Bom dia! Gente, uma dúvida... o humorista cosplay de analista político que agora defende Nossa Senhora com unhas e dentes não era daquele grupo que vivia fazendo uns vídeos satirizando o cristianismo e trechos da Bíblia? Tô entendendo isso não, turma
The world tells us that “more” power, popularity, prestige, and possessions will make us “great.” But, Jesus says: “The one who is least among all of you is the one who is the greatest.” Live selflessly and sacrificially for God and others and you will have a “great”day!
Essa decisão de Flávio Dino é uma das maiores bizarrices do Poder Judiciário brasileiro. Ela praticamente acaba com uma série de princípios do Direito e joga por terra a independência da Justiça Eleitoral. Vou mostrar toda a malandragem judicial desse caso tópicos. Como dizem por aí, 'o bagulho é louco'. (+)
"The value of persons, however, does not depend on what they achieve or produce ... The fundamental dignity of each person, therefore, is neither acquired nor earned, nor does it need to be justified ... The dignity of every human person can be described as infinite."
Pope Leo XIV: "Magnifica Humanitas."
Estou impressionado com o que aconteceu na França durante a visita do Papa.
Milhões de pessoas pelas ruas.
Missa com 700 mil pessoas na mesma praça das execuções da Revolução Francesa. É quase o exorcismo de um país.
Na Vigília de Oração com os jovens da França, eles fizeram o que faltou nas Olimpíadas, uma abertura digna da história do país.
Reencenaram a incrível história da Igreja da França, desde a chegada de Lázaro e sua irmã Maria Madalena, o martírio de Santo Denis, o batismo de Clóvis, a compra da Coroa de Espinhos de Nosso Senhor por São Luís IX, Santa Joana d'Arc, os inúmeros santos da primogênita da Igreja, os mártires da Revolução Francesa, até a grande Santa Teresa de Lisieux.
(Vídeos dublado e original)
The choice before Brazilian voters in October is bleak. Neither Luiz Inácio Lula da Silva nor Flávio Bolsonaro is credible when it comes to tackling the country’s biggest problems https://t.co/pp5W3yf4mA
Ser contra ou a favor de Bet nem é o X da questão.
A questão é: o negócio foi legislado, regulamentado e sancionado. Proibir da noite pro dia na canetada, antes de uma eleição acirrada, rasga contratos e acaba com a credibilidade do país.
O Brasil levou anos discutindo como regulamentar as apostas esportivas. O Congresso aprovou, o governo regulamentou, empresas pagaram para operar legalmente no país, fizeram investimentos e passaram a cumprir regras de fiscalização, tributação e proteção ao consumidor.
Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório.
Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la.
Isso é uma questão de segurança jurídica.
E segurança jurídica não interessa apenas às empresas de apostas. Interessa a qualquer pessoa, empresa ou instituição que invista, contrate e faça planos de longo prazo no Brasil confiando nas regras estabelecidas pelo próprio Estado.
A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro.
Uma decisão dessa dimensão afeta o futebol profissional, as categorias de base, o futebol feminino, os esportes olímpicos e os campeonatos.
O esporte brasileiro não pode ser analisado apenas a partir da realidade financeira dos clubes de maior receita. E não são atingidos apenas os clubes, é uma cadeia que recebe um impacto imediato: empregos diretos e indiretos, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas, prestadores de serviços e toda uma cadeia econômica.
Atinge também a arrecadação pública. O mercado regulado gera recursos por meio de impostos e das destinações previstas em lei, que chegam aos cofres públicos e são destinados a áreas de interesse da sociedade.
Enfraquecer o mercado legal pode produzir uma combinação especialmente ruim: menos recursos para o esporte e menos arrecadação para o país.
E o brasileiro ficará mais protegido? Essa talvez seja uma das perguntas centrais dessa discussão.
Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço.
Pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 em todo o país com 2.291 apostadores, aponta a presença relevante de práticas associadas ao mercado ilegal. Estudo da LCA Consultores, baseado nessa pesquisa, estima que entre 38% e 44% do valor apostado online no Brasil ocorra atualmente em plataformas clandestinas.
Há um dado particularmente importante: a participação estimada do mercado ilegal caiu depois da regulamentação, passando daquela faixa de 41% a 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.
O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar.
E o resultado pode ser menos segurança para quem investe, menos recursos para o esporte e para o país e menos capacidade de fiscalização sobre a atividade.
O Brasil precisa combater o jogo ilegal.
Precisa proteger sua população.
Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas.
O esporte brasileiro não pode ser enfraquecido por uma decisão que não elimina o jogo, não elimina o mercado ilegal e ainda coloca em risco os investimentos, os empregos e os compromissos construídos dentro das regras que o próprio país estabeleceu.
Por que tudo no Brasil precisa ser recheado de insegurança jurídica e medidas eleitoreiras?
É óbvio que eu e muitos outros defendemos que bets deveriam ser no mínimo controladas, se não impedidas.
Mas primeiro, por que fazer justo agora a dias da eleição?
Segundo, por que fazer do nada? Foda-se se os clubes estão no meio do campeonato, foda-se se tem gente com dinheiro nos sites, foda-se se empresários do ramo de bets gastaram grana em escritórios, equipe, marketing etc e foda-se, sobretudo, quem trabalha para essas empresas.
Da noite para o dia o setor deixa de existir por causa de uma canetada.
E isso não foi exclusividade de bets. Várias vezes o governo fez coisas assim. Como a Dilma com a Medida Provisória 579 em 2012 que criou uma crise no setor energético da noite para o dia.
Por que as coisas não podem ser planejadas no Brasil? Tudo precisa ser feito na base da gambiarra, impulso e populismo. Que país amaldiçoado!
Sou contra as bets por princípio, mas a favor da segurança jurídica e do respeito às garantias contratuais.
Quem vai querer investir um centavo em um país sabendo que um presidente desesperado, numa canetada, pode suspender toda a atividade de um setor legalizado, regulado e autorizado pelo próprio Estado?
Paulo Gonet vai investigar a si mesmo? O Conselho Superior do Ministério Público Federal - que o "absolveu preventivamente" - tem 10 membros do próprio MP. É um sindicato, não um órgão de controle externo. Nossas instituições estão sendo mortas por seu próprios membros.
Governo de república de bananas acabou, numa canetada, com um mercado bilionário q ele mesmo liberou.
Insegurança jurídica como essa sinaliza a falta de seriedade do país para investimentos.
Voce não precisa gostar de bet (eu não gosto) para entender que não é assim que se faz.