ATENÇÃO: Em artigo no Washington Post, presidente Lula manda um duro recado aos Estados Unidos. "A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões patrulhando suas águas nem de tarifas punitivas. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Num momento em que os EUA fecham seu mercado, outros países se apresentaram como alternativas, oferecendo uma agenda positiva capaz de impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Ninguém nos derrotará com mentiras", destaca um trecho do texto.
Ministro da Fazenda, Dário Durigan, sobe o tom contra os Estados Unidos. "A política econômica do Brasil não existe para atender às prioridades de autoridades estrangeiras", disse.
Nota à imprensa sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos Estados Unidos
O dia 15 de julho de 2026 passará para a história das relações entre Brasil e EUA como um marco lastimável.
O governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo governo dos EUA relativa à imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974.
Não há justificativa para medidas unilaterais contra o nosso país. Segundo estatísticas do próprio governo norte-americano, os EUA acumularam nos últimos 15 anos US$ 424,5 bilhões em superávit de bens e serviços com o Brasil.
Em 2025, 76% das importações originárias dos EUA entraram no país sem pagar imposto de importação, e a alíquota média efetivamente aplicada sobre produtos norte-americanos foi de apenas 3,1%.
O Brasil não reconhece a legitimidade de investigações sem amparo nas regras multilaterais de comércio. Apesar disso, nunca deixamos a mesa de negociação para defender os interesses nacionais.
Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou ininterruptamente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, apresentando evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio adotadas pelo Brasil.
Demonstramos que são descabidas as alegações contra o PIX e a regulação de plataformas digitais, bem como são absurdas as acusações sobre desmatamento. O PIX é um patrimônio do nosso povo e referência internacional de infraestrutura pública digital. No Brasil, não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros.
Nas audiências públicas promovidas pelo USTR na semana passada, 63 das 78 intervenções feitas por representantes do setor privado brasileiro e norte-americano foram contrárias ao tarifaço.
O governo do Brasil seguirá adotando medidas para reduzir os danos causados à economia e à renda dos brasileiros. Continuaremos a diversificar parcerias comerciais e a abrir novos mercados para nossos produtos, como fizemos ao firmar acordos do MERCOSUL com a União Europeia, a Associação Europeia de Livre Comércio e Singapura.
Por meio do Plano Brasil Soberano, manteremos medidas de proteção aos setores afetados por tarifas ilegais e arbitrariamente impostas pelo governo dos EUA, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional.
O Brasil iniciará imediatamente os trâmites para acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e retomará o tema no âmbito do mecanismo de solução de controvérsias da OMC.
É triste constatar que o lamentável desfecho das investigações baseadas na Seção 301 faz parte do enredo construído com a ativa colaboração da família Bolsonaro. São falsos patriotas que arquitetaram e defenderam publicamente ações contra o nosso país, movidos por objetivos eleitoreiros.
Não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições. Proteger a nossa soberania é uma obrigação que está acima de todos os partidos e todas as tendências. O governo brasileiro não vacilará em seu dever de preservá-la.
Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
LULA: "Pedir que o tarifaço contra o nosso país seja adiado para depois das eleições é mais uma atitude de traidores da Pátria. Nunca houve e não há qualquer justificativa para tarifaço agora ou depois. O mais absurdo é saber que a origem disso tudo foi motivada pela própria família Bolsonaro que defendeu publicamente o aumento de tarifas contra os produtos brasileiros".
Enquanto os herdeiros do bolsonarismo celebram o tarifaço dos EUA, a história se repete: uma extrema direita que prega patriotismo, mas atua como linha de frente dos interesses de Washington nas Américas.
Leia a coluna completa de Orlando Calheiros no site do Intercept Brasil: https://t.co/K7GPs0y5UF
Por que a Thelminha não recebeu tanto apoio de famosos assim nos últimos anos? Ela fez desabafos sobre o assunto, protestou, lutou para ter Justiça. Foi chamada de "mimizenta" várias vezes. E quando ela consegue a Justiça, o apoio dos grandes vai para quem errou e disse ter aprendido. Mas e ela? Pq nunca recebeu também esse apoio?
A inauguração da Torre de Jesus Cristo contou com show de luzes. Enfim a última e mais alta torre da Sagrada Família, a basílica que começou a ser erguida em Barcelona há 144 anos.
Votação do fim da escala 6x1: tem que ter cautela
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Votação pra obrigar criança a ser mãe: menos de 2 minutos
Essa é a cara do Senado de Davi Alcolumbre. Nenhum respeito com a população.
O PIX é uma ferramenta eficiente: foi criado por técnicos do Banco Central, é instantâneo, universal e gratuito. Já o Zelle é um serviço privado e precisa ser contratado pelos bancos. Só funciona entre os que entram no sistema. Está longe de ser "parecido" ou "a mesma coisa".
"O Brasil tem o dia da mãe, o dia do pai e graças a esse congresso nós vamos passar a ter o dia do estuprador. E Davi Alcolumbre deixou sua cara como símbolo. Como ser conservador é você obrigar uma criança a carregar no ventre o filho do estuprador."