totalmente sem paciência lidar com CINÉFILO. vsf, sabe
as pessoas não sabem trocar ideia, debater um assunto, conversar igual gente. o desgraçado SÓ QUER TER RAZÃO, só a opinião dele importa nessa merda
vai falar com as paredes então, bate papo com as vozes da sua cabeça
ñ fode
@peudepeppa@falameuanjo@chicotinh0 Não, a The Week começou lá na Rua Guaicurus na Lapa, em 2004. O Metrópole virou uma segunda casa deles pra shows e outras festas se não me engano em 2012/2013.
@luvcr_@indiesung Agora com a volta do Cine Copan é bem possível que a região volte a ser mais valorizada para cinema também. Seria incrível, a Galeria Metrópole merece. E o espaço lá é muito lindo, fui a muitos eventos.
@indiesung@luvcr_ O Cine Metrópole foi revitalizado na década passada pelo dono da The Week e virou casa de show/balada por uns anos, mas desistiram de lá na reestruturação e segue fechado.
12/06 definitivamente me faz ter certeza que meu karma (ou seria meu dom?) é fazer os boys começarem a namorar kkkkkkkk
transou comigo? vai começar a namorar num prazo de 90 a 120 dias. não falha!
A linha 6 do Metrô em São Paulo ficou R$ 3,7 BILHÕES mais cara. Mas o governo Tarcísio impôs sigilo nos documentos que poderiam justificar esse custo extra.
O mais bizarro é a justificativa do sigilo: a Artesp está sucateada.
Para pagar a mais, o governo alega publicamente que a concessionária encontrou um risco geológico e, por isso, obra deveria atrasar três anos. Mas dá para acelerar, para atrasar um ano só, e isso vai custar R$ 3,7 bilhões.
Mas o que é esse risco geológico? Está sob sigilo.
Como ele foi descoberto? Sigilo.
Como foi comprovado? Sigilo.
Como foi calculado o atraso de três anos? Sigilo.
A justificativa oficial para o sigilo é o sucateamento da Artesp.
Segundo o governo, há uma falta crônica de pessoas nomeadas (pelo governo) na agência e, por isso, não tem ninguém que possa olhar os documentos para dizer o que pode ser disponibilizado por lei de acesso.
Aí, sem saber o que pode ser tornado público, para não dar trabalho extra para esse único funcionário, nada é tornado público.
Então simplesmente cabe à população acreditar que existiu mesmo um risco geológico, que ele atrasou a obra em três anos exatos, e que é uma solução super econômica pagar R$ 3,7 bilhões a mais e reduzir o atraso para um ano só.
Conto tudo na minha coluna no @Metropoles
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