Até o momento, ainda não foi confirmada oficialmente a causa do incêndio no prédio da DINE na Universidade Federal de Pernambuco. Não se sabe se foi um ato criminoso ou se foi consequência de problemas estruturais e do sucateamento da própria universidade.
Diante dessa informação, lamentamos o ocorrido e ressaltamos a importância de garantir orçamento adequado para as universidades públicas. Não existe universidade pública de qualidade sem investimento e estrutura adequada, que garanta a segurança mínima dos estudantes, terceirizados, docentes, servidores e pesquisadores. É preciso defender a derrubada do novo teto de gastos, que restringe a capacidade do Estado de investir em serviços públicos essenciais.
Mesmo que o incêndio não tenha sido causado por um ato criminoso, isso não muda a gravidade da situação nem elimina a necessidade de investigação, nossa equipe jurídica continuará atuando.
Recebemos relatos e prints de diversos grupos de WhatsApp em que pessoas identificadas com a extrema direita estariam se organizando para realizar ações dentro da universidade, com mensagens mencionando possíveis bombas e ameaças contra estudantes, em nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A existência dessas mensagens é, por si só, uma circunstância grave! Independentemente de o incêndio ter sido proposital ou não, eventuais ameaças contra estudantes não podem ser naturalizadas ou ignoradas. A existência de elementos que indiquem a prática de ilícitos deve justificar a adoção das medidas cabíveis e a instauração de investigação para identificar a autoria das mensagens, evitando novas tragédias.
Esses fatos precisam ser apurados pelas autoridades competentes, com identificação dos responsáveis e adoção das medidas cabíveis.
Nos solidarizamos com todos os pesquisadores, pesquisadoras e toda a comunidade acadêmica da UFPE que tiveram pesquisas e materiais de anos de trabalho perdidos no incêndio. São estudos de enorme importância científica e social para o Brasil.
O Brasil perde com Flávio Bolsonaro.
Perde quando o futuro de milhões de famílias é tratado como número e quando programas como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pé-de-Meia e Farmácia Popular deixam de ser vistos como instrumentos para garantir dignidade, oportunidades e futuro.
O que está em jogo é o Brasil que queremos construir.
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!
Não aguento bolsonarista falando de dívida pública como se soubesse algo de economia MEU AMOR VOCÊ NÃO CONSEGUE NEM USAR UM CARTÃO DE CRÉDITO SEM SE ENDIVIDAR
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!
Bolsonaro fala em “continuidade”.
Continuidade de quê? Da fome? Do desemprego? Do aumento da pobreza? Do negacionismo e do descaso com a saúde em plena pandemia?
O Brasil já viveu esse projeto. E sabe o preço que pagou.
Bolsonaros nunca mais!