Perambulo sobre minhas idéias, elas são autônomas, não são inerentes as minhas vontades. Eu observo as ocasiões, pressupondo possibilidades de ações a favor do agora, não digo que dispenso a utopia de uma vida plena, eu dispenso o tempo gasto para tê-la.
O que esperar do acaso, sendo ele consequ��ncia de ações do seres humanos?
O que esperar da chuva, sendo ela consequência restrita da natureza?
O que esperar do futuro, sendo ele um reflexo das ações do presente?
Afinal, pra quê esperar, sendo o fim da espera, a morte?
Um dia talvez entendamos que o melhor a se fazer é observar, ação sempre virá premeditada de uma reação, uma controlamos, a outra não. A observância dos momentos, comportamentos, atitudes nos dizem muito mais que meras palavras lançadas ao vento.