EUA ganharam com dois gols de um filho de imigrantes nigerianos, um gol de um inglês neto de argentino e um gol de paraguaio.
Trump vai mandar anular o jogo.
Com a aproximação do evento que qualquer apaixonado por futebol espera por quatro anos, é até normal que passemos a tratar a Copa do Mundo com exaltação quase incondicional, eufórica.
Mas não dá para ser assim diante dos absurdos aos quais estão sendo submetidos, nos Estados Unidos, dirigentes, comissões técnicas e jogadores de algumas seleções.
Recusas de vistos, interrogatórios infinitos e a estapafúrdia ideia de obrigar um time a deixar o país após cada jogo precisam ser tratados como um pacote, como uma das maiores vergonhas da história das Copas.
É curioso ver, por parte de quem defende esses atos, a acusação de que as críticas a eles têm motivações políticas. É justamente o contrário: quem defende que o Irã possa se concentrar, treinar e jogar como qualquer seleção não o faz em defesa do condenável regime iraniano, mas zelando pela isonomia esportiva e para que a Copa seja o que deveria ser, uma celebração da humanidade, seus povos e culturas.
São os vetos e limitações impostos por Donald Trump e seus asseclas que têm apenas motivações políticas. Ou alguém tem dúvida sobre o que o atacante do Iraque e o goleiro do Irã foram fazer nos EUA durante a Copa?
Tudo poderia ser menos vergonhoso não fosse a patética e já caricata subserviência do presidente da FIFA a Donald Trump. Infantino não agiria da mesma forma, acatando de orelhas baixas, arbitrariedades similares de Brasil ou Argentina. Por aqui, é certo, o ambicioso dirigente brigaria para que as óbvias premissas esportivas fossem cumpridas. Por lá, ele tem medo.
Especificamente sobre o Irã: se não contar com as mesmas condições dos rivais para disputar o torneio, o abandono de última hora seria uma forma contundente de protestar, gerando um prejuízo enorme. A impossibilidade de substituição, numa Copa em que terceiros colocados se classificam em oito de doze grupos (!), geraria um caos tão irreparável quanto merecido pela FIFA.
As consequências provavelmente viriam, é verdade. Mas seriam, mais uma vez, um vexame para Gianni Infantino, cujos esforços para estragar a competição mais sensacional do planeta por motivações políticas e financeiras não são poucos. E não são de hoje.
Quando o Fabrício Bruno entregou contra o Japão: nunca mais olharam na cara dele e nunca mais convocaram.
Marquinhos falha jogo sim e outros também: Capitão e incontestável.
Olha a diferença do jeito que o Tiago Leifert fala da Marta que tem 120 gols pela seleção e foi eleita 6 vezes a melhor do mundo comparado ao jeito que ele fala do Neymar, que tem 79 gols pela seleção e nunca foi eleito o melhor do mundo.
Luciano Huck e sua esposa apareceram hoje comendo no restaurante Langosteria, em Paris, um dos mais CAROS do mundo.
Fui pesquisar e uma refeição para dois nele está custando 504 euros, que hoje equivale a mais de R$ 3.000, cinco vezes o valor do Bolsa Família dos mais necessitados que o Luciano Huck criticou.
Adriana Araújo, mais uma vez, gigante na Band. Indignada, como todos nós, com o desfecho do caso Henry.
“Você pode escolher ser mãe ou não. Você pode escolher ser pai ou não. Mas, quando um filho nasce, não pode escolher a omissão, porque a omissão mata.”
Que vergonha! A CBF precisou de menos de 24 horas pra identificar que o Neymar tem uma lesão de fato.
E não apenas um edema na panturrilha como o Santos sustentou por uma semana e meia.
E depois querem convencer o torcedor que o clube não é uma bagunça
Rodrigo Lasmar, médico da seleção brasileira, informou que Neymar tem uma lesão grau 2 na panturrilha. Fica fora dos amistosos e possivelmente da estreia contra o Marrocos.
O Santos deve explicações. O coordenador do núcleo de saúde do clube, Rodrigo Zogaib, disse ao GE que era apenas um edema e que ele estaria apto no dia 27.
Duas opções: 1) o Santos, mais uma vez, se curvou ao Neymar e omitiu um problema maior; 2) o Santos diagnosticou errado.
Ambos os casos seriam graves.