Me pega muito ver o Messi jogar o que está jogando aos 39 anos. Isso nunca aconteceu em toda a história da bola.
O futebol existe desde 1863 e nunca houve um reinado tão grande e tão pleno como esse.
Imaginem que os grandes craques brasileiros jogaram suas últimas Copas do Mundo ainda garotos: Romário, com 28; Ronaldo, com 29; Pelé, com 29; e assim por diante.
Tenho uma opinião impopular: Messi poderia estar jogando na Europa, nas grandes ligas e na Champions League, e estaria brilhando como sempre fez.
Talvez tivesse 12 Bolas de Ouro já.
Ele preferiu sair de férias por quatro anos e desfrutar.
Os últimos quatro jogos de Copa do Mundo que disputou foram assombrosos: decidiu uma semifinal e, logo depois, uma final; estreou com três gols (depois de quatro anos de vacaciones) e logo fez mais dois, tornando-se o maior goleador da história dos Mundiais.
Desculpe, mas essa talvez tenha sido a maior sequência de quatro jogos em Copas do Mundo, porque abrange dois ciclos, tem um título no meio e foi realizada por um jogador de quase 40 anos.
E não precisa nem entender muito de futebol para perceber que não foram só os gols: nesses quatro jogos ele fez tudo. Deu assistência, armou o jogo, marcou, desafogou, driblou, bateu falta, escanteio e pênalti.
O Messi é o arco e a flecha.
Messi basta.
Ele toca na bola e o futebol acontece.
Messi é o próprio futebol.
Elma Aveiro e Katia Aveiro acreditam em citação falsa atribuída a Drake: "Quando Ronaldo parar de jogar só os portugueses vão apoiar Portugal nos jogos"
A vitimização do jornalismo não tem limites. Fomentam a toxicidade a toda a hora e depois nunca têm poder de encaixe. Por mais Rúben Dias e por menos Nunos Matos em modo palerma.