Não dói nem um pouco. O Neymar nasceu com o tipo de talento que 1 pessoa em 1 bilhão nasce, e escolheu desperdiçar isso em whisky, poker e mulher. Nunca se comprometeu com nada, nunca se responsabilizou por nada.
Viveu metade da carreira lesionado porque tem o preparo físico e a resistência de um bebum, fez questão de vender a própria imagem mais por polêmica extracampo que por esforço no campo e, quando percebeu que não conseguiria nada com isso, aparelhou o Santos e a CBF.
Além de tudo é mimado, desrespeitoso e tem 0 fairplay. Um delinquente que sequestrou nossa camisa por mais de 1 década e alimentou uma péssima cultura no nosso futebol. Finalmente acabou.
Uma curiosidade pros vira-latas: em 2024, o Brasil gastou cerca de R$ 591 bilhões com saúde pública, somando União, estados e municípios. Isso equivale a 5,03% do PIB.
Nos EUA, só a parte bancada pelo Estado chegou a cerca de US$ 2,5 trilhões em 2024. Convertendo, isso dá algo perto de R$ 13,2 trilhões.
Ou seja: o poder público americano gastou mais de 22 vezes o que o Brasil gastou com saúde e mesmo assim os EUA continuam sem sistema universal.
Aqui, com muito menos recurso, o SUS segura vacinação em massa, transplantes, atenção básica, vigilância sanitária, controle de epidemias e atende direta ou exclusivamente cerca de 160 milhões de brasileiros.
Em cobertura e acesso básico, o SUS é muito mais eficiente que o modelo americano.
Então não, o SUS não é o motivo da foto da direita. Sem SUS, bairro pobre não vira subúrbio americano. Vira só pobreza sem atendimento.
@HenriqueSTO1 Já para a direita, essas pessoas não são vitimas, mas apenas malditos sem vergonhas, descartáveis e que foram vitimas apenas da própria safadeza... logo, podem ser mortos e nao são nem gente. Resumindo, saia do simples pro complexo, a pobreza e a miséria possuem muitas camadas.
@HenriqueSTO1 Na realidade, é assim...
A esquerda acredita que as pessoas pobres podem melhorar de vida pela educação e as pessoas que traficam, portam fuzis ou são usuários de drogas são vítimas de uma sociedade desigual e inoportuna para a maioria dos pobres.