Decían que no pero sí.
Un expresidente colombiano de amigo de quién destruye la economía del sur de Colombia e insulta la Colombianidad.
El mismo lobby de Miami para hacer daño a Colombia.
No caiga en la trampa, @IvanCepedaCast Los debates a los que lo quieren llevar los medios comermierda son en realidad emboscadas para coserlo a puñaladas.
A usted no lo van a elegir los sánchezcristos y esas vainas sino el pueblo colombiano.
“EEUU no es una democracia. Se puede comprar la presidencia. Donald Trump lo hizo, y la compró con dinero de la APAC, de los oligarcas y de los donantes. El hecho de que se permita invertir millones y millones en política hace imposible que sea un país democrático.” — Roger Waters.
El que niegue que el empeoramiento del caos de la @NuevaEPS_ en Enero fue causado por @Colsubsidio_Ofi, a propósito y de forma premeditada, con su medida unilateral de cortar todas las entregas de medicamentos, no entiende lo que sucede.
Solo vean que el mayor % de recursos de la Nueva EPS del año 2025 fue entregado a Colsubsidio y no sólo costos del 2025 sino incluso facturas de 2018 en adelante.
La campaña electoral avanza.
Hoy Colombia tiene otro gran contraste: mientras Uribe sale a defender los peajes, el gobierno anuncia que vendrá una disminución del precio de la gasolina, para beneficio del bolsillo de millones de ciudadanos.
Y cómo es la vida: el uribismo tachó al gobierno de improvisador, cuando fue quien actúo con responsabilidad al pagar la deuda de billones que dejó Duque por proceder con populismo subsidiando la gasolina a costillas de un hueco fiscal inmenso.
Cada vez más se les caen las mentiras y a Colombia le queda más clara una certeza: es el progresismo quien se la juega por la gente. ¡Pa’lante!
Sigamos trabajando juntos por la salud, el agua y el futuro de Maicao y La Guajira.
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🗓 Sábado 17 de enero | ⏰9 am | 📍Cll 15 con Cra 10
#ElPactoSeTomaElCaribe#PactoHistorico#Corcho
Artigo do presidente Lula publicado em jornais de 27 países do Mercosul e da União Europeia (Brasil 🇧🇷, Argentina 🇦🇷, Bolívia 🇧🇴, Paraguai 🇵🇾, Uruguai 🇺🇾; Alemanha 🇩🇪, Áustria 🇦🇹, Bélgica 🇧🇪, Bulgária 🇧🇬, Chipre 🇨🇾, Croácia 🇭🇷, Eslováquia 🇸🇰, Eslovênia 🇸🇮, Espanha 🇪🇸, Estônia 🇪🇪, França 🇫🇷, Grécia 🇬🇷, Irlanda 🇮🇪, Itália 🇮🇹, Letônia 🇱🇻, Luxemburgo 🇱🇺, Malta 🇲🇹, Polônia 🇵🇱, Portugal 🇵🇹, República Tcheca 🇨🇿, Romênia 🇷🇴, Suécia 🇸🇪) no dia 16 de janeiro.
📰 Acordo Mercosul-UE é a resposta do multilateralismo ao isolamento
Em uma época em que o unilateralismo isola mercados e o protecionismo inibe o crescimento global, duas regiões que compartilham valores democráticos e a defesa do multilateralismo escolhem um caminho diferente. Contra a lógica das guerras comerciais que segregam economias, empobrecem nações e aumentam a desigualdade, Mercosul e União Europeia assinam amanhã um dos acordos mais amplos do século XXI.
Firmado após mais de 25 anos de negociações e baseado na certeza de que só a integração e a abertura comercial promovem a prosperidade compartilhada, o acordo cria a maior área de livre comércio do mundo. Não existe economia isolada. O comércio internacional não é um jogo de soma zero. Todos querem crescer, e a nova parceria irá criar oportunidades mútuas de emprego, geração de renda, desenvolvimento sustentável e progresso econômico.
Somados, os 31 países que integram o Acordo Mercosul-União Europeia reúnem cerca de 720 milhões de cidadãos. Nosso PIB conjunto supera 22 trilhões de dólares. O acordo irá ampliar o acesso mútuo a mercados estratégicos, com regras claras, previsíveis e equilibradas. Ao remover barreiras comerciais e estabelecer padrões regulatórios comuns, os investimentos, as exportações e as cadeias produtivas se multiplicarão nos dois lados do Atlântico.
Uma complementaridade comercial robusta une as economias da América do Sul e da Europa. A versão do acordo que aprovamos resguarda os interesses de setores vulneráveis, garante a proteção ambiental, promove valores compartilhados como a democracia e os direitos humanos, fortalece os direitos dos trabalhadores e preserva o papel do Estado como indutor estratégico do desenvolvimento econômico e social.
A celebração desse acordo só é possível porque Mercosul e União Europeia entenderam ter muito mais a ganhar juntos do que individualmente e optaram por dialogar em condições de respeito e igualdade. Os blocos encontraram convergências mesmo diante de visões distintas, mostrando que a cooperação é muito mais vantajosa e eficaz do que a intimidação e o conflito. Agradecemos os países do Mercosul e da União Europeia por terem se empenhado na conclusão de acordo tão significativo.
A assinatura, no entanto, constitui só um primeiro passo. Amanhã começa uma nova fase de cobrança para a implementação ágil e transparente do que foi pactuado. O sucesso real do acordo será medido pela velocidade com que os seus benefícios alcançarem as prateleiras dos mercados, o campo, as fábricas e os bolsos dos cidadãos.
Inúmeros setores de ambos os lados sairão beneficiados, da bioeconomia à indústria de alta tecnologia, dos pequenos e médios agricultores às pequenas, médias e grandes empresas. Consumidores europeus e sul-americanos terão acesso a produtos mais diversificados e com preços menores, enquanto produtores alcançarão novos mercados.
Para além dos ganhos comerciais e econômicos, o acordo aproxima ainda mais parceiros unidos por laços históricos, de vocação democrática e multilateral. A interdependência é uma necessidade e uma realidade. Só o trabalho conjunto entre Estados e blocos é capaz de promover a paz, prevenir atrocidades e enfrentar os piores efeitos da mudança do clima.
Em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo, o acordo prova como outra governança mundial é possível, mais ativa, representativa, inclusiva e justa. Estes mesmos princípios orientam nossa busca por instituições multilaterais renovadas, como a reforma da Organização Mundial do Comércio e do Conselho de Segurança da ONU.
Ante o crescimento do extremismo político, Mercosul e União Europeia demonstram na prática como o multilateralismo, que tantos benefícios trouxe ao mundo depois da Segunda Guerra, segue atual e imprescindível.
Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil