@GloboNews@NatuzaNery@JoelPinheiro85 Joel mistura alhos com bugalhos. Força a barra pra tentar provar as teses dele. Exemplo? Carla Zambelli e o golpe para justificar fala contra @gilmarmendes não faz o menor sentido.
@RomuloBDias Que programa triste. Que sujeito... E a invertida que levou da @VeraIaconelli ? Ela disse que ele tem discurso organizado, bonitinho, mas é mais perigoso que "red pill".
@GloboNews@juliaduailibi@VeraIaconelli que pena, perderam um tempão discutindo o curso do Casarré, suas falácias e discursos do senso comum, com tanta coisa importante. Gente, pliss....
@reinaldoazevedo Há algum tempo queria ser seu amigo seu, haja vista que te admiro. Depois da piada da "pseudo mona", ainda mais. Mas, veja, soy mona, das verdadeiras! Rs. Bom demais ter vozes competentes como a sua, especialmente em momentos reativos. Forte abraço, querido!
@GloboNews@NatuzaNery A vontade de assistir a GloboNews diminuindo... Tenho me sentido enganado. Fecharam o último "Central" levantando a bola do Ciro Gomes. Aquele que acabou com 3% dos votos na última eleição.
Globo, como nós gays dizemos: peço que melhore!
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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A entrevista do presidente Lula para a Daniela Lima foi extraordinária. Vale compartilhar e colocar seu nome nos comentários:
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Vamos espalhar nosso presidente