Lula. O mesmo ministro proibiu publicações de católicos em apoio ao presidente Lula.
Empresários americanos ligados ao Trump estão derramando dinheiro ilegal na campanha do Flávio em troca de nossas terras raras, que o Flávio prometeu entregar caso ganhe. Todos os vídeos do Flávio Bolsonaro, candidato de extrema-direita no Brasil, estão sendo impulsionados de graça pela Meta para atingir mais pessoas e manipular a eleição.
O grupo de empresários americanos que financiou a campanha do Trump está enviando dinheiro ilegal para bancar a campanha do Flávio por meio do empresário Tallis Gomes. O André Mendonça teve reuniões com pessoas ligadas ao Trump em uma viagem aos EUA e, dois meses depois, começou a vazar informações para prejudicar a campanha do Lula.
Os grupos bolsonaristas radicais de extrema-direita estão comentando e comemorando sobre um suposto ataque ao presidente Lula promovido pelos EUA caso ele vença a eleição.
Precisamos alertar o mundo sobre tudo o que está acontecendo no Brasil. Estamos vivendo mais uma tentativa de golpe dos EUA, assim como aconteceu em 1964. Os EUA querem as nossas praias, as nossas terras raras, o nosso petróleo e a nossa água doce.
Está diante dos nossos olhos, mas não queremos ver. Se a derrota acontecer no dia 4 de outubro, vamos ficar batendo a cabeça na parede tentando entender o que aconteceu — quando tudo esteve ali para todo mundo ver. Não adiantará culpar o Lula ou o PT por uma eventual derrota; também seremos culpados por fazer manifestações e campanha apenas online.
On 30 September 2000, the world watched as Jamal al-Durrah tried to shield his 12 year old son, Muhammad, from Israeli occupation forces. Muhammad al-Durrah was killed that day, a child whose final moments, caught on camera, became one of the most searing images of the Second Intifada and of Palestinian history.
For Palestinians, this is not just footage preserved in history. It is a wound carried across generations. We recognize Jamal’s outstretched arm because it is every parent’s instinct, to shield, to sacrifice, to stand between their child and harm. We remember Muhammad not as an image, but as a boy with a name, a family, and a future that was stolen. His killing was not something we merely saw; it was something we absorbed, something that settled into our collective memory and never left.
“Não há nada oculto que não venha a ser revelado e nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz” - Lucas 8:17
É chegada a hora da queda dos falsos profetas. A verdade vai prevalecer. Compartilhe.
Saber que no final do ano que vem, eu vou estar magro me conforta.
Se o Lula ganhar, vai ser na base do Ozempic dado pelo SUS.
Se o Flávio ganhar, vai ser à moda argentina: fome generalizada, pobreza extrema e gostinho de anos 90.
Mas, até que enfim!, magro.
Qual Brasil você quer?
Um Brasil que investe em comida na mesa, educação, saúde, moradia, cultura e proteção do meio ambiente e de seu povo? Ou um Brasil que se entrega aos interesses estrangeiros e não se importa com sua população?
Que país queremos construir daqui pra frente? 🇧🇷
Compare e tire suas próprias conclusões. ➡️
Faltam poucos dias para definir o destino do Brasil.
No dia 4 de outubro, aperte o 1️⃣3️⃣✅.