@g1 Maria Christina Mendes, ex-mulher do Valdemar, já tinha avisado, lá atrás, que o Presidente do PL era todo sujo e iria se ferrar com os Bolsonaros.
A distorção do Metrópoles começa pelos títulos das notícias: em janeiro, quando noticiou o pagamento, e na última sexta-feira (3/7), quando tratou do empresário envolvido no caso, o site citou a empresa “que pagou R$ 700 mil a ministra do STM”, dando a entender que os valores foram recebidos no exercício do cargo. Outros portais repercutiram a publicação da mesma forma.
Para os leitores que se dispõem a ir além do título e clicam para ler as reportagens, os textos deixam claro que os valores foram pagos ao escritório de advocacia e apresentam a explicação de Sterman sobre os recursos.
As notícias insistem, porém, em levantar suspeitas sobre o recebimento dos honorários sem qualquer base fática além do pagamento em si. Os textos enfatizam que Sterman foi indicada ao cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e advogou para outros nomes do partido, em uma tentativa mal disfarçada de associar o governo federal aos desvios no INSS.
É falso que Erika Hilton votou a favor de abrandar penas para estupradores. Na verdade, a deputada votou contra projetos que restringiam o aborto legal em casos de violência sexual e tem um histórico de defesa da punição rigorosa a abusadores. [1, 2, 3]
A narrativa distorcida nas redes sociais costuma derivar de duas situações parlamentares:
Progressão de Pena em Crimes Hediondos: Em votações sobre endurecimento de regras gerais para progressão de regime para crimes hediondos, o PSOL (partido da deputada) votou contra, defendendo que o projeto feria direitos humanos e não resolvia o problema da segurança pública. [1]
PL do Aborto (PL 1904): A deputada posicionou-se fortemente contra o projeto que equiparava o aborto legal acima de 22 semanas ao homicídio. Ela e seu partido criticaram a proposta argumentando que o texto puniria vítimas de estupro com penas maiores do que as aplicadas aos próprios estupradores.
Em meio à epidemia de feminicídios que vivemos, apenas UM DEPUTADO votou CONTRA a criação do Sistema Nacional de Enfrentamento à Violência contra Mulheres.
O MBL é uma corja asquerosa e o partido Missão é o partido redpill no Brasil. Vamos derrotar e desmascarar esses caras!
URGENTE. A mais nova aberração do Flávio Bolsonaro nos EUA é que ele vai defender uma área de livre comércio do Brasil com os EUA. Vocês se lembram da Alca, né, que nós resistimos e barramos lá atrás? Agora ele quer de novo que o Brasil tenha uma inserção submissa, o que seria desastroso para a nossa indústria. Além de tarifas ele defende o Brasil de joelhos para os americanos. Flávio não é candidato a presidente, é candidato a gestor de uma colônia dos EUA. Nós não vamos permitir que isso aconteça!