Maria Bethânia: "Fui criada em colégio de freira, um pouco forçada ali. Um exagero de Deus. Deus é um condenador. Tudo Deus reclama, tudo Deus não gosta... Então fiquei mais próxima de Nossa Senhora que achava mais humana. E escolha minha foi o candomblé"
🇧🇷 BRASIL: Duda Menegheti desabafa ao vivo: “Se você precisa que um cara pague 3 mil reais num curso pra ele aprender a ser pai, se você precisa que um cara suba uma montanha pra não trair: ACORDA!”
Oscar Schmidt, o "Mão Santa", foi o maior ídolo da história do basquete brasileiro e um dos maiores cestinhas da modalidade. Exemplo de obstinação, talento e de amor à camisa da Seleção.
Ao longo de décadas, uniu o país em torno das quadras, com arremessos inesquecíveis e liderança indiscutível. Disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos.
Pela seleção, o momento mais simbólico ocorreu na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, em Indianápolis, quando conduziu o Brasil na vitória por 120 x 115 sobre os Estados Unidos, a primeira derrota dos norte-americanos em casa na história da competição. Oscar também conquistou o bronze no Mundial de 1978, disputado nas Filipinas.
Sua dedicação elevou o nome do pais e fez dele inspiração para gerações de atletas e amantes do esporte.
Neste momento de pesar, deixo minha solidariedade à família, aos amigos e à legião de fãs que ele conquistou no esporte.