Já que toda vez que posto a foto da Muralha, a Serra do Mar que divide a região metropolitana de São Paulo do litoral paulista e sempre viraliza.
Fiz esse vídeo didático para mostrar como se formou essa muralha.
Você sabia que São Paulo é irmão da Angola na África?
O chão que os paulistas pisam é o mesmo que os angolanos pisam mesmo estando a mais de 6 mil quilômetros de distância.
Gostou? 😁👍
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@alexcrfla O cara é ídolo do Botafogo, quer que ele fique se declarando de amor? Isso aí acontece no seu time porque os torcedores são acéfalos e acreditaram até que o Vidal era flamenguista de infância, Arrascaeta, e outros jogadores que precisam ficar mentindo na cara de vocês pra agradar
Meu primeiro amigo! 🥹💢
A família que emocionou os vascaínos no Maracanã visitou o CT Moacyr Barbosa para realizar o sonho de conhecer de perto os nossos jogadores.
Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal. 💢
🎥: https://t.co/ulR3Iri38i
#VascoDaGama
a sensação de conversa com alguém que tenha uma personalidade de um juiz é a pior possível, você a todo momento está pisando em ovos e do nada leva uma bronca, um sermão
Que HISTÓRIA ESPETACULAR E EMOCIONANTE desse torcedor do Vasco.
Agora, tinham de descobrir se essa funcionária ainda está viva e colocar um busto dela em São Januário!
UMA POLÊMICA COM O FLAMENGUISMO nunca foi tão importante. A matéria de destaque do Caderno de Esportes do @jornaloglobo, assinada por Davi Ferreira e Felipe Siqueira, é mentirosa e deve ser respondid. Em primeiro lugar se faz necessário criticar o método dos colunistas, que fizeram um apanhado de recortes parciais, sem cronologia de épocas e que, de tal forma, apresenta uma visão distorcida ao ocultar dados objetivos, o que inviabiliza o elemento comparativo. Mas não só, para além desse fator, a reportagem chama atenção para a “chancela” de historiadores, que “explicam como as torcidas se consolidaram no Brasil”. Entretanto, o jornal buscou três nomes que representam a narrativa hegemônica da literatura do futebol brasileiro, entre eles, dois que escreveram livros de exaltação ao Flamengo, sendo que um (Flamengo grande, Brasil maior), foi base central de dados da reportagem em questão. Quer dizer, o problema não é ouvir historiadores do gabarito de Bernardo Buarque de Hollanda, Leonardo A. M. Pereira e Renato Soares Coutinho, que, aliás, respeito e dialogo textualmente como parte da base bibliográfica para qualquer analise crítica da literatura do futebol. Contudo, não haver um contraponto sequer aos que chancelam a “narrativa flamenga”, não é razoável para uma matéria como esta do Globo. Por exemplo, a matéria afirma que o Flamengo, tal como Botafogo e Fluminense, só aceitável a “fina flor” da sociedade da Zona Sul. Mas porque não deixou nítido o significado racista dessa afirmação? Por outro lado, afirma que o Vasco representava “os ideários da colonização portuguesa em seus primórdios”. Vejam o peso e a medida: ocultam o racismo de um lado e colocam a etiqueta pejorativa de clube do colonizador do outro. Porém, é inegável o racismo no seio de Flamengo, Fluminense Botafogo, basta ler os estatutos das ligas de futebol e quem votava em favor dos mesmos. Ou seja, sequer precisa de um exame detalhado na vida interna de cada um desses clubes. Mas, o Vasco pode ser taxado como “clube do colonizado”? Vira e mexe esse tema volta como um espatálio, não à toa respondi um post caluniador de Antônio Tabet (https://t.co/xxnGGPpDXY)e escrevi um pequeno artigo (https://t.co/DkoxKhRzsN) para contrapor a uma agitação em redes sociais de uma charge de 1959 do cartunista Otélo Caçador. É importante registrar que esse tema também foi explorado no livro “Flamengo grande, Brasil maior” e foi respondido na obra “Vasco: o clube do povo - uma polemica com o flamenguismo (1923-1958)”, na qual o autor rubro-negro tenta enquadrar a coluna “Uma Pedrinha na Chuteira” do Jornal dos Sports e, sobretudo, seu autor “Zé de São Januário” (Alvaro do Nascimento) como um “propagador da ideologia lusitana” utilizando os canais e as vestimentas cruzmaltinas. A coluna Uma Pedrinha na Chuteira, no miolo do jornal, uma tirinha lateral que poderia ocupar 20% de uma página, não teria o poder de propor ou adentrar em uma luta encarnada por simbolismos. Não havia “igualdade de armas” para isso, Mario Filho era o diretor-chefe e co-proprietário do jornal, Cascadura era um assalariado. E mais, a suposta associação do Vasco ao lusitanismo nos anos 1940 ocorreu muito mais por parte das crônicas de Zé Lins do Rego e de Mario Filho do que por pronunciamentos de Zé de São Januário. Aliás, nesse período, a produção de Cascadura (como era chamado Alvaro do Nascimento nas redações) ficou muito voltada para a história do Vasco, a relação com a CBD, Cyro Aranha, Vargas Neto, Conselho Deliberativo do Vasco, os cigarros “Pauli-Poli”, Expresso da Vitória, a Copa de 50, São Januário, Maracanã, além de incontáveis relatos pitorescos e polêmicas entre os clubes cariocas. Onde que nesse eixo se enquadra a orientação lusitanista? Claro que em uma ou outra coluna aparece alusão a terra natal, mas nada mais que natural se tratando de um homem que nasceu em Portugal. Todavia, isso não enquadro o Vasco com a abjeta narrativa de “clube da colonização”. Afinal, o próprio presidente da Resposta Histórica, José Augusto Prestes, foi um militante republicano anti-monarquista e participou de um levante revolucionário de dia 31 de janeiro de 1891 antes de imigrar para o Brasil (https://t.co/IZixk5opr5). Por isso, é preciso afirmar que essa narrativa é falsa, assim como não se sustenta a ideia que na Era Vargas, o Flamengo foi beneficiado por ter adotado uma marketing “nacionalista”, se apoiando na ideologia do Estado Novo, que, diga-se de passagem, utilizou o Estádio de São Januário como seu principal palco cívico. Portanto, a verdade é que o consórcio de imprensa (Jornal dos Sports e O Globo), aliado com a gestão José Bastos Padilha, criou um rótulo de "brasilidade" para tornar o Flamengo, até então, racista e elitista, palatável e acessível para massas populares. De tal forma, a narrativa de “clube do colonizador” versos “clube da brasilidade” e/ou da “cidade cartão postal do Brasil” não é um mero acaso. Como não é um mero acaso, na matéria dominical do Globo, afirmar que o Flamengo solidificou a sua característica popular nos anos de 1930, mas sem mencionar qual clube possuía esta característica antes do clube da Gávea e seguiu mantendo nas décadas seguintes. Nesse quesito a pesquisa que materializou o livro “Vasco: o clube do povo – uma polêmica com o flamenguismo (1923-1958)” liquida qualquer argumento apresentando dados irrefutáveis, como o da passagem que socializo abaixo:
No dia 15 de maio de 1954, a Revista Manchete, publicou uma entrevista com Mario Filho. Nessa entrevista, realizada por Darwin Brandão, Mario Filho responde a seguinte pergunta: O Flamengo é realmente o “maior”?
Resposta de Mario Filho: “A popularidade do Flamengo é realmente espantosa. E mais espantosa porque cresceu assustadoramente nos anos de derrota. O Flamengo tornou-se, assim, um clube de gente, talvez o único que se pode apagar, que se pode ver como multidão. Um Vasco e um Fluminense são grandes por outras coisas. Agente pensa no Vasco e pensa em São Januário, na piscina maior da América do Sul. Pensa no Fluminense e pensa numa arrumação de parque, inglês, tudo direitinho. Quando agente pensa no Flamengo nem pensa da sede do Morro da Viúva: pensa na multidão. E se assusta com o tamanho dela. Que é dele também”.
Me parece que os olhos de Mario Filho estavam “míopes” para o lado da torcida do Vasco, que vinha dando demonstrações de enorme força, hegemonizando de forma incontestável as arrecadações entre o final dos anos 1940 e o início dos anos 1950 como revela a crônica lapidar e com tom de ironia de Zé de São Januário no Jornal dos Sports (13 /02 /1951).
"Uma Pedrinha na Shooteira
Mario Filho está organizando uma série de estatísticas sobre o futebol metropolitano. Entre as estatísticas de Mário Filho conta-se a das rendas.
E Mário Filho dá-nos a saber quais as dez maiores rendas em jogos do campeonato regional.
Ainda que pareça impossível, a maior renda até agora verificada nos jogos em que não participou o Vasco da Gama, foi conseguida no encontro Fluminense-América, na temporada de 1950. A renda em apreço atingiu Cr$498.832,00.
As dez maiores rendas são as seguintes.
-10º lugar – Fluminense-América, na temporada de 1950 Cr$498.832,00.
-9º lugar – Vasco-Flamengo, em 1950 - Cr$568.723,00.
-8º lugar – Botafogo-Vasco, em 1948 - Cr$570.000,00.
-7º lugar – Vasco-Flamengo, em 1949 - Cr$577.540,00.
-6º lugar – Vasco-Fluminense, em 1949 - Cr$581.970,00.
-5º lugar – Bangu-Vasco, em 1950 - Cr$582.850,00.
-4º lugar – Vasco-Fluminense, em 1950 - Cr$620.556,00.
-3º lugar – Vasco-Bangu, em 1950 - Cr$788.195,00.
-2º lugar – Vasco-Botafogo, em 1950 - Cr$987.934,00.
-1º lugar – América-Vasco, em 1950 – Cr$1.577.014,00.
Como se verifica as maiores rendas do campeonato pertencem ao Vasco da Gama.
Os clubes incluídos nas maiores rendas do football metropolitano são os seguintes: Vasco, América, Botafogo, Bangu, Fluminense e Flamengo.
O grêmio da Cruz de Malta conseguiu 9 primeiros lugares em 10 partidas; Fluminense três; América, Botafogo, Bangu e Flamengo dois primeiros lugares cada um.
O interessante é que o Vasco da Gama não usa títulos pomposos. Não é o clube mais querido do Brasil, nem possui o estádio mais bonito da cidade.
O Vasco, coitado, é o Vasco mesmo. É um clube antipático e possui o estádio mais feio do mundo…
Mas o que o Vasco é maior, isso ninguém discute. E quem discute, deseja encobrir o sol com uma peneira… ZÉ DE SÃO JANUÁRIO".
Mas não só, o livro também apresenta números oficiais, divulgados nos jornais da época por conta do critério de classificação do Torneio Rio-São Paulo, que o Vasco teve mais público e renda na primeira década do Estádio do Maracanã do que Flamengo, Fluminense e Botafogo. Isto sem contar com o número de associados nos clubes que o Vasco era disparado o maior e concursos como do Jornal A NOITE de 1961 que promoveu a eleição de qual clube carioca enfrentaria Real Madri que se encontrava na Rio de Janeiro. O jornal A Noite no dia 23 de janeiro publica uma enorme manchete: “O povo escolheu. O Vasco enfrentará o Real Madri”. Portanto, a matéria deste domingo no Caderno Esportes do Globo, com o presente conteúdo e a forma que está posta, sem qualquer estudo comparativo digno de nota, não passa de uma nova embalagem de um velho produto “vendido” goela abaixo por meios de comunicação como o Grupo Globo, que na prática são a essência do flamenguismo e a razão cientifica do salto numérico da torcida rubro-negra.
Vamos juntos ajudar nosso irmão de
camisa Igor Melo?
chave pix CPF 102.888.194-03
(Marina de Moraes Moura)
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@AnalisaCRVG No esporte mais popular que é o futebol os caras não tem vergonha do clubismo, imagina no basquete que tem um alcance bem menor. A novidade nessa história é somente o sujeito, mas o enredo é mesmo há décadas.
caindo uma chuva filha da puta em Nova Iguaçu, o ponto de ônibus não tem cobertura, as pessoas se escorando na parede para pegar um pouco da proteção da marquisa e duas barangas com a porra do guarda-chuva aberto em baixo do pouco espaço da marquisa, vsf