🤡 O cara faz parte da oligarquia, desde o império, mas tira a carta da vitimização.
Desde a cabanagem, a família combate a independência do povo.
O tetravô, Francisco Manuel Antônio Monteiro Tapajós, o “Herói de Tapajós”, era proprietário de terras às margens do rio Tapajós, na então Província do Grão-Pará. Colaborou com o governo imperial na repressão à Cabanagem (1835-1840), revolta de negros, indígenas e mestiços. Dom Pedro II o recompensou. Entrou na política, virou deputado provincial e presidiu a Assembleia do Grão-Pará. Outro ancestral, Nicolau Castro e Costa, de quem Dino herda parte do sobrenome, foi deputado provincial no Amazonas em 1874.
Dino nunca teve origem popular. Sua origem de classe dominante provincial se aliou ao trono, recebeu título e cargo, e transmite o capital político de geração em geração.
O avô, Nicolau Dino de Castro e Costa, chegou a desembargador no Maranhão numa época em que o Judiciário se preenchia por indicação. O pai, Sálvio Dino, foi vereador, deputado estadual e prefeito. A família ocupa cadeiras em academias de letras, redes jurídicas e postos eletivos.
Cinco gerações no mesmo circuito: terra, assembleia, tribunal, política. O sociólogo Ricardo Costa de Oliveira descreveu o padrão com famílias políticas com parentesco no Judiciário, no Legislativo e na intelectualidade local.
Há uma ironia estrutural. A Cabanagem foi um levante de populações que o tetravô ajudou a esmagar em nome da Coroa. Quase dois séculos depois, o descendente usa a linguagem contemporânea da opressão racial para responder a quem o descreve como jurista de província. A família que subiu combatendo a revolta popular agora invoca a matriz racista contra o adjetivo que descreve exatamente de onde ela veio: o poder local consolidado no Império e reproduzido na República.
Dino tem direito de se defender. Não tem direito de reescrever a genealogia. Ele não é um outsider que o Sudeste despreza por ser maranhense. É o produto acabado de uma oligarquia norte-nordestina que há gerações conversa com o Estado, primeiro com o imperador, depois com o tribunal, agora com o Supremo. A “província” não o excluiu. A “província” o fabricou.
O André do Prado não tem pauta. Tem xerox.
Ricardo Salles fala contra as bets. Dias depois o Prado aparece no vídeo repetindo a mesma frase, como se tivesse descoberto agora o óbvio. Só esquece o detalhe que destrói a pose: quem aprovou as bets foi a turma dele. Centrão. Lobista. Jatinho de dono de casa de aposta. Viagem para ver campeonato no exterior paga com o mesmo esquema que agora ele finge combater.
Isso não é coincidência. É método. @rsallesmma constrói posição. Prado espera o recorte viralizar e cola a etiqueta. Copia meio ambiente, copia segurança, copia bets. Copia tudo que rende voto na direita e esconde o currículo de quem passou a vida negociando com o centrão na Alesp e votando junto com a ESQUERDA.
Senador de São Paulo não é cargo para fotocópia. É cargo para quem já brigou quando brigar tinha custo. Salles foi à Câmara e fez o que podia contra as bets. Prado descobriu que era contra depois que o eleitor passou a odiar o assunto kkkk. Quem muda de lado no horário nobre não tem convicção. Tem apenas vontade de iludir os eleitores.
A direita de São Paulo precisa de alguém que encare a máquina, não de alguém que a máquina empurra e depois maquia de conservador. Prado é o nome do acordo. Salles é o nome dos interesses reais da Direita.
Cópia não governa. Cópia não fiscaliza. Cópia não segura o centrão. Se São Paulo quiser um senador de direita de verdade, o caminho não é o candidato que aprendeu o discurso ontem. É o que já estava falando quando a turma do Prado ainda embarcava no jatinho.
Nunca foi tão fácil escolher, É SALLES para o SENADO!
Derrotar Carlos Bolsonaro em SC e André do Padro em SP deve ser um dos grandes objetivos da direita nestas eleições. Enfraquecer essa ala radical e ególatra do bolsonarismo liderado por Eduardo, Kim Paim e outros é essencial para que a direita possa lutar unida contra o PT.
2 milhões de paulistas que não tinham água agora têm. E mais de 4 milhões estão tendo acesso ao saneamento básico.
Guarulhos, que tratava apenas 2% do esgoto, já chegou a 45% e deve alcançar 78% até o fim deste ano. Cajamar, Francisco Morato e Franco da Rocha já estão em 70%.
É assim que a gente despolui nossos rios: levando saneamento para quem ainda não tinha.
Em São Paulo, a universalização deixou de ser discurso. Está virando realidade.
Votação da Lei Áurea, no Parlamento no dia 9 de maio de 1888
alguns números:
83 a favor, 9 contra
todos os 9 eram do Partido Conservador, e desses 9, 8 eram da Província do Rio de Janeiro, a única onde os votos contra a Lei Áurea foram a maioria
Emily Wilson, whose translation of The Odyssey is itself unfaithful, critiques Christopher Nolan’s adaptation for emphasizing Odysseus’ “shame” over heroic “glory,” calling it a modern psychiatric revision of the character.
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‘Ai, essa Seleção é boazinha… Essa aqui é vilã… Não pode torcer por esse país, não pode torcer por aquele…’
Finalmente hoje acaba a COPA TEXTÃO do esvaziamento de pautas. Uma das Copas mais legais em termos futebolísticos, foi uma das MAIS CHATAS na cagação de regra.
essa copa elevou minha simpatia pela argentina e meu odio ao bostil a niveis jamais vistos
pena q a conspiraçao de que roubam pra eles infelizmente é mentira e essa taça eles nao levam
Getúlio Vargas foi o pior presidente da história do Brasil, responsável por uma massiva centralização de poder no governo federal e massivo intervencionismo econômico.
Há exatos 94 anos, os paulistas se revoltaram contra seu governo. Mesmo com a derrota militar, a Revolta Paulista conseguiu forçar concessões, forçando a convocação de uma Assembleia Constituinte — embora Vargas tenha dado um golpe subsequente contra essa própria Constituição.
Feliz 9 de julho aos paulistas que nos seguem! Que a resistência à tirania sirva de exemplo para todos.
#MMDC