SOCORRO! Lula sobre as casas de programa habitacional:
“Eu fui entregar a casa e não tinha uma varandinha, eu falei pro cara: ‘Não da pra você fazer uma varandinha nessas casas? Você não solta pum?’ É verdade, todo mundo solta pum, eu queria garantir a varandinha do pum.”
O Governo Federal lançou o programa Brasil Contra o Crime Organizado, uma estratégia nacional que prevê R$ 11,1 bilhões em investimentos para fortalecer o enfrentamento às facções criminosas.
O governo do presidente @LulaOficial lançou hoje o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, uma estratégia nacional para fortalecer a segurança pública e integrar as ações das forças de segurança em todo o país.
Com investimentos de cerca de R$ 11 bilhões, o programa prevê ações de combate financeiro às facções, fortalecimento do sistema penitenciário, repressão ao tráfico de armas e ampliação das investigações criminais para garantir mais segurança ao povo brasileiro.
Parabéns ao presidente Lula, ao ministro Wellington César e ao secretário nacional de Segurança Pública, @XicoLucas, por essa importante iniciativa no Brasil.
📉 O primeiro trimestre de 2026 registrou o menor número de homicídios dolosos e latrocínios para o período de janeiro a março dos últimos dez anos no país.
@g1 Ele tirou país da pobreza, cutucou andar de cima, sustentou soberania nacional, formou o pobre, deu casa, facilitou trabalho, trabalhou pela industrialização do país e o Twitter não vai me permitir dizer tudo, mas ser fluente em inglês é essencial para a Globo.
As feirinhas de Teresina são muito boas.
Praça Pedro II, Saraiva, UFPI, Homero; os mercados ainda atraem bastante. Sempre vale a pena apostar na cultura popular, criatividade, comida típica e a boa negociação de balcão. Vamos valorizar e torcer para que prospere.
O Brasil teve o menor número de homicídios e latrocínios dos últimos 10 anos. Mais integração e inteligência, menos armas em circulação e com mais investimentos do Governo Federal. O caminho é longo, mas conseguiremos vencer em crime no Brasil.
Alinhamento entre instituições fortalece as ações de segurança pública.
Ademar Borges e Chico Lucas estiveram no STF em reunião com o ministro Flávio Dino para tratar da ADPF 743.
A 13ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social reuniu especialistas e representantes de alta qualificação para contribuir com o fortalecimento das políticas públicas na área.
O PL soltou uma nota se mostrando incomodado com as denúncias que ligam Flávio Bolsonaro com o Banco Master. Se não quiser incomodar o PL, não divulgue este vídeo, que conta a história do BolsoMaster. Mas se quiser que a verdade seja dita, poste até chegar na Papudinha.
Trago alguns pontos para a discussão a respeito dos riscos de um governo estrangeiro tentar enquadrar as organizações criminosas brasileiras como “terroristas”. Isso não é “endurecer o combate”, como alguns pensam equivocadamente. É, na verdade, trazer graves implicações financeiras, migratórias e penais que podem, no limite, abrir caminho para o uso da força militar em território soberano.
Artigo: O nome errado para o inimigo
Quando um governo estrangeiro propõe enquadrar organizações criminosas brasileiras na categoria do terrorismo, a primeira reação de parte da opinião pública é de entusiasmo. Pensam que, se o problema é grave, que venha a solução mais poderosa. É fato que o PCC e o CV são organizações violentas, tentaculares, que corrompem instituições, controlam territórios e exportam drogas para três continentes. Ninguém que lide com a realidade da segurança pública brasileira subestima o que essas facções representam.
Mas é justamente por lidar com essa realidade que afirmo: a designação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos EUA não contribuiria em nada para o combate efetivo. Ao contrário, criaria obstáculos sérios para a cooperação, a soberania e a proteção de brasileiros inocentes.
Terrorismo, como categoria jurídica, foi construído para enfrentar organizações movidas por motivações ideológicas, políticas ou religiosas. O PCC não quer derrubar o Estado: quer lucrar com tráfico, contrabando eextorsão. Tratar essas facções com ferramentas desenhadas para o terrorismo não significa endurecer o combate, e sim aplicar a ferramenta errada no parafuso errado. E quem já tentou sabe que isso não afrouxa, ao contrário, arrebenta.
A designação terrorista, no marco legal norte-americano, amplia o alcance extraterritorial das medidas que Washington pode adotar de forma unilateral, não apenas contra membros das facções, mas contra qualquer pessoa ou empresa que as autoridades americanas considerem ter prestado apoio, com escassas possibilidades de recurso. Num país em que o PCC infiltrou setores da economia formal em múltiplos estados, esse efeito cascata pode atingir empresários e trabalhadores que jamais cruzaram qualquer linha criminal. São implicações financeiras, migratórias e penais que, no limite, abrem caminho para o uso de força militar em território soberano.
Além disso, precisamos deixar claro para a população como funciona a cooperação que já existe. O intercâmbio de inteligência entre as instituições brasileiras, o FBI e a DEA é hoje fluido e de alto nível. Com a reclassificação terrorista, essas informações podem tornar-se inacessíveis aos investigadores que, ao longo de décadas, construíram o conhecimento mais aprofundado sobre essas organizações. Perderíamos a substância de anos de trabalho conjunto.
A grande questão é que o Brasil não precisa dessa classificação para agir com dureza. Em 2025, bloqueamos mais de R$ 9,5 bi do crime organizado. A operação Carbono Oculto golpeou o núcleo financeiro das facções. A Lei Antifacção e a PEC da Segurança Pública ampliam o arsenal jurídico e reforçam a arquitetura institucional do Estado. Com base em tratados vigentes, já é possível bloquear ativos, impor restrições migratórias e perseguir penalmente membros de organizações criminosas, isso sem transformar traficantes em terroristas e com respeito à nossa soberania.
O Brasil está propondo aos EUA a renovação formal dos entendimentos de cooperação bilateral em segurança pública, em bases equivalentes entre os dois países e atuação coordenada com parceiros da região. É uma proposta concreta e à altura da gravidade do problema. Seguir a trilha financeira até os escalões mais altos das redes criminosas pede inteligência e coordenação entre Poderes e instituições. O Ministério da Justiça, através do ministro Wellington César, trabalha para que o enfrentamento seja feito do jeito certo, com as instituições e ferramentas certas. Forjar uma gramática que não resolve o problema é o primeiro passo para a derrota.
É, no mínimo, irônico ver quem já geriu o Estado de Minas Gerais atacar o STF e seus membros após ter, durante sua gestão, solicitado ao Tribunal medidas que permitiram ao governo estadual adiar, por meses, o pagamento de parcelas de sua dívida com a União.
A Nota Técnica SEI nº 1.488/2026, do Ministério da Fazenda, confirma o que os fatos já demonstravam: o mesmo agente que hoje agride o Tribunal recorreu a ele inúmeras vezes para obter decisões que suspenderam obrigações bilionárias com a União. Sem o socorro institucional do STF, o então governador teria enfrentado um cenário de grave desorganização fiscal, com riscos concretos à continuidade de serviços públicos essenciais.
A contradição é latente: quando o STF profere decisões que garantem o fluxo de caixa ou suprem omissões do Legislativo local, a Corte é acessada como agente necessário ao funcionamento da máquina estatal. Afinal, ninguém recorreria sucessivamente a um Tribunal cuja legitimidade não reconhecesse. Contudo, basta que a Corte contrarie interesses políticos desse grupo para que o pragmatismo jurídico dê lugar a chavões vazios de “ativismo judicial” e a ataques à honra dos ministros. É a política do utilitarismo: o STF serve como escudo fiscal e contábil, mas é tratado como vilão quando decide conforme a Constituição — e não conforme a conveniência de ocasião.
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