É fácil entender: Lula é o queridinho de parte da elite brasileira.
Com sua gastança, faz os juros subirem e promove uma enorme transferência de riqueza de quem paga impostos para quem financia o governo: os rentistas.
Por outro lado, suas políticas intervencionistas e estatizantes são a oportunidade perfeita para empresários sem medo do Código Penal se associarem ao governo, perpetuarem suas fortunas e se blindarem da concorrência.
Esse é o business. Se o custo for inchar o Estado, aumentar impostos, fazer o país crescer menos, imbecilizar a população e manter os pobres eternamente dependentes do governo, tudo bem. Eles continuam com suas vidas luxuosas, sem enfrentar as incertezas do mercado.
Por isso defendem a esquerda. Por isso fingem que Lula é alternativa para alguma coisa.
Já o trabalhador que quer crescer, o empreendedor, o autônomo, o cara que quer abrir um negócio: esses ameaçam toda essa estrutura.
Num país onde é mais simples empreender, que não privilegia empresários amigos, cobra menos impostos, gasta menos e tem juros menores para financiar novas ideias, a concorrência ameaça os privilegiados. A destruição criativa pode tirar do trono quem está lá hoje.
Toda essa turma está descobrindo que é de direita. E que somos maioria.
Dia 25 de outubro, é Flávio Bolsonaro 22!
Quero usar esse vídeo sensacional da BBC para falar de saudade. A Copa do Mundo acabou e a saudade que estamos sentindo não é de futebol.
A sensação de ver o mundo reunido por um breve momento é marcante. Nações diferentes. Línguas diferentes. Culturas diferentes. Milhões de pessoas olhando para o mesmo palco e compartilhando a mesma expectativa. Há algo nessa cena que toca profundamente o coração humano. Por quê?
C. S. Lewis escreveu que, se existe em nós um desejo que nenhuma experiência deste mundo consegue satisfazer, talvez seja porque fomos feitos para outro mundo.
A SAUDADE DA COPA É A SAUDADE DE ALGO QUE AINDA NÃO VIVEMOS.
Ela desperta em nós um anseio por uma reunião que nenhum evento pode realizar. Que reunião é essa?
Essa reunião começou na cruz. Jesus não morreu apenas para salvar indivíduos, Ele morreu para formar um povo.
“Com teu sangue compraste para Deus pessoas de toda tribo, língua, povo e nação.” (Apocalipse 5.9)
Mas não parou na cruz. João viu o destino desse povo:
“Depois destas coisas vi, e eis grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro.” (Apocalipse 7.9)
Esse será o maior ajuntamento da história. Não haverá fronteiras. Nem rivalidades. Nem guerras. Somente um povo, uma só voz e um único Rei.
O futebol é um grande elo de inciso humana, mas é imperfeito. Basta olhar para brasileiros e argentinos. A mensagem perfeita que une todos os povos é o EVANGELHO.
Como, então, estamos “jogando” nesse mundo para que o evangelho alcance todos os tipos de pessoas e todos os povos?
Vivemos o evangelho de forma a incluir pessoas diferentes de nós? Nossas igrejas agem intencionalmente para acolher bem os de fora? Estamos investindo em missões para os povos não alcançados? Nossas vidas condizem com a expectativa que temos de estarmos diante de Jesus um dia? O mundo vê essa esperança em nós?
A Copa do Mundo acabou e a saudade que estamos sentindo é um chamado para vivermos o evangelho na direção dos outros. Para que um povo de todas as nações e línguas esteja junto um dia celebrando ao Cordeiro! https://t.co/JLzS9Kejp2
Astronaut Victor Glover delivers beautiful Easter message from space, praises God’s creation.
“When I read the Bible and I look at all of the amazing things that were done for us…”
“You're on a spaceship called Earth that was created to give us a place to live in the universe, in the cosmos.”
“In all of this emptiness, this is a whole bunch of nothing, this thing we call the universe, you have this oasis, this beautiful place that we get to exist together…”
Devemos evitar qualquer tendência de endeusar um presidente como se fosse um enviado de Deus no sentido messiânico, infalível.
Deus de fato levanta líderes, inclusive ímpios, para cumprir Sua Palavra e Seus Propósitos, como, por exemplo, Ciro, rei da Pérsia, conforme Isaías 45.
Deus inclusive o chamou de "meu ungido" e ele nem crente no Deus Todo-Poderoso era.
Presidentes podem até ser instrumento de ordem e justiça em determinados contextos, mas a glória e a confiança final devem ser sempre direcionadas ao Senhor Soberano e não a homens falíveis.
A verdade sobre 15 de novembro
A Proclamação da República é tratada como festa, mas nasceu de um golpe impopular, articulado na calada da noite por quem queria manter poder e privilégios.
Muitos celebram essa data, mas esquecem que foi um movimento contra mulheres, contra negros e contra a liderança que unia o País como Nação.
O resultado nós sentimos até hoje: um sistema político torto, centralizador e marcado por abusos.
15 de novembro não é símbolo de avanço. É lembrança de um Brasil que foi interrompido antes de florescer.
Fica aqui, minha homenagem ao Imperador Dom Pedro II, o maior brasileiro de todos os tempos.
🇧🇷❤️🇧🇷
Resumo da aula que Fux deu agora no STF:
-Delação de Cid é nula.
-O processo é totalmente ilegal.
-Defesa não teve acesso as provas.
-O julgamento do STF é político e parcial.
Um verdadeiro Ministro dizendo apenas o
que todo brasileiro honesto sempre soube.