Há um ano, adotei o Acácio que tinha sido abandonado para fazer companhia ao Marley.
Na altura o Marley tinha ataques epilépticos fortes. Mas desde que o Acácio chegou nunca mais teve. Ganhou um filho.
Hoje o Acácio dormiu no teu lugar. Não sou só eu que vai ter saudades. ❤️
E parem de retweetar porno que isto já não é 2015 foda-se vão adotar um cão e passea-lo
Qualquer dia lanço a kika de vez e depois vão andar aí todos a tentar ter relações sexuais a ouvir isso
Por isso é que eu não lanço
Por isso amem os vossos animais, cães, gatos, o que tiverem.
No pior dia da vossa semana, vai estar em vossa casa, para vos receber com amor e carinho, mesmo que não tenha ido passear ou brincado tanto quanto queria.
É só amor, puro, seja qual for o dia ou a circunstância 🫶🏻
+ estes pequeninos que nos enchem a casa e o coração são exemplos disso. Força @123Gasp 🤜🏼🤛🏼 cuida bem do Acácio e que os momentos com ele se vão eternizando como se eternizaram com o Marley. Sei qual é a dor. Mas tens é de pensar na felicidade que ele pôde sentir. Ele sabe disso
As pessoas têm que começar a sensibilizar-se e perceber que de facto a companhia dos animais (neste caso cães) se torna indispensável para quem os sabe ter, criar e amar. Ainda hoje sei que a minha primeira cadelinha está a olhar por mim/nós e sabe a falta que cá faz. +
Uma dia voltarás a correr na minha direção.
Por fim, o que fica não são as noites de latir agoniado, a dificuldade a andar, os vómitos com sangue ou as cicatrizes na barriga.
Ficam as memórias de dias como estes: serenos no jardim, comuns mas únicos.
Marley, amo-te imenso.
+ as memórias vivem e fazem viver. Saber que até depois de ir se está cá. É uma das formas de eternizar o que não queremos nem deixamos que pare de existir. Porque acreditem ou não num para sempre, há coisas que ficam, vão ficando e ficarão. +