Conheço muito jornalista bom na PB. @opedroalvespb e um deles, mas posso citar aqui Elisa Marinho, Fábio Hermano, Iago Sarinho, Phelipe Caldas, Tatyana Valeria...e por ai vai. Aliás eu não conheço ninguém melhor que eles. Tão bons quanto, conheço mais alguns.
Acho muito de boa a discordância, o debate no futebol. Inclusive entre torcedores e comentaristas. Tá tudo certo e participo. Mas esse nível de fomento de ódio é deprimente. No print, coloco aí casos fáceis de encontrar em q comento q o clube dele foi prejudicado pela arbitragem.
@MistikaConka Me choca a família achar normal ela ter uma boa formação, fez jornalismo na Puc, ser bilingue no mínimo, ter contatos na TV e mídia pra conceber desde um programa a um livro jornalístico. Mas a única coisa que ela pode fazer de "sucesso" é vencer um reality. Vc não acha estranho?
E a Salvadora Branca acabou de tirar um apartamento de uma mulher preta que luta para sobreviver, assim encerra o programa que iniciou com a Branca performando acolhimento com uma mulher negra.
Teve início, meio e o fim, o script foi fiel ao tema.
O PACTO DA BRANQUITUDE
#BBB26
Meu texto não passa por nenhum tipo de aprovação. É realmente uma confiança inédita da tv globo em um artista. O único censor é o Paulo miserável que fica dentro de mim cheio de medo de perder tudo… esse Paulo entra em guerra com o ousado que acha que é herdeiro. (Continua)
OPINIÃO! 🚨Comentarista da TNT afirmar que “Ainda Estou Aqui” é brasileiro e “O Agente Secreto” é recifense é injusto e violento até se for elogio!
No fim da transmissão de ontem, uma comentarista da TNT, disse uma frase que tem gerado polêmica. Ela afirmou que "Ainda Estou Aqui" é um filme brasileiro e "O Agente Secreto" é um filme recifense. Sem expor pessoas ao hate, precisamos esclarecer algumas coisas.
O Nordeste é uma invenção do Sudeste. Ou seja, o centro de poder inventa a periferia, dá nome a ela e a chama de “regional”. O regionalismo brasileiro é uma invenção.
Existe um belíssimo livro chamado "A invenção do Nordeste e outras artes", de Durval Muniz de Albuquerque Jr., em que ele trata exatamente desse ponto.
Minha tese de doutorado sobre o piauiense Assis Brasil se chamou "As memórias de uma literatura infinita: Assis Brasil e um glossário múltiplo entre a (re)invenção do moderno e a (des)invenção do Nordeste" falava disso.
Assis editou suplementou do JB por décadas, teve uma vida austera no Rio de Janeiro, dedicada às letras, rejeitou a elite carioca.
Ficou esquecido. Foi o primeiro a escrever bem sobre Guimarães Rosa e permaneceu até o fim da vida em Teresina.
Outro livro chave do tema é "Orientalismo", de Edward Said. Sua tese é: o Ocidente inventou o Oriente.
O eixo Rio-SP faz o mesmo com o Nordeste: homogeneíza-o como uma massa única e exotiza tudo de lá, folclore, lenda, misticismo, “cultural”.
Enquanto o centro-sul faz arte, o Nordeste faz artesanato. Enquanto o centro-sul faz teatro, eles fazem “mambembe”, e assim vai.
Por isso, o termo “sudestino” é uma invenção genial, porque descoloniza o pensamento ao inverter o eixo de quem pensa. Por isso @carvalhoalice usa lindamente o mapa ao contrário. É o Nordeste pensando o Sudeste de ponta à cabeça.
Dito isso, o que parece é que, para a comentarista, dizer que "O Agente Secreto" é recifense é tentar empurrá-lo de volta ao Nordeste depois de ele ter passado quase um ano sendo mundial, minutos após sua derrota.
Enquanto ganhava (ou era cotado), era o filme do Brasil no mundo; depois que perde, volta a ser nordestino em excesso. Não podemos deixar isso passar porque é violento demais.
"O Agente Secreto", pelo contrário, é brasileiro até demais. E isso é elogio, viu? 🇧🇷
Leia o texto completo:
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A jornalista Donminique Azevedo, esposa de Leandro, falou sobre a alfabetização tardia do brother e se pronunciou contra o uso do termo “analfabeto” de forma depreciativa. #BBB26