Já anotou na agenda?
Amanhã teremos uma conversa sobre a pós em Política Internacional e Estudos de Futuro, aberta a todas as pessoas interessadas.
As inscrições estão abertas!
https://t.co/tXbrga14pw
If you're alarmed about a possible Chinese "base" on Cuba, you might begin to grasp why Russians from across the political spectrum saw Ukraine joining NATO one day as a threat. Doesn't make the invasion any less illegal or tragic, but it does help you understand why it happened.
Entre 17 e 22 de julho, o LAPI oferecerá o curso “Hegemonia e Crise da Ordem Internacional Liderada pelos Estados Unidos”.
Partindo de uma contextualização ampla sobre a ordem e as dificuldades internas nos EUA, o curso discutirá temas como: a hegemonia do dólar, +
Até agora, a pesquisa - centrada neste momento no Foro de Madrid - indica que não há um projeto claro, mas há incorporação da pauta de liberalização comercial, priorização das relações com o Ocidente e a construção discursiva da esquerda (e da Unasul) como o inimigo.
Hoje tive a oportunidade de apresentar pesquisa em andamento, desenvolvida com @CairoJunqueira no III Congresso do @GridaleOrg. No artigo, questionamos qual a visão da direita radical latino-americana acerca do regionalismo.
Acaba de sair um artigo escrito por Bárbara Motta e por mim na Revista Conjuntura Austral! 😍
Esse texto discute as relações bilaterais Brasil-Estados Unidos durante os governos de direita radical nos dois países.
https://t.co/xnl2mHF5jb
Vou tentar dar meus cinquenta centavos para a pol ext brasileira atual:
1) não acho que o governo esteja se alinhando à Rússia e à China
2) Lula está tentando replicar a estratégia dos anos 2000 de aproximar-se de lideranças do Sul para dar voz ao BR no cenário internacional (+)
Outro desfio é interno. As relações econômicas com a China trazem importantes dificuldades para o país, já que reproduzem o padrão de exportação de commodities e importação de produtos com maior valor agregado. Romper o ciclo e diversificar as exportações é primordial.
Amanhã, Lula embarca para a China, na terceira viagem para o exterior de seu mandato, com uma ampla comitiva de lideranças políticas, a missão de trazer uma agenda positiva para seu governo e a promessa de firmar mais de 20 acordos em diversas áreas.
https://t.co/gxreuoIa5A
O primeiro desafio refere-se à política internacional. Será a última chance de fazer sua proposta para a paz na Ucrânia ser ouvida. Lula já conversou com lideranças Ocidentais sobre o tema, mas a recepção encontrada foi fria. A hesitação chinesa enterraria a proposta.
Na pós-graduação em Política Internacional e Estudos de Futuro, vamos trabalhar ferramentas de identificação de tendências e de rupturas, elaboração de cenários prospectivos, e estratégias para pensar sobre previsões políticas.
[Republicação] "Lula em Washington: entre compromisso político e autonomia", por Luciana Wietchikoski e Lívia Peres Milani (@Livia_LPM). Publicado originalmente na edição online do jornal Le Monde Diplomatique Brasil (@diplobrasil).
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