Our website https://t.co/I0GY9TBwf0 will go live on Tuesday along with the publication of the research.
Starting next week: 5 weeks and 4 open-source publications
Introducing C★3: a machine that improves its own engine.
Accelerated selection guided by intent. A fixed verification criterion that never moves.
Early results:
• 8-element sorting routine 4.3% faster than the known optimal network
• 15× fewer formulations than CEGIS across 192 cases
• 32 self-improvements, zero regressions
The machine never invents its own intent or the numbers of its medium.
Nothing is called a solution until a person says yes.
The machine is not finished.
Whether its gains compound round after round is still a hypothesis - and the test that decides it is already written in the formula.
A engenharia reversa do acaso
Em 16/10, a Anthropic publicou que um modelo interno descobriu, em menos de meia hora, como foram geradas as sementes das curvas elípticas do NIST. Elas saíram do lrand48, um gerador da biblioteca C, iniciado pelo relógio do computador entre 1997 e 1998, e passaram mais de duas décadas sem explicação.
Li o artigo inteiro e fiquei surpreso. Desde setembro eu trabalho numa pesquisa que batizei, em 22/09, de a engenharia reversa do acaso. Ela usa sementes sorteadas, uma verificação que julga cada candidato e buscas guiadas por uma intenção declarada antes. E trabalhei o mês inteiro com ferramentas de IA, duas delas da própria Anthropic: o Opus, na execução, e o Fable, em parte do planejamento.
O método deles é outro: criptoanálise clássica, varredura de geradores, força bruta e redução de reticulado. O que coincide é o tema, e a palavra. Não sei dizer o que essa coincidência significa. Sei o que fiz e quando, e publico agora, com as datas e as provas.
A ideia
O acaso calcula sobre os números do mundo inúmeras vezes, e o que não serve morre no mundo. A intenção pode fazer a mesma conta uma vez só, partindo do que o ser deve ser:
S★ = C★(D, Π)
D é o dever ser, a intenção escrita em cláusulas. Π são os números medidos do meio. C★ é a conta, e S★ é o corpus que melhor atende D dentro do que o meio admite. O acaso paga com falhas no mundo. A intenção paga com candidatos reprovados dentro da conta e exige zero falhas fora dela.
A fórmula
Em 28/09 a equação virou fórmula executável. Dado um D, os números do meio e um orçamento, uma máquina constrói um candidato, confere cada cláusula com uma verificação calibrada (V) e declara um de cinco estados: solução, impossível nesta forma, impossível no meio, não encontrado no orçamento ou indeterminado. V é a única peça fixa. A fórmula tem 16 laços escritos e diz, em degraus, o que se pode afirmar de cada resultado.
O que se mediu
• Uma rotina de ordenação de 8 elementos 4,3% mais rápida que a rede ótima conhecida, no mesmo processador, correta nos 16.777.216 vetores possíveis. Uma máquina sem aprendiz a achou em 9,7 minutos.
• Numa bateria de 192 casos, 1.152 formulações, contra 17.588 e 16.120 do CEGIS, com os vereditos confirmados por um resolvedor independente, o z3.
• Numa miniatura, um motor que muda a si mesmo ganhou nos problemas retidos, com 32 melhoras e nenhuma piora.
O que caiu
• O aprendiz que levava o que aprendeu de um problema para o seguinte não transferiu.
• Na C★3, aplicada a um problema de aprendizado contínuo, nenhum candidato cumpriu o D.
• A alegação central, de que a fórmula inteira ganha de uma busca sem os laços, ainda não foi medida.
Pela régua da própria fórmula, quase tudo está no degrau "rodou", e uma parte no "medido". Não afirmo fronteira nem objeto novo. Proponho a conta que liga peças conhecidas, partindo de uma intenção escrita e dos números medidos do meio.
O Sismo e o aprendiz de sinapses
O Sismo, o detector da Limiar, e o aprendiz de sinapses têm a mesma origem: a conta 15, de 26/09, o tecido de um pequeno ser de teste calculado a partir do dever ser, com cada previsão registrada antes da vida. A conta achou ali a semente, um aprendiz de associações que eu reformei. Os dois serão publicados à parte.
Tudo está aberto, sob licença MIT: o artigo completo, a fórmula, o código das máquinas, as evidências e a conta 15.
https://t.co/38zrWqg0C5
Ainda estou trabalhando nisso.
Gabriel Santos, Limiar Research
versão 4.3
S★ = C★(D, Π)
O que deve ser é o cálculo sobre a intenção (D) e os números do meio (Π). No meio físico ou no digital, o resultado de D é sempre o corpus que melhor o atende dentro do que o meio admite, escolhido pela seleção acelerada dos códigos atômicos, com o critério de verificação V preso.
As peças
V: o critério do que é cumprir, calibrado por controles. É o eixo e não gira.
D: a intenção, em cláusulas rígidas, objetivos e preferência. Só muda com a confirmação do criador.
Π: os números do meio, com incerteza e procedência. Só mudam por medida ou por fonte conferida.
L: a linguagem das formas. Abre quando nada de L cumpre D.
M: o modelo, ou a medida no alvo, com o seu domínio de validade.
f: a forma do motor, o jeito de procurar.
S★: o corpus escolhido.
A fórmula inteira
S★(o) = C★[f](Dₒ, Πₒ), para todo objeto o de que a conta trata
f₀ = a busca de sempre
fₖ₊₁ = σ(medidas de f₀ … fₖ), com σ uma regra declarada
Uma vez, antes da primeira volta:
Cal(V): para toda cláusula rígida, o controle positivo passa, o negativo reprova, e a folga do limiar é maior que o piso de ruído medido. Para todo objetivo, a resolução é maior ou igual ao ruído.
Ref(D): cada referência que D nomeia é fiel ao que nomeia e é um ponto de Lₖ.
Deg(D): nenhum candidato degenerado (nulo, constante, classe majoritária, referência trivial) cumpre D inteiro.
Em cada volta k do laço 𝔉, se Cal(V), Ref(D) e Deg(D) valem:
Uₓ = U(Πₖ ⊕ ε(x), t ∈ H): os cenários do meio para o candidato x, com o efeito dele e a trajetória no horizonte
Aₖ = { x ∈ Lₖ ∩ Dom(Mᵥ) : r(Mᵥ(x, u)) é cumprida para todo u ∈ Uₓ e toda r ∈ Rₖ que V identifica e resolve }
S★ₖ = Pref_P(Pareto_O(Aₖ)): cada candidato no pior caso; diferenças abaixo da resolução não decidem
Okₖ: o criador, vendo S★ₖ, os degenerados que quase cumprem e as falhas mais próximas, confirma que é isso que queria
qₖ: a pergunta exata que V aponta, na ordem das causas
(D, Π, L, M)ₖ₊₁ = 𝔉((D, Π, L, M)ₖ, resposta a qₖ)
Πₖ ⊇ Mapaₖ(D, Lₖ): o mapa de números depende de D e das formas
Se Cal(V), Ref(D) ou Deg(D) falham, o motor não busca: qₖ é a pergunta que o cálculo aponta.
Os laços
Cada engrenagem tem ida e volta por V. Um laço está fechado quando o motor executa uma operação que pode falhar e a registra.
Laços de base:
· D e o criador, pela confirmação da intenção
· D e L, pela cláusula de forma
· Π e M, pela medida
· L e Π, porque o meio decide quais formas sobrevivem
· a foto e qₖ, pela diferença de fotos
Laços numerados:
1a. O corpo: a informação que o meio entrega basta para decidir cada cláusula?
1b. O instrumento: a folga do limiar passa o piso de ruído?
2. O corpus muda o meio: S★ = C★(D, Π ⊕ ε(S★))
3. O meio muda com o tempo: a deriva no horizonte H
4. Forma nova pede números novos
5. Forma nova pode sair do alcance do modelo: validar M
6. O mundo volta à conta: K_mundo = 0
7. Os números da concorrência também são do motor: sem valor declarado, σ escolhe a população e a parada pelo custo medido
8. V e o instrumento: controles positivo e negativo, piso de ruído
9. Referência e L: o teste de identidade, razão ≈ 1
10. Resultado e D: o Ok é sempre do criador humano
11. O motor sobre si mesmo, a catraca: uma versão nova só entra se ganhar com folga nos moldes de desenvolvimento e nos de confirmação
12. V e a integridade: hash, sondas de resposta conhecida, oráculo de outro método
13. Decidir e alocar: a média decide o movimento, o desacordo diz onde a decisão vale
14. Escolher-se sem perder o contexto: trocar de rede não pode fazer o aprendiz decidir pior sobre o que já viu
15. Gerar as sementes: o crédito é medido por V contra sementes sorteadas e contra uma feita à mão
16. A foto atômica: classificar, guardar o padrão, escrever e aprender com o tempo. Regra pétrea, nenhuma configuração a desliga.
Laços abertos: partes e todo; f = S★(motor), mantida como hipótese.
Os cinco estados do resultado, sempre com as premissas
1. Solução, só depois do Ok
2. Impossível nesta forma
3. Impossível no meio
4. Não encontrado no orçamento
5. Indeterminado
O custo
K_conta = |calculados − A|: os cadáveres dentro da conta. Quanto menos, melhor.
K_mundo = artefatos entregues que falham fora do modelo. O critério é zero.
O acaso paga com K_mundo. A intenção paga com K_conta e exige K_mundo = 0.
O texto completo, com as decisões, a regra de alegação e o que ainda é hipótese, está no repositório, junto com o código das máquinas e as evidências:
https://t.co/38zrWqfsMx
versão 4.3
S★ = C★(D, Π)
O que deve ser é o cálculo sobre a intenção (D) e os números do meio (Π). No meio físico ou no digital, o resultado de D é sempre o corpus que melhor o atende dentro do que o meio admite, escolhido pela seleção acelerada dos códigos atômicos, com o critério de verificação V preso.
As peças
V: o critério do que é cumprir, calibrado por controles. É o eixo e não gira.
D: a intenção, em cláusulas rígidas, objetivos e preferência. Só muda com a confirmação do criador.
Π: os números do meio, com incerteza e procedência. Só mudam por medida ou por fonte conferida.
L: a linguagem das formas. Abre quando nada de L cumpre D.
M: o modelo, ou a medida no alvo, com o seu domínio de validade.
f: a forma do motor, o jeito de procurar.
S★: o corpus escolhido.
A fórmula inteira
S★(o) = C★[f](Dₒ, Πₒ), para todo objeto o de que a conta trata
f₀ = a busca de sempre
fₖ₊₁ = σ(medidas de f₀ … fₖ), com σ uma regra declarada
Uma vez, antes da primeira volta:
Cal(V): para toda cláusula rígida, o controle positivo passa, o negativo reprova, e a folga do limiar é maior que o piso de ruído medido. Para todo objetivo, a resolução é maior ou igual ao ruído.
Ref(D): cada referência que D nomeia é fiel ao que nomeia e é um ponto de Lₖ.
Deg(D): nenhum candidato degenerado (nulo, constante, classe majoritária, referência trivial) cumpre D inteiro.
Em cada volta k do laço 𝔉, se Cal(V), Ref(D) e Deg(D) valem:
Uₓ = U(Πₖ ⊕ ε(x), t ∈ H): os cenários do meio para o candidato x, com o efeito dele e a trajetória no horizonte
Aₖ = { x ∈ Lₖ ∩ Dom(Mᵥ) : r(Mᵥ(x, u)) é cumprida para todo u ∈ Uₓ e toda r ∈ Rₖ que V identifica e resolve }
S★ₖ = Pref_P(Pareto_O(Aₖ)): cada candidato no pior caso; diferenças abaixo da resolução não decidem
Okₖ: o criador, vendo S★ₖ, os degenerados que quase cumprem e as falhas mais próximas, confirma que é isso que queria
qₖ: a pergunta exata que V aponta, na ordem das causas
(D, Π, L, M)ₖ₊₁ = 𝔉((D, Π, L, M)ₖ, resposta a qₖ)
Πₖ ⊇ Mapaₖ(D, Lₖ): o mapa de números depende de D e das formas
Se Cal(V), Ref(D) ou Deg(D) falham, o motor não busca: qₖ é a pergunta que o cálculo aponta.
Os laços
Cada engrenagem tem ida e volta por V. Um laço está fechado quando o motor executa uma operação que pode falhar e a registra.
Laços de base:
· D e o criador, pela confirmação da intenção
· D e L, pela cláusula de forma
· Π e M, pela medida
· L e Π, porque o meio decide quais formas sobrevivem
· a foto e qₖ, pela diferença de fotos
Laços numerados:
1a. O corpo: a informação que o meio entrega basta para decidir cada cláusula?
1b. O instrumento: a folga do limiar passa o piso de ruído?
2. O corpus muda o meio: S★ = C★(D, Π ⊕ ε(S★))
3. O meio muda com o tempo: a deriva no horizonte H
4. Forma nova pede números novos
5. Forma nova pode sair do alcance do modelo: validar M
6. O mundo volta à conta: K_mundo = 0
7. Os números da concorrência também são do motor: sem valor declarado, σ escolhe a população e a parada pelo custo medido
8. V e o instrumento: controles positivo e negativo, piso de ruído
9. Referência e L: o teste de identidade, razão ≈ 1
10. Resultado e D: o Ok é sempre do criador humano
11. O motor sobre si mesmo, a catraca: uma versão nova só entra se ganhar com folga nos moldes de desenvolvimento e nos de confirmação
12. V e a integridade: hash, sondas de resposta conhecida, oráculo de outro método
13. Decidir e alocar: a média decide o movimento, o desacordo diz onde a decisão vale
14. Escolher-se sem perder o contexto: trocar de rede não pode fazer o aprendiz decidir pior sobre o que já viu
15. Gerar as sementes: o crédito é medido por V contra sementes sorteadas e contra uma feita à mão
16. A foto atômica: classificar, guardar o padrão, escrever e aprender com o tempo. Regra pétrea, nenhuma configuração a desliga.
Laços abertos: partes e todo; f = S★(motor), mantida como hipótese.
Os cinco estados do resultado, sempre com as premissas
1. Solução, só depois do Ok
2. Impossível nesta forma
3. Impossível no meio
4. Não encontrado no orçamento
5. Indeterminado
O custo
K_conta = |calculados − A|: os cadáveres dentro da conta. Quanto menos, melhor.
K_mundo = artefatos entregues que falham fora do modelo. O critério é zero.
O acaso paga com K_mundo. A intenção paga com K_conta e exige K_mundo = 0.
O texto completo, com as decisões, a regra de alegação e o que ainda é hipótese, está no repositório, junto com o código das máquinas e as evidências:
https://t.co/38zrWqfsMx
A engenharia reversa do acaso
Em 16/10, a Anthropic publicou que um modelo interno descobriu, em menos de meia hora, como foram geradas as sementes das curvas elípticas do NIST. Elas saíram do lrand48, um gerador da biblioteca C, iniciado pelo relógio do computador entre 1997 e 1998, e passaram mais de duas décadas sem explicação.
Li o artigo inteiro e fiquei surpreso. Desde setembro eu trabalho numa pesquisa que batizei, em 22/09, de a engenharia reversa do acaso. Ela usa sementes sorteadas, uma verificação que julga cada candidato e buscas guiadas por uma intenção declarada antes. E trabalhei o mês inteiro com ferramentas de IA, duas delas da própria Anthropic: o Opus, na execução, e o Fable, em parte do planejamento.
O método deles é outro: criptoanálise clássica, varredura de geradores, força bruta e redução de reticulado. O que coincide é o tema, e a palavra. Não sei dizer o que essa coincidência significa. Sei o que fiz e quando, e publico agora, com as datas e as provas.
A ideia
O acaso calcula sobre os números do mundo inúmeras vezes, e o que não serve morre no mundo. A intenção pode fazer a mesma conta uma vez só, partindo do que o ser deve ser:
S★ = C★(D, Π)
D é o dever ser, a intenção escrita em cláusulas. Π são os números medidos do meio. C★ é a conta, e S★ é o corpus que melhor atende D dentro do que o meio admite. O acaso paga com falhas no mundo. A intenção paga com candidatos reprovados dentro da conta e exige zero falhas fora dela.
A fórmula
Em 28/09 a equação virou fórmula executável. Dado um D, os números do meio e um orçamento, uma máquina constrói um candidato, confere cada cláusula com uma verificação calibrada (V) e declara um de cinco estados: solução, impossível nesta forma, impossível no meio, não encontrado no orçamento ou indeterminado. V é a única peça fixa. A fórmula tem 16 laços escritos e diz, em degraus, o que se pode afirmar de cada resultado.
O que se mediu
• Uma rotina de ordenação de 8 elementos 4,3% mais rápida que a rede ótima conhecida, no mesmo processador, correta nos 16.777.216 vetores possíveis. Uma máquina sem aprendiz a achou em 9,7 minutos.
• Numa bateria de 192 casos, 1.152 formulações, contra 17.588 e 16.120 do CEGIS, com os vereditos confirmados por um resolvedor independente, o z3.
• Numa miniatura, um motor que muda a si mesmo ganhou nos problemas retidos, com 32 melhoras e nenhuma piora.
O que caiu
• O aprendiz que levava o que aprendeu de um problema para o seguinte não transferiu.
• Na C★3, aplicada a um problema de aprendizado contínuo, nenhum candidato cumpriu o D.
• A alegação central, de que a fórmula inteira ganha de uma busca sem os laços, ainda não foi medida.
Pela régua da própria fórmula, quase tudo está no degrau "rodou", e uma parte no "medido". Não afirmo fronteira nem objeto novo. Proponho a conta que liga peças conhecidas, partindo de uma intenção escrita e dos números medidos do meio.
O Sismo e o aprendiz de sinapses
O Sismo, o detector da Limiar, e o aprendiz de sinapses têm a mesma origem: a conta 15, de 26/09, o tecido de um pequeno ser de teste calculado a partir do dever ser, com cada previsão registrada antes da vida. A conta achou ali a semente, um aprendiz de associações que eu reformei. Os dois serão publicados à parte.
Tudo está aberto, sob licença MIT: o artigo completo, a fórmula, o código das máquinas, as evidências e a conta 15.
https://t.co/38zrWqg0C5
Ainda estou trabalhando nisso.
Gabriel Santos, Limiar Research
A engenharia reversa do acaso
Em 16/10, a Anthropic publicou que um modelo interno descobriu, em menos de meia hora, como foram geradas as sementes das curvas elípticas do NIST. Elas saíram do lrand48, um gerador da biblioteca C, iniciado pelo relógio do computador entre 1997 e 1998, e passaram mais de duas décadas sem explicação.
Li o artigo inteiro e fiquei surpreso. Desde setembro eu trabalho numa pesquisa que batizei, em 22/09, de a engenharia reversa do acaso. Ela usa sementes sorteadas, uma verificação que julga cada candidato e buscas guiadas por uma intenção declarada antes. E trabalhei o mês inteiro com ferramentas de IA, duas delas da própria Anthropic: o Opus, na execução, e o Fable, em parte do planejamento.
O método deles é outro: criptoanálise clássica, varredura de geradores, força bruta e redução de reticulado. O que coincide é o tema, e a palavra. Não sei dizer o que essa coincidência significa. Sei o que fiz e quando, e publico agora, com as datas e as provas.
A ideia
O acaso calcula sobre os números do mundo inúmeras vezes, e o que não serve morre no mundo. A intenção pode fazer a mesma conta uma vez só, partindo do que o ser deve ser:
S★ = C★(D, Π)
D é o dever ser, a intenção escrita em cláusulas. Π são os números medidos do meio. C★ é a conta, e S★ é o corpus que melhor atende D dentro do que o meio admite. O acaso paga com falhas no mundo. A intenção paga com candidatos reprovados dentro da conta e exige zero falhas fora dela.
A fórmula
Em 28/09 a equação virou fórmula executável. Dado um D, os números do meio e um orçamento, uma máquina constrói um candidato, confere cada cláusula com uma verificação calibrada (V) e declara um de cinco estados: solução, impossível nesta forma, impossível no meio, não encontrado no orçamento ou indeterminado. V é a única peça fixa. A fórmula tem 16 laços escritos e diz, em degraus, o que se pode afirmar de cada resultado.
O que se mediu
• Uma rotina de ordenação de 8 elementos 4,3% mais rápida que a rede ótima conhecida, no mesmo processador, correta nos 16.777.216 vetores possíveis. Uma máquina sem aprendiz a achou em 9,7 minutos.
• Numa bateria de 192 casos, 1.152 formulações, contra 17.588 e 16.120 do CEGIS, com os vereditos confirmados por um resolvedor independente, o z3.
• Numa miniatura, um motor que muda a si mesmo ganhou nos problemas retidos, com 32 melhoras e nenhuma piora.
O que caiu
• O aprendiz que levava o que aprendeu de um problema para o seguinte não transferiu.
• Na C★3, aplicada a um problema de aprendizado contínuo, nenhum candidato cumpriu o D.
• A alegação central, de que a fórmula inteira ganha de uma busca sem os laços, ainda não foi medida.
Pela régua da própria fórmula, quase tudo está no degrau "rodou", e uma parte no "medido". Não afirmo fronteira nem objeto novo. Proponho a conta que liga peças conhecidas, partindo de uma intenção escrita e dos números medidos do meio.
O Sismo e o aprendiz de sinapses
O Sismo, o detector da Limiar, e o aprendiz de sinapses têm a mesma origem: a conta 15, de 26/09, o tecido de um pequeno ser de teste calculado a partir do dever ser, com cada previsão registrada antes da vida. A conta achou ali a semente, um aprendiz de associações que eu reformei. Os dois serão publicados à parte.
Tudo está aberto, sob licença MIT: o artigo completo, a fórmula, o código das máquinas, as evidências e a conta 15.
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Ainda estou trabalhando nisso.
Gabriel Santos, Limiar Research
A engenharia reversa do acaso
Em 16/10, a Anthropic publicou que um modelo interno descobriu, em menos de meia hora, como foram geradas as sementes das curvas elípticas do NIST. Elas saíram do lrand48, um gerador da biblioteca C, iniciado pelo relógio do computador entre 1997 e 1998, e passaram mais de duas décadas sem explicação.
Li o artigo inteiro e fiquei surpreso. Desde setembro eu trabalho numa pesquisa que batizei, em 22/09, de a engenharia reversa do acaso. Ela usa sementes sorteadas, uma verificação que julga cada candidato e buscas guiadas por uma intenção declarada antes. E trabalhei o mês inteiro com ferramentas de IA, duas delas da própria Anthropic: o Opus, na execução, e o Fable, em parte do planejamento.
O método deles é outro: criptoanálise clássica, varredura de geradores, força bruta e redução de reticulado. O que coincide é o tema, e a palavra. Não sei dizer o que essa coincidência significa. Sei o que fiz e quando, e publico agora, com as datas e as provas.
A ideia
O acaso calcula sobre os números do mundo inúmeras vezes, e o que não serve morre no mundo. A intenção pode fazer a mesma conta uma vez só, partindo do que o ser deve ser:
S★ = C★(D, Π)
D é o dever ser, a intenção escrita em cláusulas. Π são os números medidos do meio. C★ é a conta, e S★ é o corpus que melhor atende D dentro do que o meio admite. O acaso paga com falhas no mundo. A intenção paga com candidatos reprovados dentro da conta e exige zero falhas fora dela.
A fórmula
Em 28/09 a equação virou fórmula executável. Dado um D, os números do meio e um orçamento, uma máquina constrói um candidato, confere cada cláusula com uma verificação calibrada (V) e declara um de cinco estados: solução, impossível nesta forma, impossível no meio, não encontrado no orçamento ou indeterminado. V é a única peça fixa. A fórmula tem 16 laços escritos e diz, em degraus, o que se pode afirmar de cada resultado.
O que se mediu
• Uma rotina de ordenação de 8 elementos 4,3% mais rápida que a rede ótima conhecida, no mesmo processador, correta nos 16.777.216 vetores possíveis. Uma máquina sem aprendiz a achou em 9,7 minutos.
• Numa bateria de 192 casos, 1.152 formulações, contra 17.588 e 16.120 do CEGIS, com os vereditos confirmados por um resolvedor independente, o z3.
• Numa miniatura, um motor que muda a si mesmo ganhou nos problemas retidos, com 32 melhoras e nenhuma piora.
O que caiu
• O aprendiz que levava o que aprendeu de um problema para o seguinte não transferiu.
• Na C★3, aplicada a um problema de aprendizado contínuo, nenhum candidato cumpriu o D.
• A alegação central, de que a fórmula inteira ganha de uma busca sem os laços, ainda não foi medida.
Pela régua da própria fórmula, quase tudo está no degrau "rodou", e uma parte no "medido". Não afirmo fronteira nem objeto novo. Proponho a conta que liga peças conhecidas, partindo de uma intenção escrita e dos números medidos do meio.
O Sismo e o aprendiz de sinapses
O Sismo, o detector da Limiar, e o aprendiz de sinapses têm a mesma origem: a conta 15, de 26/09, o tecido de um pequeno ser de teste calculado a partir do dever ser, com cada previsão registrada antes da vida. A conta achou ali a semente, um aprendiz de associações que eu reformei. Os dois serão publicados à parte.
Tudo está aberto, sob licença MIT: o artigo completo, a fórmula, o código das máquinas, as evidências e a conta 15.
https://t.co/38zrWqg0C5
Ainda estou trabalhando nisso.
Gabriel Santos, Limiar Research
A engenharia reversa do acaso
Em 16/10, a Anthropic publicou que um modelo interno descobriu, em menos de meia hora, como foram geradas as sementes das curvas elípticas do NIST. Elas saíram do lrand48, um gerador da biblioteca C, iniciado pelo relógio do computador entre 1997 e 1998, e passaram mais de duas décadas sem explicação.
Li o artigo inteiro e fiquei surpreso. Desde setembro eu trabalho numa pesquisa que batizei, em 22/09, de a engenharia reversa do acaso. Ela usa sementes sorteadas, uma verificação que julga cada candidato e buscas guiadas por uma intenção declarada antes. E trabalhei o mês inteiro com ferramentas de IA, duas delas da própria Anthropic: o Opus, na execução, e o Fable, em parte do planejamento.
O método deles é outro: criptoanálise clássica, varredura de geradores, força bruta e redução de reticulado. O que coincide é o tema, e a palavra. Não sei dizer o que essa coincidência significa. Sei o que fiz e quando, e publico agora, com as datas e as provas.
A ideia
O acaso calcula sobre os números do mundo inúmeras vezes, e o que não serve morre no mundo. A intenção pode fazer a mesma conta uma vez só, partindo do que o ser deve ser:
S★ = C★(D, Π)
D é o dever ser, a intenção escrita em cláusulas. Π são os números medidos do meio. C★ é a conta, e S★ é o corpus que melhor atende D dentro do que o meio admite. O acaso paga com falhas no mundo. A intenção paga com candidatos reprovados dentro da conta e exige zero falhas fora dela.
A fórmula
Em 28/09 a equação virou fórmula executável. Dado um D, os números do meio e um orçamento, uma máquina constrói um candidato, confere cada cláusula com uma verificação calibrada (V) e declara um de cinco estados: solução, impossível nesta forma, impossível no meio, não encontrado no orçamento ou indeterminado. V é a única peça fixa. A fórmula tem 16 laços escritos e diz, em degraus, o que se pode afirmar de cada resultado.
O que se mediu
• Uma rotina de ordenação de 8 elementos 4,3% mais rápida que a rede ótima conhecida, no mesmo processador, correta nos 16.777.216 vetores possíveis. Uma máquina sem aprendiz a achou em 9,7 minutos.
• Numa bateria de 192 casos, 1.152 formulações, contra 17.588 e 16.120 do CEGIS, com os vereditos confirmados por um resolvedor independente, o z3.
• Numa miniatura, um motor que muda a si mesmo ganhou nos problemas retidos, com 32 melhoras e nenhuma piora.
O que caiu
• O aprendiz que levava o que aprendeu de um problema para o seguinte não transferiu.
• Na C★3, aplicada a um problema de aprendizado contínuo, nenhum candidato cumpriu o D.
• A alegação central, de que a fórmula inteira ganha de uma busca sem os laços, ainda não foi medida.
Pela régua da própria fórmula, quase tudo está no degrau "rodou", e uma parte no "medido". Não afirmo fronteira nem objeto novo. Proponho a conta que liga peças conhecidas, partindo de uma intenção escrita e dos números medidos do meio.
O Sismo e o aprendiz de sinapses
O Sismo, o detector da Limiar, e o aprendiz de sinapses têm a mesma origem: a conta 15, de 26/09, o tecido de um pequeno ser de teste calculado a partir do dever ser, com cada previsão registrada antes da vida. A conta achou ali a semente, um aprendiz de associações que eu reformei. Os dois serão publicados à parte.
Tudo está aberto, sob licença MIT: o artigo completo, a fórmula, o código das máquinas, as evidências e a conta 15.
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Ainda estou trabalhando nisso.
Gabriel Santos, Limiar Research
@JuanOwll Obrigado por acompanhar! esse é só o primeiro passo da pesquisa. nas próximas semanas saem mais três publicações, cada uma mais complexa que a anterior e construída em cima dela.
quando dá pra observar com esse nível de detalhe, muita coisa passa a ser possível.
@Zazavr14@GabrielSantIro Ele é um detector de anomalia que observa sistemas, mas isso abriu caminho para um novo tipo de inteligência que não é uma LLM. Todas as publicações irão sair nas próximas 5 semanas em 4 publicações.
The usual detectors: "something changed"
ours: "failed checks per minute went from 0 to 1, since 11:17"
ran it on a whole simulated company. 131 processes, 30 days, all at once
tuesday. open source.